Entenda mais sobre tipos de pavimentos de aeroportos e suas características

Entenda mais sobre tipos de pavimentos de aeroportos e suas características

Dentre os serviços prestados pela Dynatest em aeroportos estão inclusos levantamentos em pista tais como sondagens, inspeção por georadar, avaliação da condição estrutural do pavimento com deflectometros de impacto, avaliação da condição superficial do pavimento por escaneamento a laser, além de implementação de Sistemas de Gerênciamento de Pavimentos Aeroportuários (SGPA), avaliação da capacidade de suporte do pavimento pela metodologia ACN-PCN, avaliação da estratégias de manutenção e aplicação de recursos, análise de segurança operacional e projetos de pavimentos aeroportuários.  

Estes projetos requerem conhecimento técnico-normativo nacional e internacional no que rege as condições mínimas exigidas para uma operação segura e eficiente das aeronaves, equipamentos e softwares de última geração para permitir precisão e geolocalização espacial, planejamento e execução eficientes devido a complexidade dos tipos de pavimentos encontrados em cada área, cada qual com suas respectivas exigências e especificações.

Os principais tipos de pavimentos e suas aplicações nos aeroportos são:

1. Pavimento em concreto

Utilizado principalmente em pátios de estacionamento de aeronaves, mas também encontrado em menor quantidade em pistas de pouso e decolagem, taxiways e vias de serviço. Tem maior capacidade de suporte, no entanto, o custo inicial é alto e há dificuldades na manutenção, principalmente em pistas de pouso e decolagem, uma vez que deve-se isolar a área por alguns dias para permitir a cura do concreto.

2. Pavimento asfáltico

Amplamente utilizado em pistas de pouso e decolagem, taxiways e vias de serviço, encontrado em menor quantidade nos pátios de estacionamento de aeronaves.  Possui menor custo inicial e facilidade de manutenção com liberação rápida da pista, porém está mais sujeito a deformações plásticas exigindo manutenção mais frequente.

3. Pavimento em blocos intertravados

Utilizado apenas nas áreas de pouco tráfego como estacionamentos. As principais vantagens são a facilidade e rapidez de manutenção, liberação imediata do tráfego após colocação, e ser um pavimento permeável. As devantagens são o alto custo inicial a relativa facilidade de deslocamento dos blocos por trepidação o que pode causar a movimentação ao longo do tempo, por isso seu uso é restrito.

O pavimento de concreto ganhou força nos últimos anos, principalmente por seu custo tornar-se mais competitivo diante do aumento dos preços dos derivados de petróleo.

No Brasil, a maioria dos aeroportos de médio e grande porte possui pavimentos com estrutura de concreto simples nas áreas de pouso, decolagem e estacionamentos. Essas estruturas apresentam algumas limitações em relação ao tamanho das placas e controle de fissuração. No entanto, há muitas vantagens competitivas do pavimento de concreto (rígidos), como por exemplo:

  • Desempenho e durabilidade;
  • Grande resistência a deformações;
  • Distribuição eficaz das tensões;
  • Menor risco de aquaplanagem;
  • Redução das ilhas de calor;
  • Execução e controle de obra rigorosos;
  • Maior vida útil.

Já os pavimentos asfálticos (flexíveis) são mais comuns nos aeroportos de pequeno e médio porte. Apresentam benefícios como:

  • Flexibilidade e facilidade de execução;
  • Menor tempo de execução;
  • Alta automatização do processo de construção, com máquinas específicas;
  • Menor custo inicial.

Em países de temperatura média elevada, como o Brasil, o asfalto tende a amolecer e deformar, necessitando constantes atividades de manutenção, portanto sua eficiência no longo prazo é discutível.

Por fim, o pavimento em blocos intertravados (semi-flexível) incorpora características dos dois outros tipos de pavimentação. No entanto, seu uso é restrito às áreas de taxiamento e estacionamento nos terminais aeroviários. Possui pontos positivos como:

  • Facilidade e rapidez de manutenção
  • Permeabilidade;
  • Resistência à agentes químicos;
  • Baixa manutenção;
  • Maior aderência aos pneus;
  • Sem necessidade de cura, liberação imediata do tráfego.

Cada projeto deve levar em consideração diversos fatores antes de optar pelo pavimento mais adequado, como o tipo de subleito onde vai ser apoiado, número de solicitações do tráfego, previsões de aumento de operações, orçamento, necessidades específicas do cliente, exigências normativas e de fiscalização regulares. Além disso, deve-se garantir a eficiência no planejamento, manutenção, execução e segurança operacional.

Fontes: Estudo da Universidade de São Paulo, IBTS, Tetracon e Portal Itambé.

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Retrospectiva: relembre os destaques de 2019

Em 2019, a DynaNews cumpriu a missão de informar os assinantes com notícias do setor de engenharia consultiva, além de estudos, projetos, eventos e ações internas da Dynatest. Falamos sobre estudos e equipamentos utilizados em levantamentos, os hobbies das nossas engenheiras, o cenário de privatização brasileiro e mais.

Perdeu algum conteúdo? Confira abaixo os textos de destaque da newsletter bimestral e atualize-se sobre o setor de transportes e engenharia consultiva brasileiro:

1. HWD é empregado em levantamento deflectométrico no Aeroporto Tom Jobim (Janeiro/Fevereiro)

Para assegurar a preservação do pavimento e garantir a aplicação eficiente dos recursos, a Dynatest disponibiliza equipamentos de alto desempenho e softwares com tecnologia avançada que permitem coleta de informações de parâmetros estruturais e funcionais dos pavimentos de forma automatizada. Uma aplicação dessa inteligência se deu no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro – RJ, com o levantamento deflectométrico do pavimento aeroportuário, utilizando o Heavy Weight Deflectometer (HWD).

2. Os hobbies das engenheiras da Dynatest (Março/Abril)

A presença de mulheres na engenharia é crescente nas organizações. No mês passado, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, conversamos com Aline Suzuki e Laís Ferreira, engenheiras da Dynatest, para saber um pouco mais sobre a sua trajetória profissional e, também, para conhecer quais são suas principais atividades nos momentos livres. Confira.

3. Entenda o cenário de privatização dos aeroportos brasileiros (Maio/Junho)

A privatização de aeroportos brasileiros é um movimento que vem avançando nos últimos tempos. Em março de 2019, o governo federal leiloou 12 aeroportos na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), divididos entre as regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. Leia o texto e saiba mais.

4. Novo leilão de rodovias acontecerá em 18 de setembro de 2019 (Jul/Ago)

O leilão das rodovias BR-364 e BR-365 foi marcado para o dia 18 de setembro de 2019, segundo edital da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), na sede da Bolsa de Valores B3, em São Paulo. O trecho leiloado possui 437 quilômetros de extensão e está situado entre as divisas de Minas Gerais e Goiás, ligando Uberlândia (MG) e Jataí (GO).

5. Presença internacional: Dynatest realiza levantamentos em pavimentos rodoviários da Bolívia (Setembro/Outubro)

A presença da Dynatest Brasil já é conhecida internacionalmente por serviços de consultoria rodoviária. No começo de 2019, a empresa encarou um novo desafio: realizar levantamentos em 12 mil quilômetros de rodovias bolivianas.

O consórcio formado pelas empresas Dynatest e InSitu, por meio de seu contrato assinado em agosto de 2018 com a Administradora Boliviana de Carreteras (ABC), tem como responsabilidade realizar o Monitoramento, Inventário Viário e desenvolvimento de Sistema de Gestão Viário para as rodovias da Rede Rodoviária Fundamental (RVF), que engloba maior parte da malha da Bolívia.

6. Dynatest mobiliza funcionários em campanhas de prevenção (Novembro/Dezembro)

Os meses de outubro e novembro são marcados pelas campanhas de conscientização contra o câncer de mama e de próstata, o Outubro Rosa e Novembro Azul, respectivamente. Durante este período, a Dynatest tem mobilizado seus profissionais com o objetivo de ressaltar a importância da prevenção e cuidados para manter a saúde sempre em dia.

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Retrospectiva DynaNews 2018: relembre os destaques

Em 2018, foram cinco DynaNews divulgadas aos parceiros da Dynatest, além desta sexta, de encerramento. Foram 3.525 leituras em todas as vinte notícias preparadas com todo o cuidado para compartilhar os principais acontecimentos e projetos desenvolvidos pela empresa ao longo destes últimos 12 meses. Relembre agora os principais temas abordados:

 

DynaNews Janeiro/Fevereiro 2018

Responsabilidade social: parceria com Fundação Dorina Nowill

 

 

Na primeira DynaNews do ano, anunciamos a parceria com a Fundação Dorina Nowill, organização sem fins lucrativos e de caráter filantrópico que há 70 anos dedica-se à inclusão social de pessoas com deficiência visual. Uma das atividades desempenhadas pela ONG é a capacitação de deficientes visuais para o mercado de trabalho. Entre as ações promovidas pela Dorina na Dynatest destacam-se a promoção da acessibilidade no ambiente de trabalho e a realização de uma dinâmica com toda a equipe da empresa para falar sobre a inclusão desses profissionais.

 

DynaNews Março/Abril 2018

Mês da Mulher Dynatest: mulheres que fazem a diferença na engenharia

 

 

Em comemoração ao Mês da Mulher, a Dynatest entrevistou Luciana Ribeiro, a primeira engenheira contratada pela empresa, e Natália Bueno, engenheira civil na Dynatest há apenas três anos. O objetivo era saber como a representatividade feminina evoluiu internamente ao longo dos anos.  No atual quadro de colaboradores da Dynatest, 41% de todos os funcionários são mulheres. Nos cargos de nível gerencial, elas representam os mesmos 41%.

 

DynaNews Maio/Junho 2018

 Centro de calibração da Dynatest instalado em Jacareí, para equipamentos tipo Falling Weight Deflectometer (FWD)

 

 

Na DynaNews do 3º bimestre de 2018, a Dynatest evidenciou sua preocupação em garantir máxima qualidade na avaliação de pavimentos, com o anúncio da calibração de três equipamentos Falling Weight Deflectometer (FWD) no centro de calibração Dynatest estabelecido em Jacareí, na região metropolitana do Vale do Paraíba. As calibrações garantem a confiabilidade nos resultados dos levantamentos deflectométricos ao longo da vida útil do equipamento, pois a utilização contínua do equipamento FWD afeta a precisão na coleta de informações, prejudicando os resultados das avaliações.

 

DynaNews Julho/Agosto 2018

 Os acontecimentos que marcaram o Brasil e o mundo há exatos 30 anos

 

 

No mês em que a Dynatest completou 30 anos, foi preparada uma DynaNews especial, com novo layout e conteúdo especial sobre a trajetória, as políticas de gestão e as perspectivas de futuro para o setor de engenharia de transportes. Relembre os fatos que marcaram o Brasil e o mundo há exatos 30 anos, quando nascia uma das mais respeitadas empresas de engenharia consultiva do país.

 

DynaNews Setembro/Outubro 2018

Dynatest é destaque no Ranking da Engenharia Brasileira 2018

 

 

Em setembro anunciamos a publicação do 500 Grandes da Construção – Ranking da Engenharia Brasileira 2018, produzido pela Revista O Empreiteiro, em que a Dynatest ocupou a 4ª colocação em Projetos e Consultoria no quesito variação de receita, registrando uma variação de 52%. No ranking geral, a empresa subiu 13 posições e ocupa hoje o 20º lugar entre Projetistas & Gerenciadoras. Em São Paulo, a Dynatest ocupa o 5º lugar.

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Principais serviços desenvolvidos pela Dynatest em 2018

Este foi um ano intenso de serviços executados pela Dynatest. Para a última DynaNews do ano, a empresa destaca quatro projetos iniciados durante 2018, que incluem estudos de simulação de tráfego, codificação de rodovias com a metodologia iRAP, implementação de sistemas de gestão de rodovias e estudos de viabilidade técnica. Confira:

 

  • Estudo com Simulador de Tráfego em pista experimental da Concessionária Entrevias

(Heavy Vehicle Simulator – HVS)

Em fevereiro, a Dynatest iniciou a realização de ensaios de simulação de tráfego na Rodovia SP-333, no km 322 sentido norte, que cruza o município de Marília, interior de São Paulo. Os estudos, executados em três seções-teste construídas pela Entrevias, têm como objetivo coletar informações sobre os efeitos de cargas de roda em movimento na rodovia. Os resultados dessas análises serão posteriormente aplicados em obras de duplicação previstas pela concessionária.

O Heavy Vehicle Simulator (HVS), utilizado pela Dynatest no projeto, realiza a aplicação de cargas associadas à ação do tráfego de forma acelerada, simulando até 20 anos de deterioração das rodovias em um período de trabalho de até três meses. Além disso, um conjunto de acessórios especiais permitem simular ainda influências ambientais, como variação de temperatura e umidade na estrutura do pavimento.

 

  • Programa Internacional de Avaliação de Rodovias (iRAP) no DAER-RS

Outro projeto importante em que a Dynatest esteve envolvida em 2018 consiste na inspeção de 1498,60 km de rodovias gerenciadas pelo Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem do Rio Grande do Sul (DAER-RS). O plano de trabalho, em desenvolvimento desde agosto, inclui a codificação das rodovias de acordo com a metodologia iRAP, um programa que tem como objetivo modificar a maneira como se pensa sobre segurança rodoviária e, com isso, reduzir a incidência de acidentes nas estradas.

O papel da Dynatest consiste em coletar dados sobre acidentes, fluxo de tráfego, velocidade nas rodovias e seu entorno; produzir um arquivo com todos os atributos da estrada e dados coletados para entrada no programa VIDA, disponível no site do iRAP; compilar os resultados de classificação Estrela e gerar um plano de investimento para estradas mais seguras para indicar áreas de alto risco, moldando assim os futuros investimentos em segurança rodoviária; produzir relatório técnico detalhado de acordo com as especificações do iRAP; realizar treinamento da equipe do DAER-RS.

 

  • Inspeção, inventário rodoviário, desenvolvimento e implementação do Sistema de Gestão de Pavimentos da malha rodoviária boliviana

(Mapa da Red Vial Fundamental – RVF, Bolívia)

Na última DynaNews, anunciamos o contrato do consórcio Dynatest-Insitu com a Administração Rodoviária da Bolívia. Este é mais um dos grandes projetos iniciados pela companhia este ano. O trabalho prevê a criação de um inventário de 12.000 km da rede boliviana, sendo metade dessa extensão composta por estradas pavimentadas.

Será desenvolvido e implementado um Sistema de Gerenciamento Rodoviário (SGC) para a rede rodoviária fundamental da Bolívia. O SGV fornecerá informações atualizadas e confiáveis sobre as rodovias por meio de relatórios específicos e de canais de comunicação pré-determinados. Além disso, serão aplicados também uma equipe de auscultação, inventário da Rede Rodoviária Fundamental da Bolívia (RVF), levantamento da condição do pavimento das estradas pavimentadas da RVF, análise da rede rodoviária, atividades de propostas de conservação, bem como o treinamento de profissionais.

 

  • Elaboração de estudos técnicos para a AGRESE

(Início e fim do trecho analisado)

Para a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Sergipe (AGRESE), em subcontrato com o Consórcio SANPAC/P4 Concessões/Kappex, a Dynatest iniciou a realização de estudos de viabilidade técnica, econômica e jurídica de trechos que somam 63,7 km de rodovias do estado de Sergipe. De toda a extensão, as análises tiveram como resultado a viabilidade para concessão do segmento localizado entre os km 8,3 e 63,7, o que totaliza um trecho a ser concedido de 55,4 km.

 

 

 

 

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Heavy Weight Deflectometer (HWD): altamente recomendado para avaliação estrutural de pavimentos aeroportuários

O Heavy Weight Deflectometer (HWD) é reconhecido mundialmente como um equipamento altamente eficiente na avaliação da capacidade de cargas de pavimentos rígidos e flexíveis em estradas e aeroportos. Similar, mas com capacidade de carga muito maior que o Falling Weight Deflectometer (FWD), o HWD é o primeiro equipamento do gênero disponibilizado comercialmente.

Desenvolvido pela Dynatest International, o princípio do Heavy Weight Deflectometer consiste em aplicar uma carga sobre o pavimento simulando o peso da roda de uma aeronave. A carga é aplicada sobre uma placa apoiada no pavimento, que estuda os deslocamentos verticais sofridos pela superfície do pavimento como resultado deste carregamento dinâmico – as chamadas deflexões.

“A chegada do HWD reafirma nosso posicionamento como uma empresa pioneira e que se preocupa em oferecer sempre os melhores serviços em cada projeto. Executar as avaliações de pavimento com uso de um equipamento com capacidade para testes de altas cargas como o HWD significa assegurar máximo conforto e segurança para os milhares de passageiros todos os dias”, afirma Luciana Barbosa, engenheira civil da Dynatest Brasil.

Com a utilização do HWD, as deflexões são continuamente registradas durante os testes por meio de geofones aplicados abaixo da placa de carga. Os dados obtidos são então utilizados para determinar as propriedades estruturais do pavimento e do projeto de revestimento com base em análises empíricas ou mecanístico-empíricas. Com isso, identificam-se as possíveis falhas do pavimento e as melhores alternativas de restauração. O monitoramento automatizado e em tempo real da célula de carga, geofones e variações de dados garante alta qualidade dos dados coletados.

O HWD permite aplicar cargas de 30 a 320 kN, permitindo simular cargas desde veículos menores a aeronaves robustas como o Boeing 777, Airbus 340 ou 380. “Estamos empolgados em poder incluir essa ferramenta em nossos serviços de gestão e análise de pavimentos”, conclui Luciana.

 

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Dynatest 30 anos: com a palavra, Ernesto Simões Preussler

Este ano foi cercado de comemorações para todos na Dynatest Engenharia Ltda. Em 2018, completamos 30 anos de atuação no Brasil, e eu não poderia estar mais orgulhoso por essa trajetória. Para encerrar o ano em que atingimos este marco, gostaria de estender a todos os colaboradores, parceiros e clientes o meu sincero agradecimento pela confiança, comprometimento e profissionalismo depositados nos projetos desempenhados ao longo deste período.

Temos como marcas de nosso negócio a utilização de tecnologia de ponta, a constante atualização de processos e a adoção de métodos inovadores em estudos e projetos de infraestrutura de transporte. Com uma atuação sempre em pleno atendimento às normas e exigências das agências reguladoras, além da aplicação de técnicas e processos consagrados internacionalmente, temos o orgulho de afirmar que a Dynatest contribuiu de maneira sólida para o desenvolvimento da estrutura viária brasileira.

Graças à contribuição de todos vocês, somos hoje uma das mais respeitadas e consolidadas empresas de engenharia consultiva do país, e celebramos não apenas 30 anos de história, mas também o fato de termos construído uma empresa igualitária, unida e competente, com valores compartilhados por nossas equipes de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Como já destaquei durante uma de nossas celebrações destas três décadas, é difícil prever como serão os próximos 30 anos neste setor em que atuamos. Não sabemos se haverá estradas como as conhecemos hoje, se os carros flutuarão sobre as vias ou se motoristas serão dispensáveis, mas carrego comigo uma única certeza: nós estaremos lá!

Seguiremos cumprindo a mesma missão que desempenhamos desde 1988: a de pavimentar cada canto do Brasil com tecnologia, inovação e serviços de ponta. Muito obrigado!

Ernesto Simões Preussler

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Vai viajar no feriado? Saiba que cuidados tomar para garantir sua segurança nas estradas

Em feriados prolongados, o fluxo de veículos nas rodovias brasileiras aumenta consideravelmente. Por isso, é preciso que todos os motoristas – tanto novatos quanto os mais experientes – redobrem os cuidados e a concentração para garantir uma viagem segura e sem surpresas. Neste próximo feriado, a movimentação será ainda mais intensa por conta do feriado prolongado entre os dias 15 de novembro, Proclamação da República, e 20 de novembro, Dia da Consciência Negra.

Para cair na estrada com segurança, reunimos oito cuidados que você deve tomar:

1) Faça uma revisão prévia do veículo

Reponha a água do radiador e do para-brisa, verifique o óleo e calibre os pneus, incluindo o estepe. Uma boa medida é levar o carro a um mecânico de confiança alguns dias antes da viagem para verificar se o carro está em perfeitas condições. Cheque também se todos os equipamentos de segurança estão em dia: macaco, estepe, setas, luz de freio, faróis, para-brisa e documentações.

2) Verifique se as condições climáticas estão favoráveis

Dirigir com a luz do sol é mais indicado e seguro do que viajar durante a noite. Por isso, prefira sair pela manhã, aproveitando a claridade, após uma boa noite de sono. Além disso, cheque a meteorologia para assegurar que a viagem será feita com tempo bom. Se estiver chovendo, reduza a velocidade, aumente a distância dos veículos à frente, acenda o farol baixo, acione o limpador de para-brisas e o desembaçador. Em caso de neblina, mantenha os faróis acesos, abra um pouco os vidros e evite realizar ultrapassagens.

3) Em viagens longas, faça paradas periódicas para descansar

Evite fazer longos percursos sem paradas para descanso. Programe-se para realizar pausas a cada duas ou três horas de estrada.

4) Respeite os limites de velocidade e a legislação

Na hora de viajar, não ter pressa é primordial. Respeite as leis de trânsito para evitar acidentes ou multas. Lembre-se de manter sempre uma boa distância do carro à frente e, se precisar usar o acostamento, sinalize a saída e só depois reduza a velocidade. Se for necessário parar no acostamento, providencie a sinalização com triângulo e pisca-alerta.

5) Tome cuidado nas ultrapassagens

Mesmo que você seja um motorista experiente, evite arriscar-se em ultrapassagens. Lembre-se que as ultrapassagens devem ser feitas sempre pela esquerda, e nunca pela direita ou pelo acostamento.

6) Mantenha os vidros completamente abertos ou fechados

Quando se é ultrapassado por um veículo grande e pesado, a direção do carro pode se desestabilizar. Para evitar a perda de controle, deixe os vidros totalmente abertos ou fechados e reduza a velocidade. Se o ar entra por uma janela, mas não consegue sair pela outra por estar fechada, pode haver um desequilíbrio maior.

7) Estude o percurso a ser feito previamente

Um bom planejamento pode diminuir o risco de acidentes. Por isso, planejar a rota pode trazer mais tranquilidade durante o percurso. Verifique qual será a rota de viagem e esteja preparado para trechos em estrada de terra ou regiões com alta probabilidade de congestionamentos, por exemplo.

8) Tenha em mãos o número da seguradora e garanta um celular carregado

Mesmo com todos os cuidados, imprevistos podem ainda assim ocorrer. Nesses casos, assegure-se de ter o número de telefone da empresa seguradora do seu veículo e também um celular com bateria, caso precise acioná-la.

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Por trás de uma boa obra há um bom projeto: o que são projetos multidisciplinares

Para que um projeto seja concluído com sucesso, é imprescindível que todos os profissionais envolvidos estejam alinhados a respeito de seus papeis para garantir harmonia e equilíbrio em todas as etapas de desenvolvimento de um empreendimento. Como fazer com que áreas específicas se comuniquem e atuem de forma integrada para atender às demandas do cliente? O DynaBlog aborda hoje a definição de projeto de engenharia multidisciplinar, ponto chave para assegurar a viabilidade e qualidade de qualquer obra de engenharia viária.

Uma equipe multidisciplinar de trabalho envolve, além de uma equipe de engenheiros, arquitetos, planejadores, agrimensores, consultores de qualidade do ar e poluição sonora, entre outros. Cada uma dessas especialidades desempenha funções estratégias dentro de um projeto. Essa grande rede é essencial, uma vez que a construção de uma via interfere diretamente no tráfego de toda uma região, e pode impactar o movimento de pedestres, a funcionalidade do transporte público e, de modo geral, a maneira com que as pessoas se locomovem naquela região.

Por essa razão, contar com profissionais experientes em cada uma dessas muitas áreas é imprescindível. Nisso reside a essência de um projeto multidisciplinar de engenharia. Com a reunião dos dados coletados pelos diferentes profissionais assegura-se que qualquer estudo, decisão ou etapa do projeto ocorra sem interferências no resultado final do empreendimento. Uma boa operação reduz potencialmente os custos da obra e promove ainda mais segurança aos usuários.

Além de um time experiente, é importante que os membros trabalhem de maneira integrada. Uma estratégia aplicada pela Dynatest para garantir essa sinergia consiste no Building Information Modeling (BIM), ou Modelo de Construção da Informação, um novo conceito para projetos nas áreas de edifícios, infraestrutura, indústria e serviços. Essa metodologia permite incorporar dados obtidos por diversas disciplinas em um modelo de construção virtual, para que se possa acompanhar todo o processo executivo da obra, além de reduzir riscos e os custos totais do projeto.

A Dynatest atua em parceria com a Coordenação de Planejamento e Programação de Investimentos (CGPLAN) e o setor de Geotecnologias Aplicadas em estudos para estruturação e construção de uma metodologia operacional para implantação do BIM durante as fases iniciais de um empreendimento rodoviário.

Quer saber mais? Fale conosco: http://dynatest.com.br/contato

 

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Malha ferroviária: um caminho para a engenharia consultiva

O DynaBlog já trouxe diversas abordagens sobre a atuação da Dynatest e do setor de engenharia consultiva para a implementação de empreendimentos rodoviários. No entanto, a empresa abarca também a infraestrutura relacionada a outros modais de transporte, como é o caso das ferrovias. O post de hoje traz um panorama do sistema ferroviário brasileiro e explica como a engenharia consultiva pode atuar nesse setor.

Atualmente, as ferrovias no Brasil somam mais de 30 mil quilômetros de extensão e representam 15% da estrutura de transportes no País. No ano passado, o transporte de cargas por ferrovias brasileiras foi 6,9% maior que em 2016, de acordo com a Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT). Foram transportados, em 2017, 538,8 milhões de toneladas úteis, 35 milhões a mais que no ano anterior e recorde nos últimos 12 anos.

Um pouco de História

Essa estrutura começou a ser instaurada por aqui a partir de capitais privados e estrangeiros – principalmente ingleses – com o objetivo de levar a produção agrícola e mineral do interior para os centros urbanos. Representou, por exemplo, o principal meio de escoamento da produção de café entre 1870 e 1930.

Efetivamente, a primeira ferrovia do Brasil foi inaugurada em 30 de abril de 1854, com 14,5 quilômetros de extensão. Intitulada Estrada de Ferro Mauá, o trecho ligava o Porto de Mauá, na Baía de Guanabara, a Raiz da Serra, na direção de Petrópolis. Já no período republicano, a Estrada de Ferro Central do Brasil, com quase 50 quilômetros de extensão, representou um dos principais eixos de desenvolvimento do país, por conectar o Rio de Janeiro a São Paulo, em 1877.

Na República Velha, a expansão foi tanta que a malha ferroviária alcançou 29 mil quilômetros, prioritariamente no estado de São Paulo. A desaceleração veio a partir do primeiro governo de Getúlio Vargas, quando os investimentos no setor dos transportes priorizaram o modal rodoviário. Nos anos 50, durante o governo Juscelino Kubitschek, esse processo de crescimento das rodovias foi intensificado.

Mas onde entra a engenharia consultiva?

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) estabelece normas e procedimentos para Estudos de Viabilidade de Ferrovias, de acordo com dois escopos. O primeiro diz respeito à construção de novas ferrovias, adequação e duplicação de linhas existentes, enquanto o segundo refere-se à solução de questões urbanas envolvendo a operação de ferrovias.

Tratam-se de diretrizes para a elaboração de Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA), um dos serviços oferecidos pela Dynatest tanto para empreendimentos rodoviários como ferroviários. O EVTEA consiste em um estudo amplo que identifica as maneiras mais viáveis para executar uma determinada obra. Essa análise compreende uma série de estudos prévios ao projeto executivo, e reúne informações que permitem avaliar os impactos e benefícios sociais, econômicos e ambientais do empreendimento.

Fazem parte do EVTEA a coleta de dados de campo, estudos de tráfego, estudos ambientais, alternativas de anteprojeto, análise de quantitativos e custos e análise socioeconômica do projeto.

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Conheça as 10 maiores rodovias do Brasil e suas peculiaridades

A malha rodoviária brasileira é a quarta maior do planeta – ficando atrás apenas dos Estados Unidos, Índia e China. Não é por acaso que as estradas são responsáveis pela movimentação de mais de 60% das mercadorias e de mais de 90% dos passageiros, de acordo com o Anuário CNT do Transporte 2018, produzido pela Confederação Nacional do Transporte (CNT).

No post de hoje, saiba quais são as dez maiores rodovias nacionais e conheça algumas curiosidades sobre cada uma delas:

  1. BR-116

É a maior rodovia totalmente pavimentada do Brasil e corta o país de Norte a Sul. Com 4.660 km, a estrada passa por dez estados brasileiros, ao longo dos quais recebe várias denominações: Via-Serrana, Régis Bittencourt, Presidente Dutra, Rio-Teresópolis, Rio-Bahia e Santos Dumont. Um dos trajetos famosos da rodovia é a Rota Romântica, entre Porto Alegre e Nova Petrópolis, no Rio Grande do Sul. A BR-116 começa em Fortaleza (CE) e Termina em Jaguarão (RS).

  1. BR-101

O trecho mais famoso da BR-101 é a estrada Rio-Santos, imortalizada por Roberto Carlos na música “As Curvas da Estrada de Santos”. Não à toa, a rodovia é conhecida como o caminho mais bonito para percorrer longitudinalmente todo o litoral brasileiro. Com 4.482 km de extensão, começa na cidade de Touros (RN) e termina em Rio Grande (RS).

  1. BR-364

Antes da construção desta rodovia, só se chegava a Porto Velho, capital de Rondônia, de balsa ou de avião. A BR-364 começou a ser construída no início da década de 60 após uma negociação entre governadores dos estados do Norte e o presidente Juscelino Kubitschek, para ligar Cuiabá a Porto Velho e Rio Branco. O final de seus 4.309 km de extensão consiste no ponto mais ocidental do Brasil, na fronteira com o Peru. É o município mais distante em linha reta de Brasília. Começa em Limeira (SP) e termina em Mâncio Lima (AC).

  1. BR-230

BR-230 é a rodovia transversal conhecida como Transamazônica, inaugurada em 1972 sob o governo de Emílio Garrastazu Médici, durante o Regime Militar. O projeto previa que esta seria a maior rodovia do país, chegando ao município de Benjamin Constant (AC), trecho que não chegou a ser efetivamente construído. Possui 4.309 km, levando Cabedelo (PB) a Lábrea (AM). Por não possuir pavimentação em metade de sua extensão, é comum casos de atolamentos nos períodos de chuva.

  1. BR-163

Trata-se de uma rodovia longitudinal, que integra o Sul do país às regiões Centro-Oeste e Norte. Em seus 4.057 km de extensão, passa por seis estados produtores de soja. No Pará, a rodovia encontra uma das regiões mais ricas do país, marcada pela presença de importantes biomas, como a Floresta Amazônica e o Cerrado, bem como as áreas de transição entre eles. A BR-163 possui grande relevância para escoamento da produção do Norte e Centro-Oeste. No Mato Grosso, principal produtor nacional de grãos, representa a principal rota de distribuição da safra. Começa em Tenente Portela (RS) e termina em Santarém (PA).

  1. BR-153

Bastante conhecida pelo nome de Transbrasiliana, esta rodovia passa pelos estados do Pará, Tocantins, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, totalizando 3.542 km de extensão. Trata-se da principal ligação entre o Meio-Norte do Brasil e o Centro-Sul, o que a torna um importante canal de escoamento da produção, além de principal rota para algumas regiões turísticas, como Caldas Novas (GO), Rio Araguaia, Jalapão (TO) e Chapada das Mesas (MA). Começa em Marabá (PA) e termina em Aceguá (RS).

  1. BR-158

A BR-158 é uma das poucas rodovias longitudinais brasileiras que não cruza nenhuma capital. Seu final está localizado no município de Santana do Livramento (RS), onde emenda com a Ruta 5, estrada uruguaia que leva a Montevidéu. A rodovia se inicia em Redenção (PA) e segue por 3.470 km, representando uma das principais rodovias do interior do Brasil.

  1. BR-174

Também conhecida como Manaus-Boa Vista, a BR-174 interliga longitudinalmente os estados do Mato Grosso, Rondônia, Amazonas e Roraima, em um percurso de 2.888 km. Esta é a única ligação terrestre entre Brasil e Venezuela, além de representar também a única ligação entre Roraima e o restante do Brasil. Entre Roraima e Amazonas, há um trecho da rodovia que passa pela reserva indígena Waimiri-Atroarí. O percurso tem 47 km e fica fechado entre 18h e 6h.

  1. BR-135

A BR-135 tem seu início em São Luís (MA) e segue um percurso longitudinal até Belo Horizonte (MG), passando pelos estados do Piauí e Bahia em 2.929 km de extensão. A rodovia dá acesso ao Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, em Minas Gerais, que abriga sítios arqueológicos milenares, cavernas de beleza impressionante e artes rupestres pré-históricas.

  1. BR-262

Essa é a rodovia transversal que interliga os estados do Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Seu início é em Vitória (ES), e o final é no município de Corumbá (MS), cidade turística que possui atrativos como passeios a cavalo, trilhas históricas e visitas ao Pantanal. Ao total, tem uma extensão de 2.191 km.

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