Conheça alguns dos serviços prestados pela Dynatest através dos folders inovados

Conheça alguns dos serviços prestados pela Dynatest através dos folders inovados

Em julho de 2019 completamos 31 anos de atuação no mercado brasileiro. Fundada em 1988, a Dynatest Engenharia Ltda. é pioneira no país na utilização de equipamentos e softwares de última geração, além de ser reconhecida pela participação em grandes projetos, oferecendo serviços de alta qualidade e equipe técnica altamente capacitada.

A empresa oferece sua expertise no planejamento, projeto, desenvolvimento, implementação e gerenciamento de programas nas áreas aeroviária, rodoviária, ferroviária, portuária e viária urbana.

A Dynatest é agente exclusiva da Dynatest Internacional, empresa presente em todo o mundo e com matrizes na Dinamarca e Estados Unidos. No Brasil, possui sede em São Paulo e filiais no Rio de Janeiro e Brasília.

Para entender melhor sobre alguns dos serviços realizados, softwares e tecnologia desenvolvidos ao longo de três décadas de atuação da Dynatest, clique aqui.

Institucional

– Folder institucional

Serviços

– Concessões

– Estudos e Projetos

– Gerenciamento de Empreendimentos

Softwares

– Elmod

– MSManager

– Sistema de Gerenciamento dos Pavimentos (SGP)

Tecnologia

– Falling Weight Deflectometer (FWD)

– Grip Tester

– Light Weight Deflectometer (LWD)

– Mobile Mapping System (MMS)

– Pavement Scanner

– Pêndulo Britânico e Mancha de Areia

– Perfilômetro Laser (RSP)

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Pontes e a importância de manutenção e gerenciamento de qualidade

O desenvolvimento do projeto e a construção de obras de arte especiais como pontes e viadutos requer estudos minuciosos, profissionais capacitados e serviço de alta qualidade e tecnologia, a fim de garantir a segurança desses grandes empreendimentos.

Mas o cuidado precisa ir além do período de pesquisa, elaboração e finalização do projeto: grandes obras precisam de manutenção e gerenciamento para continuar oferecendo segurança e garantir a integridade física de seus usuários.

Não é difícil encontrar pontes e viadutos em estados de emergência pelo Brasil, e isso ficou evidente quando o viaduto da pista expressa da Marginal Pinheiros, próximo à ponte do Jaguaré, cedeu dois metros em novembro de 2018. Após o episódio, a Prefeitura de São Paulo organizou inspeções emergenciais em outras pontes com risco de colapso.

Esse caso evidencia a importância de manutenções frequentes e um gerenciamento de qualidade, a fim de corrigir eventuais problemas devido a fatores temporais e de uso que possam afetar a viabilidade da estrutura.

Gerenciamento de empreendimentos

Um dos serviços prestados pela Dynatest Engenharia envolve o gerenciamento de empreendimentos, feito de forma eficiente e a cumprir os objetivos de obras de infraestrutura do país. A Dynatest executa a implantação de uma estratégia produtiva que antecipa problemas e apresenta um plano de mitigação preventivo.

O alicerce ideal para o controle de qualidade na execução de um projeto compreende acompanhamento contínuo do cronograma sócio-financeiro e do fluxo de caixa da obra. São desenvolvidos softwares de gestão customizados para cada projeto, que tornam o gerenciamento mais efetivo.

A empresa também realiza supervisão de obras, que consiste no acompanhamento diário e local da construção. Nesta atividade, a empresa assegura que todas as etapas sejam contempladas de acordo com o projeto, por meio de fiscalizações com foco no cumprimento de prazos, especificações e na transparência durante todo o processo. Os laboratórios da Dynatest estão sempre presentes nas atividades de supervisão e fiscalização, com destaque para o uso de modernos equipamentos laboratoriais e avaliação estrutural, além de uma equipe com profissionais experientes, competentes e de elevado conhecimento técnico.

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Conheça o Programa para a Melhoria da Segurança Rodoviária

No Brasil, a cada uma hora, 5 pessoas morrem em acidentes de trânsito, segundo relatório divulgado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Em 2017, o número de pessoas mortas em acidentes de trânsito caiu 20% comparado a 2011, conforme dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde, no entanto, a taxa ainda continua alarmante.

Para diminuir cada vez mais os índices de mortalidade nas rodovias, existe uma série de iniciativas que buscam conscientizar motoristas e passageiros sobre práticas seguras no trânsito. Uma delas é a Década de Ação pela Segurança no Trânsito, da Organização Mundial da Saúde (OMS), lançado em 2011, com o objetivo global de reduzir pela metade o número de feridos e mortos em acidentes de trânsito até 2020, nos 110 países participantes.

No Brasil, além do Maio Amarelo – mês de conscientização sobre mortes no trânsito –, existe também o Programa para a Melhoria da Segurança Rodoviária (PSMR) por Intermédio do Tratamento de Segmentos Críticos, desenvolvido pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a fim de minimizar cada vez mais a taxa de mortalidade nas rodovias.

Com o mote “Não existe ninguém que não faça falta para alguém”, o programa faz uma (1) coleta de dados sobre acidentes sem vítimas, com vítimas e com óbitos e identifica segmentos críticos* de acidentes, (2) propõe uma matriz de intervenções e (3) prioriza as ações com base em três valores: gasto por veículo, importância da rodovia e potencial de redução de severidade.


Etapa de identificação de locais críticos (1)
Matriz de intervenções (2)
Priorização (3)

*Segmentos críticos são quaisquer localidades que possuem um alto valor esperado de acidentes em comparação a lugares similares, devido a fatores de risco locais.

O PSMR é fundamental para a manutenção correta de rodovias e prevenção de acidentes, uma vez que incentiva serviços cada vez mais qualificados e seguros por parte das concessionárias de rodovias do país. Continue acompanhando o DynaBlog e saiba mais sobre os projetos de infraestrutura de transportes da Dynatest.

Fonte: G1.

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Especialistas da Dynatest participam de seminário sobre pavimentação sustentável

Recentemente, integrantes da equipe técnica da sede da Dynatest em São Paulo esteve presente no II Seminário Técnico de Reciclagem de Misturas Asfálticas, realizado pelo Departamento de Engenharia de Transportes e o Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Transportes da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP. O seminário, ocorrido entre os dias 20 e 21 de agosto, no campus da USP de São Carlos/SP, discutiu as Experiências em curso e o futuro da técnica.

As vinte palestras que compunham o seminário trouxeram discussões importantes aos profissionais do setor rodoviário, às concessionárias de rodovias e aos professores e estudantes da área. Os tópicos abordados eram relacionados à prática de reciclagem de misturas asfálticas, e contavam com especialistas do Brasil, Alemanha, Estados Unidos e Itália.

Nas discussões, os palestrantes traçaram uma perspectiva histórica da reciclagem no Brasil, que ainda está engatinhando, já que atualmente recicla apenas 3% dos resíduos produzidos com potencial para ser reciclado. Além disso, foram debatidos termos técnicos como:

• a dosagem de misturas asfálticas contendo Reclaimed Asphalt Pavements (RAP);

• o uso de diferentes agentes na reciclagem: agentes rejuvenescedores convencionais, biorejuvenescedores, agentes de misturas mornas, emulsões rejuvenescedoras e poli-rejuvenescedores;

• a operação das usinas e adaptações necessárias para incorporação do RAP;

• a recuperação e análise reológica do asfalto oriundo do RAP;

• a reciclagem de misturas asfálticas com geogrelhas;

• a aplicação de LCA na reciclagem de pavimentos;

• a reciclagem de misturas asfálticas com cimento;

• a reciclagem de polímeros na pavimentação.

Luciana Ribeiro, gerente de projetos da Dynatest e engenheiros integrantes de sua equipe Vitor Canato, , João Pinho e Bruno Lopes, estiveram presentes no seminário e ressaltaram a importância do evento para conhecimento técnico, atualizações do setor e troca com outros profissionais do mercado.

Luciana cita que o evento apresentou elevado nível técnico, em que além de abordar excelentes conteúdos e pesquisas nacionais, incluiu palestrantes internacionais especializados e tecnologias aplicadas no exterior.

Para Vitor Canato, o que mais lhe chamou a atenção foi que a reciclagem de misturas asfálticas tem vantagens além da sustentabilidade, pois podem ser financeiramente vantajosas para as empresas construtoras, sendo algo totalmente viável e já aplicado em outras partes do mundo.

João Pinho acredita que se houver uma regulamentação por parte de órgãos públicos, é possível melhorar as soluções propostas nos projetos da empresa. A Dynatest já utiliza ações sustentáveis como: reciclagem de pavimento com adição de brita, reciclagem capa/base com adição de cimento e reaproveitamento de material fresado em rodovias de acesso não pavimentadas.

“A engenharia consultiva é um dos pilares fundamentais para a aplicação de novas técnicas e tecnologias para o setor de infraestrutura, principalmente para temas ligados à sustentabilidade, que tem sido algo de extrema importância na engenharia global. Através do domínio de novas técnicas sustentáveis, atribuição que deve iniciar pela engenharia consultiva, é permitido o desenvolvimento e aplicação de novos procedimentos e tecnologias que reduzam os impactos ambientais e o consumo de nossos recursos naturais em obras rodoviárias pelo país”, conclui Bruno Lopes.

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iRAP | Segurança em primeiro lugar: Dynatest realiza levantamentos em 5,8 mil km de rodovias do Tocantins

Como uma empresa de engenharia consultiva, a Dynatest atua não só no desenvolvimento, mas também na avaliação e inspeção de projetos rodoviários – sejam eles novos ou já existentes -, a fim de garantir a segurança e viabilidade deles.

Recentemente, um dos contratos fechados pela empresa designa levantamentos a serem realizados nas rodovias estaduais pavimentadas do Tocantins, com o objetivo de inspecionar e avaliar a segurança de cerca de 5,8 mil quilômetros para o Plano de Segurança Viária – Rodovias Mais Seguras.

O serviço utilizará a metodologia do Programa Internacional de Avaliação de Rodovias (iRAP), organização internacional sem fins lucrativos que atua na prevenção de acidentes e na redução de seus impactos. O escopo do trabalho envolve o levantamento (1) e codificação das rodovias (2), os dados de apoio (3) e o processamento e análise das especificações (4):

1. Levantamento das rodovias

É a primeira fase do projeto, que começa com a apresentação e calibração dos meios de inspeção. Depois, é feita a coleta de dados dos trechos rodoviários selecionados para verificação, seguida do processamento e organização dos dados coletados para a próxima etapa – a codificação.

2. Codificação das rodovias

Esta fase consiste em implantar os dados levantados das rodovias no software VIDA de codificação. O primeiro passo é a preparação dos profissionais por meio de um treinamento. Desta forma, a equipe segue preparada para as atividades de codificação, implantando no software os dados que seguem os requisitos técnicos e de qualidade.

Os resultados parciais obtidos são submetidos à avaliação do contratante e do Garantidor de Qualidade, e quando aprovados, são encaminhados à equipe de codificação. Por fim, após a conclusão desta etapa e o retorno positivo do iRAP, o Relatório Final de Codificação é elaborado e marca o fim do processo.

3. Dados de apoio

Neste procedimento, estão envolvidas algumas etapas: aidentificação dos órgãos e agentes locais, a identificação das interfaces operacionais e o planejamento da coleta de dados. Neste planejamento, há o refinamento do plano de trabalho, no qual as atividades de pesquisa são organizadas após a identificação das fontes de informação e seus agentes.

As informações coletadas podem ter diversas origens: dados públicos, da contratante, de órgãos e agentes locais; dados colhidos no levantamento da rodovia, dados de custo de contramedidas e estimativas de dados de fatalidades (se for o caso).

4. Processamento e análise das especificações

Por fim, o final do projeto inclui a revisão de garantia da qualidade dos dados de entrada, a fim de identificar e corrigir possíveis erros para manter a consistência dos resultados. Além disso, há a conversão dos dados codificados e criação de segmentos para implantá-los ou reprocessá-los, a análise e revisão dos resultados preliminares no software VIDA e avaliação dos índices junto ao iRAP. Após todas as correções e reprocessamento nos dados, o relatório técnico completo será elaborado, seguido da revisão dos resultados preliminares junto ao departamento contratante.

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Concessionárias de rodovias de SP investem em medidas de preservação ambiental

Uma preocupação constante em projetos rodoviários tem se ampliado em relação à segurança ambiental, além da segurança física de passageiros e profissionais na via. Tomar precauções ecológicas e buscar soluções sustentáveis vem sendo cada vez mais indispensável à engenharia consultiva.

O cuidado com o meio ambiente é uma das prioridades de concessionárias de rodovias e agências reguladoras do Estado de São Paulo. Diversas ações ecológicas são implantadas diariamente por concessionárias que fazem parte do Programa de Concessão de Rodovias do Estado de São Paulo e da Artesp (Agência de Transporte do Estado de São Paulo).

Os editais de concessão precisam incluir procedimentos que assegurem a viabilidade do projeto em termos ambientais, seguindo a legislação vigente na implantação de obras e na operação das rodovias. É de responsabilidade das concessionárias arcar com a execução e custos dos estudos de impacto ambiental necessários para licenciar novos projetos.

Dentre as exigências, estão a implantação de sistemas de captação para líquidos perigosos derramados nas pistas, estações de tratamento para águas provenientes das obras e caixas separadoras de óleos e graxas. Outra medida que integra a lista de necessidades é a regeneração de árvores da faixa de domínio e a realização de programas com foco em educação ambiental.

Além das medidas citadas acima, existem treinamentos e exercícios em andamento para atender acidentes com carga perigosa nas rodovias sob concessão. As empresas envolvidas nos projetos também devem apresentar planos táticos e operacionais para emergências (incêndios, neblina, acidentes com produtos perigosos, desabamentos e inundações, entre outras).

Risco de acidente envolvendo animais

Outro ponto importante e de responsabilidade das concessionárias é a prevenção de acidentes causados por animais na pista. As concessionárias e agências reguladoras devem promover ações de monitoramento das pistas através de câmeras, além da construção de passagens de faunas, que são túneis construídos por baixo das pistas, para que animais possam atravessar as estradas sem o risco de serem atropelados.

Em caso de o acidente ser provocado por animais domésticos, a responsabilidade é do proprietário. Segundo o Código Civil Brasileiro, o artigo 936 define que “em eventuais acidentes causados pelos animais, o dono, ou detentor, ressarcirá o dano por este causado, se não provar culpa da vítima ou forças maiores”. 

As medidas de segurança também englobam programas de conscientização de moradores de regiões próximas às rodovias, para que mantenham animais longe das pistas. No Estado de São Paulo, há o mapeamento dos animais existentes em propriedades ao entorno das vias e visitas constantes a esses locais, com orientações sobre os riscos de acidentes, a necessidade de manutenção e conserto de cercas e alambrados das casas.

Fonte: Agência de Transporte do Estado de São Paulo (ARTESP)

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Semana Nacional de Trânsito (18 a 25/09): prevenção à vida no trânsito

No Brasil, a cada uma hora, cinco pessoas morrem em acidentes de trânsito, segundo o Conselho Federal de Medicina. Nos últimos dez anos, foram 1.636.878 vítimas graves no País, sendo que 60% delas envolveram pessoas entre 15 e 39 anos. Os dados são alarmantes, uma vez que 90% dos acidentes ocorrem por falha humana, incluindo a desatenção dos condutores e o desrespeito às leis de trânsito, segundo o Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV).

A fim de envolver a sociedade em ações de prevenção e controle de acidentes, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) vem investindo em campanhas de conscientização entre maio de 2019 e abril de 2020, com o lema “No trânsito, o sentido é a vida”. Neste mês, de 18 a 25 de setembro, a iniciativa se fortifica ainda mais com a Campanha da Semana Nacional de Trânsito.

Neste período, órgãos e entidades que integram o Sistema Nacional de Trânsito promovem eventos e ações educativas com uma única finalidade: conscientizar os cidadãos para que contribuam com as iniciativas de segurança e valorização da vida propostas pela legislação de trânsito.

De outubro a dezembro, segundo o Portal do Trânsito, o foco será nos ciclistas, abordando temas como:

  • Outubro: Bicicletas como meio de locomoção, o que saber para se proteger e proteger o ciclista;
  • Novembro: Campanha de conscientização de preservação da vida no trânsito pelo Dia Mundial em Memória às Vítimas do Trânsito;
  • Dezembro: Bicicleta nas férias escolares e o seu convívio no trânsito.

De janeiro a abril de 2020, os temas estarão relacionados a motociclistas:

  • Janeiro: Respeite o motociclista, respeite a vida;
  • Fevereiro: Valorização da Lei Seca e a sua importância na redução de acidentes;
  • Março: Capacete é vida;
  • Abril: Campanha de educação sobre utilização do celular quando estamos em movimento, nos papéis de pedestre/ciclista/condutor.

Como uma empresa de engenharia consultiva, diversos serviços prestados pela Dynatest são voltados à infraestrutura rodoviária, nos quais a segurança é prioridade para passageiros, pedestres e condutores. Por isso, apoiamos a iniciativa e buscamos cada vez mais aprimorar estudos e projetos rodoviários pela preservação da vida.

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Trem-bala: conheça a estrutura e projeto por trás do modal

Imagine a possibilidade de viajar 270 quilômetros por hora em média sem enfrentar engarrafamentos no trânsito, esperas ou atrasos em aeroportos. Poder se locomover através de um tipo de transporte que ofereça segurança, praticidade e, sobretudo, grande economia de tempo aos passageiros.

Amplamente utilizado em países como China, Japão e Alemanha, o trem-bala é esse modal, que utiliza um sistema integrado de material rodante (vagões e locomotivas) especializado e linhas específicas. Ainda que não haja um padrão estabelecido internacionalmente, são consideradas de alta velocidade, em sua maioria, linhas existentes que operam a partir de 200km/h e novas linhas a 250km/h.

A necessidade de aliviar o tráfego aéreo e rodoviário foi o impulso para a criação do trem-bala, que acaba sendo mais econômico e menos poluente que outros modais de transporte. O primeiro sistema foi inaugurado em 1964, no Japão, e é conhecido como Shinkansen. O trem ligava as cidades de Tóquio e Osaka e circulava a 210 quilômetros por hora.

No entanto, para a construção de linhas ferroviárias existem características técnicas específicas a serem seguidas e, por isso, é necessário o investimento em estudos e projetos, serviços prestados pela Dynatest, que conta com uma equipe multidisciplinar altamente capacitada. Cada quilômetro de extensão da malha ferroviária precisa abranger parâmetros como: (1) o relevo das áreas envolvidas; (2) obras de arte especiais a serem construídas (pontes, viadutos, túneis ou passarelas); (3) o tipo de linha prevista (reservada a passageiros e cargas ou somente aos trens-bala) e (4) a inserção na paisagem e cumprimento da legislação ambiental local.

Para garantir a velocidade e segurança do modal, as linhas ferroviárias precisam ser as mais retas possíveis, com curvas abertas. Para isso, é necessário construir túneis e pontes para que o trem, movido por energia elétrica, possa circular de maneira rápida e segura.

No Brasil, há 10 anos discutia-se o TAV (Trem de Alta Velocidade), projeto de trem-bala que ligaria São Paulo ao Rio de Janeiro e operaria na velocidade de 285 quilômetros por hora. A previsão era que a obra fosse entregue em 2014, antes da Copa do Mundo FIFA, no entanto, as etapas iniciais de aprovação do projeto não avançaram.

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Você sabia que a maioria dos serviços prestados pela Dynatest em aeroportos é realizada no período noturno?

A segurança aeroviária não é válida somente quando estamos fora do chão, sendo imprescindível a manutenção minuciosa e constante dos pavimentos aeroportuários para garantia de pousos e decolagens seguros aos passageiros e à tripulação.

No entanto, é complexo conciliar obras e manutenções com o tráfego das aeronaves e passageiros durante o dia, especialmente em aeroportos com fluxo muito intenso. Por esse motivo, surge o direcionamento para a prestação de serviços preferencialmente durante o período noturno, devido ao tráfego aéreo ser menos intenso, facilitando a movimentação de profissionais durante os serviços sem comprometer em demasia as operações do terminal.

Além disso, alguns aeroportos têm a quantidade de pousos e decolagens reduzida, ou até pausada, durante a madrugada.

Manutenção e gerenciamento de pavimentos

Serviços de reparo e manutenção, principalmente nos pavimentos aeroportuários, em sua maioria, utilizam equipamentos e softwares para realizar escaneamentos, medições, levantamentos, avaliações e teste de resistência, aderência, flexibilidade e durabilidade. Por isso é imprescindível que as pistas de pouso e decolagem estejam desimpedidas e permitam o trânsito desses equipamentos dentro do sítio aeroportuário.

Vista do Heavy Weight Deflectometer Dynatest 8081

Dentre os serviços prestados pela Dynatest, todos podem ser realizados tanto no período diurno quanto noturno, envolvendo estudos, gerenciamento, monitoramento e controle de qualidade de obras aeroportuárias. E para garantir a segurança dos pavimentos, os serviços incluem procedimentos como: levantamento deflectométrico com FWD (Falling Weight Deflectometer) e HWD (Heavy Weight Deflectometer), análise de pavimentos aeroportuários com o Pavement Scanner, avaliação da resistência e aderência entre os pneus das aeronaves e o pavimento com o Grip Tester; entre outros.

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Conheça o programa com o intuito de salvar vidas através de rodovias mais seguras, o iRAP

O International Road Assessment Programme é uma organização não lucrativa dedicada a salvar vidas através da classificação das rodovias mais seguras. O iRAP trabalha em parceria com governos e organizações não governamentais para:

  • Inspecionar as rodovias de maior risco e desenvolver uma classificação por estrelas e planos de intervenção.
  • Proporcionar treinamento, tecnologia e suporte técnico para uma qualificação em nível nacional, regional e local.
  • Acompanhar a segurança rodoviária para avaliar os benefícios obtidos pelas intervenções.

O programa está presente em mais de 80 países com representantes em todos os continentes.

A iniciativa é constituída por uma aliança entre os principais atuantes locais e especialistas internacionais com o objetivo de trabalhar juntos para implementar rodovias mais seguras. O iRAP tem o apoio de:

De forma resumida, o principal objetivo do International Road Assessment Program (iRAP) é atuar na prevenção de acidentes e na redução de seus impactos, através de inspeção das vias, de forma a fornecer um plano de investimento economicamente viável que aumente a segurança dos usuários.

O método iRAP considera que um sistema seguro, conforme figura abaixo, é composto por usuários conscientes, veículos mais seguros e vias que possam amenizar ou extinguir a possibilidade de erros dos demais.

As avaliações das vias ocorrem de forma qualitativa e quantitativa quanto à segurança rodoviária que um segmento fornece aos usuários e, mediante a atribuição de pontuações, obtém-se a classificação por estrelas (Star Rating Score) em uma escala de 1 a 5 estrelas. Esta quantificação visa identificar as contra medidas mais apropriadas, visando aumentar a pontuação de segurança rodoviária da infraestrutura.

Classificação por estrelas por tipo de usuário

Ao final das avaliações, pode ser elaborado um Plano de Investimentos para Estradas Mais Seguras, incluindo todas as contra medidas que comprovadamente forneçam a maior capacidade de segurança e maximizem o benefício sobre o custo dos investimentos planejados. A Dynatest teve a oportunidade de contribuir através desses serviços, em conjunto com a TIS, RACC e STE, para a avaliação de diversos trechos pertencentes à malha rodoviária administrada pelo Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem do Governo do Estado do Rio Grande do Sul (DAER/RS). Para mais informações, contate-nos e/ou visite o site: www.irap.org.

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