Saiba mais sobre a Indústria 4.0 e sua influência na engenharia

Saiba mais sobre a Indústria 4.0 e sua influência na engenharia

A chegada de tecnologias de ponta ao processo de produção, que marcam a Indústria 4.0, gera um leque inédito de possibilidades e novos negócios para o setor industrial. Do ponto de vista de mercado, trata-se de uma grande oportunidade para tornar a indústria mais produtiva, inovadora e competitiva.

“O futuro passa por novas tecnologias que tenham menor impacto ambiental, custo viável, atendam aos requisitos de desempenho e aumentem a produtividade”, afirma Vanderley M. John, da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP) em reunião da Comissão de Materiais, Tecnologia, Qualidade e Produtividade (COMAT) e Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) sobre o futuro da construção e Indústria 4.0.

Segundo o professor, a quarta revolução industrial vai gerar um enorme crescimento econômico e reorganizar o setor da construção. “Ninguém sabe muito bem como classificar as tecnologias que estão surgindo, mas elas vão mudar a indústria”, assegurou. Como exemplos dessas mudanças, estão o compartilhamento digital de informações, a produção digital (impressoras 3D e customização em massa), a automatização de processos mentais e a coleta de dados por sensores. Entre as tecnologias emergentes, a Dynatest tem ganhado espaço no mercado cada vez mais utilizando o Pavement Scanner, o qual realiza a coleta de dados da superfície do pavimento através de dois lasers 3D de alto desempenho, além da utilização do Building Information Modeling (BIM) – sendo que, através de um estudo do Fórum  Econômico Mundial foi verificado que esta última seria a nova tecnologia com maior probabilidade de aplicação e impacto na área de construção civil.

Como resultado, toda essa revolução traduz-se em maior flexibilidade, velocidade de produção, qualidade do produto, produtividade, participação do cliente, além do surgimento de novos modelos de negócio.

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Dynatest indica rotas de viagem de carro partindo de suas cidades-sede

Já pensou em como aproveitar os próximos feriados prolongados do ano? Pensando nisto, a Dynatest, que acompanhou de perto a implementação e manutenção de diversos quilômetros em rodovias brasileiras, preparou roteiros de viagens de carro a partir de suas três cidades-sede: São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. As dicas incluem trajetos de curta e média duração, ideais para conhecer regiões históricas do Brasil, além de aproveitar belas paisagens na estrada.

  • Rio de Janeiro

A Cidade Maravilhosa foi o primeiro endereço da Dynatest no Brasil, aberto na década de 1990. Na região, a empresa já foi responsável por importantes trabalhos de gerenciamento e supervisão de obras rodoviárias, entre eles a restauração e duplicação da BR-493/RJ, o Arco Metropolitano da capital fluminense. Trata-se de uma importante rota comercial do estado do Rio de Janeiro.

Nesta região, a dica para uma viagem de carro nesta Páscoa compreende um trecho de curta extensão que une duas cidades com uma interessante combinação entre história, descontração e contato com a natureza: Rio e Petrópolis. Os 70 km de extensão que ligam os dois municípios recebem o nome de Rodovia Washington Luís e pertencem à BR-040, rodovia federal que parte de Brasília (DF) até chegar ao Rio de Janeiro. Essa foi a primeira rota pavimentada do Brasil, inaugurada em 1928.

Conhecida como Cidade Imperial, Petrópolis abriga um centro histórico com casarões da época do Império – Palácio Imperial, casa de Santos Dumont, entre outros – e é um ótimo destino para compra de roupas. Para quem parte do Rio, um passeio até a cidade pode proporcionar, além do descanso, paisagens deslumbrantes:

(BR-040)
  • São Paulo

A inauguração do escritório da Dynatest em São Paulo ocorreu em 1994, na Rua Peixoto Gomide, onde ainda executa suas operações no estado, e marcou um recomeço na trajetória da companhia. Para escapar da capital paulista no feriado, a dica é seguir a rota que leva a Belo Horizonte. Os destinos e paisagens são diversos e podem se adaptar ao tamanho do percurso que você deve percorrer, já que para chegar à cidade mineira é preciso viajar por quase 600 km.

Neste trajeto, destacam-se o charme de Campos do Jordão, ainda em São Paulo, a apenas 180 km da capital, e já em Minas Gerais: São Tomé das Letras, Carrancas, Tiradentes e, finalmente, Belo Horizonte. São Tomé é destino certo para os amantes das montanhas e das artes. Em Carrancas, cachoeiras pouco exploradas são o principal atrativo, enquanto Tiradentes, 100 km adiante, possui a marca do Brasil colonial. Na capital mineira, o ar cosmopolita reserva atrações aos amantes de vida noturna, bem como a tranquilidade de espaços verdes e culturais.

(Tiradentes, Minas Gerais)

Esse é um percurso longo, que pode ser aproveitado em um feriado de três dias, com destinos que compreendem atrativos distintos e podem ser selecionados de acordo com as intenções para o feriado.

  • Brasília

Partindo da capital do Brasil, um destino muito procurado é a Chapada dos Veadeiros, um convite para escapar da agitação da cidade durante o feriado. Além disso, o período de seca, iniciado em abril, é o melhor momento para conhecer as atrações da região. As cidades mais buscadas são Alto Paraíso de Goiás, São Jorge e Cavalcante, respectivamente a 242 km, 257 km e 355 km de Brasília.

E, já que o nosso assunto principal são as estradas, vale destacar o Jardim de Maytrea, uma das paisagens que os viajantes encontram no caminho entre Alto Paraíso e São Jorge, à beira da GO-118, rodovia estadual brasileira que liga Brasília (DF) a Campos Belos (GO). A parada é obrigatória:

(Jardim de Maytrea)

Independente da cidade em que esteja e do trajeto traçado, vale ressaltar a importância de redobrar cuidados para garantir uma viagem segura e sem surpresas. O DynaBlog já reuniu alguns cuidados essenciais para serem tomados antes de qualquer viagem de carro.

Boa viagem!

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Chuvas e pavimentação: o que as “águas de março” nos alertaram e como a Dynatest pode auxiliar na prevenção da degradação dos pavimentos

No Brasil, durante todo o verão – estação de chuvas, foram recorrentes notícias sobre a paralisação de atividades de pavimentação nas cidades brasileiras. Isso porque projetos de implementação e reparo de asfaltos requerem que o solo esteja seco. Além disso, problemas podem surgir nas vias em decorrência da ação das águas pluviais. Nesta DynaNews, reunimos pontos de análise a respeito da importância de um bom projeto para evitar desgastes e outras consequências que recaem sobre os pavimentos em períodos chuvosos.

De modo geral, os defeitos que surgem no asfalto durante as chuvas estão relacionados a dois fatores: problemas ligados à qualidade dos materiais utilizados no projeto e, principalmente, à falta de manutenção preventiva nos períodos indicados. A combinação desses fatores contribui para o surgimento de trincas, rachaduras e buracos nas vias. Com as chuvas, as consequências negativas são ainda maiores, uma vez que aumentam os riscos de acidentes mais graves.

Quando isso ocorre, o mais indicado, a curto prazo, é aguardar pelo fim do período de chuvas para providenciar os reparos. Isso porque realizar correções durante as chuvas, com todo o desgaste a que o pavimento está sujeito, compromete a durabilidade do trabalho. De qualquer modo, a melhor forma de garantir o máximo desempenho do pavimento requer dar atenção à vida útil dos pavimentos, respeitando os prazos em que são recomendados reparos. Para isso, a Dynatest disponibiliza às empresas o Sistema de Gerência de Pavimentos (SGP), ferramenta de armazenamento e análise de dados que possibilita ao usuário o diagnóstico dos pavimentos e a elaboração de estudos e planejamentos plurianuais de investimentos.

Com a manutenção devidamente executada, em dia, diminui-se a probabilidade de novos problemas surgirem nos pavimentos, mesmo durante o período de chuvas.

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Os hobbies das engenheiras da Dynatest

A presença de mulheres na engenharia é crescente nas organizações. No mês passado, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, conversamos com Aline Suzuki e Laís Ferreira, engenheiras da Dynatest, para saber um pouco mais sobre a sua trajetória profissional e, também, para conhecer quais são suas principais atividades nos momentos livres. Confira:

Aline Hayashi Suzuki

Aline possui 33 anos, formou-se em Engenharia Ambiental e é mestra em Engenharia Civil pela Universidade de São Paulo. Há 1 ano e 9 meses ocupa o cargo de engenheira na Dynatest, e acredita que houve bastante evolução da mulher no mercado de trabalho nos últimos tempos. Aline enfatiza que hoje há um número significativo e crescente de mulheres formadas, especializadas e em cargos de liderança, como é visto, por exemplo, na Dynatest. No entanto, endossa que o mercado ainda mostra que as diferenças existem. “Creio que se trata de um processo lento e ainda há, com certeza, muita luta pela frente. Paradigmas estão aí para serem quebrados, e seguimos nos esforçando”, afirma.

Em seu tempo livre, Aline costuma ver filmes e nadar. A engenheira pratica natação por ser uma atividade física completa, que trabalha a parte cardíaca e motora. “É uma atividade na qual posso sempre melhorar e me superar, e pratico principalmente porque me faz bem. Gosto de água”, completa. Outra atividade que adora é viajar, assim pode conhecer novos lugares, culturas e realidades.

Aline Suzuki considera muito importante buscar o equilíbrio entre a saúde, a vida profissional e social. Ela acredita que atividades diversas auxiliam nessa busca e agregam benefícios ao trabalho também.

Laís Ferreira D’Isep

Laís tem 26 anos, é formada em Engenharia Civil e atua há mais 4 anos na Dynatest. Atualmente, ocupa o cargo de engenheira trainee, e afirma ter conhecido profissionais incríveis nos últimos anos, que colaboram para seu crescimento pessoal e profissional.

Fora do trabalho, Laís juntou a paixão por viagens e fotografias e criou um perfil no Instagram com fotos e dicas para ajudar e inspirar quem está planejando a próxima viagem. “Independentemente de estar em horário de trabalho ou não, somos engenheiras 24 horas por dia e 7 dias por semana, então eu valorizo a importância de ter esses hobbies para me conectar comigo mesma, olhar com atenção para outras coisas, admirar o novo, explorar o desconhecido e me surpreender com o universo além das dificuldades e prazeres que a profissão nos dá diariamente”, enfatiza.

Quando questionada sobre as conquistas que as mulheres ainda têm pela frente no ramo da engenharia, Laís afirma que a engenharia tem deixado de ser um ambiente majoritariamente masculino, mas ainda pode ser um ambiente machista. “Me sinto motivada a enfrentar o machismo inserido na profissão para provar que vai ter mulher fazendo projeto, vai ter mulher coordenando a obra e vai ter mulher dirigindo altos cargos, para que lá na frente todos sejam reconhecidos pela sua competência e não pelo seu gênero. Enquanto tiver conquistas pela frente, estaremos lá”, completa Laís.

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HWD é empregado em levantamento deflectométrico no Aeroporto Tom Jobim

Para assegurar a preservação do pavimento e garantir a aplicação eficiente dos recursos, a Dynatest disponibiliza equipamentos de alto desempenho e softwares com tecnologia avançada que permitem coleta de informações de parâmetros estruturais e funcionais dos pavimentos de forma automatizada. Uma recente aplicação dessa inteligência se deu no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro – RJ, com o levantamento deflectométrico do pavimento aeroportuário, utilizando o Heavy Weight Deflectometer (HWD).

O HWD é reconhecido mundialmente como um equipamento eficiente para avaliar a capacidade de cargas de pavimentos rígidos e flexíveis em estradas e aeroportos. Desenvolvido pela Dynatest International, o equipamento é o primeiro do gênero disponibilizado comercialmente, com capacidade muito superior ao Falling Weight Deflectometer (FWD) em relação à aplicação de cargas.

O projeto, executado em dezembro do ano passado, consistiu em levantamentos para caracterizar as condições estruturais dos pavimentos do Aeroporto Tom Jobim. O objeto de estudo foram as cabeceiras em concreto de Cimento Portland 15/33 da pista de pouso e decolagem –medindo 315 e 151 metros, respectivamente. O trecho total de pavimento asfáltico analisado foi de 2.714 metros de comprimento.

O levantamento deflectométrico com o HWD permite aplicar cargas entre 30 kN e 320 kN. O equipamento simula com maior precisão a carga de roda das maiores aeronaves em operação, tal como o Boeing 777, o Airbus 340 ou ainda o Airbus 380. “Qualquer intervenção em um pavimento gera um aumento significativo nos custos de operação e requer investimentos para sua recuperação. Por isso é tão importante que se executem análises apropriadas para levantamentos de dados precisos, eficientes e seguros”, destaca Leonardo Preussler, responsável técnico pelo relatório e sócio proprietário da Dynatest.

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Dynatest avalia condição de pavimentos no Aeroporto de Porto Alegre

No último trimestre do ano passado, a Dynatest concluiu um estudo que teve como objetivo determinar a condição funcional dos pavimentos do Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre – RS. A metodologia utilizada demandou duas etapas: a primeira com o Pavement Scanner, tecnologia 3D que detecta e classifica de forma automatizada os defeitos dos pavimentos, e posteriormente o estudo de Índice de Condição do Pavimento (PCI), responsável por determinar a condição funcional dos pavimentos.

A avaliação dos pavimentos teve como norma de referência a ASTM D5340 (12 Standard Test Method for Airport Pavement Condition Index Surveys), que estabelece o PCI. Esse índice tem como objetivo caracterizar a condição de pavimentos flexíveis e rígidos a partir de inspeções de suas superfícies. Os defeitos avaliados são convertidos em valores numéricos que classificam e indicam a integridade do pavimento em uma escala que varia de 0 (pavimento em condição de ruptura) e 100 (pavimento em condições excelentes), conforme imagem abaixo.

Estudos de PCI são essenciais para a gerência dos pavimentos. É natural que o pavimento se deteriore ao longo do tempo devido ao tráfego e às intempéries. Esse tipo de metodologia, aplicada no Aeroporto Internacional de Porto Alegre, representa um instrumento valioso para identificar problemas no pavimento e tomar medidas efetivas para garantir a segurança do sistema.

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A importância da segurança de transporte em ferrovias

Para classificar um determinado sistema de transporte como seguro, é preciso avaliar se ele cumpre a sua função de forma adequada e eficaz. O transporte ferroviário é um sistema que, assim como as rodovias, também desempenha um papel estratégico para a economia brasileira, principalmente para o transporte de produtos como soja, açúcar, milho, grãos, carvão mineral e minério de ferro. A garantia da eficiência desse sistema passa, entre outros órgãos, pela Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT).

Entre suas competências, a ANTT acompanha o desempenho das concessões das ferrovias brasileiras, realiza inspeções de campo programadas e eventuais, controla as informações encaminhadas pelas concessionárias e executa estudos junto às empresas ferroviárias e aos serviços prestados. As concessionárias, por sua vez, avaliam todo o sistema para identificar e sanar os possíveis defeitos.

Na avaliação da malha ferroviária brasileira, estão em jogo três fatores principais: a dinâmica veicular (o comportamento dinâmico do veículo), a geometria da via (topografia do terreno, com suas retas, curvas e irregularidades da superfície) e a forma de condução (relações de causa e efeito ao conduzir o trem). Tendo isso em vista, um importante meio de definir a segurança operacional é por meio do Indicador de Desempenho, formulado pela ANTT. Esse índice revela o quanto a operação de uma ferrovia é segura por meio do cálculo o número de acidentes dividido por 1.000 km.

Metodologias como essas surgiram para evitar falhas nos sistemas ferroviários, como descarrilamentos, problemas de freio ou fratura de componentes mecânicos como o eixo ou as rodas. Durante o trajeto de trens longos, todo o sistema armazena uma enorme quantidade de energia cinética, o que explica o motivo de haver uma forte preocupação a respeito desses eventos.

A Dynatest aplica a sua expertise em projetos que se ocupam de etapas como planejamento, projetos, desenvolvimento, implementação e gerenciamento de programas na área ferroviária. Nesse processo, estão inseridos também Estudos de Viabilidade de Ferrovias, que seguem diretrizes elaboradas pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para garantir que novas ferrovias operem de maneira viável em termos econômicos, sociais e ambientais.

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Sustentabilidade: a palavra do ano para a engenharia de transporte

A preocupação com o meio ambiente não é novidade, tanto no segmento de infraestrutura de transporte e mobilidade urbana como em todas as outras esferas da indústria. Nas últimas décadas, consumidores e usuários passaram a se conscientizar sobre produção e consumo sustentável, e a cobrar que as empresas tenham um posicionamento mais responsável em relação a questões ambientais. Nesta DynaNews, analisamos como essa tendência deve impactar o setor de transportes.

“Uma das premissas que devem ser assumidas por empresas responsáveis por projetos de infraestrutura de transporte é a de que os empreendimentos precisam se preocupar não apenas com a mobilidade, mas também com as questões climáticas e ambientais envolvidas”, comenta Ernesto Preussler, sócio proprietário da Dynatest. “Parte desse processo passa também por acompanhar tendências mundiais e empregar práticas inovadoras que, com uso de tecnologia de ponta, possibilitam a implementação e manutenção de vias de maneira sustentável”, completa.

A diminuição da frota de veículos particulares representa uma grande preocupação para aprimorar a mobilidade urbana. Para incentivar a mudança de comportamento nos grandes centros, é preciso que as cidades se tornem inteligentes. “Quando sistemas de informação e de comunicação são interligados, é possível planejar melhor a infraestrutura”, ressalta Ernesto. Essa ampliação da consciência sobre sustentabilidade apresenta como resultado o surgimento de diversas startups com soluções inovadoras, como aplicativos para caronas e compartilhamento de carros, além de bicicletas e patinetes disponíveis para aluguel em grandes centros urbanos do Brasil e do mundo.

Fora das capitais, há o transporte de cargas, principal meio de escoamento da produção e que, consequentemente, tem um importante papel para o desenvolvimento econômico do País. Em alguns países, caminhões autônomos estão perto de se tornar uma realidade. Nos próximos anos, é natural que esse cenário de mudanças tenha mais reflexos nas rodovias, com inovações que se relacionam com os apps popularizados nas cidades.

Tornar os sistemas de transporte inteligentes e sustentáveis passa, principalmente, pelo aprimoramento da circulação de veículos, pela exploração de fontes de energia alternativas e por um melhor aproveitamento de recursos naturais. Iluminação com uso de luz solar e pavimentos que absorvem a água das chuvas são alguns dos conceitos de “rodovias inteligentes” já estudados e aplicados em outros países. Acompanhe a DynaNews e os canais da Dynatest nas redes sociais para acompanhar as tendências do setor.

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Retrospectiva DynaNews 2018: relembre os destaques

Em 2018, foram cinco DynaNews divulgadas aos parceiros da Dynatest, além desta sexta, de encerramento. Foram 3.525 leituras em todas as vinte notícias preparadas com todo o cuidado para compartilhar os principais acontecimentos e projetos desenvolvidos pela empresa ao longo destes últimos 12 meses. Relembre agora os principais temas abordados:

 

DynaNews Janeiro/Fevereiro 2018

Responsabilidade social: parceria com Fundação Dorina Nowill

 

 

Na primeira DynaNews do ano, anunciamos a parceria com a Fundação Dorina Nowill, organização sem fins lucrativos e de caráter filantrópico que há 70 anos dedica-se à inclusão social de pessoas com deficiência visual. Uma das atividades desempenhadas pela ONG é a capacitação de deficientes visuais para o mercado de trabalho. Entre as ações promovidas pela Dorina na Dynatest destacam-se a promoção da acessibilidade no ambiente de trabalho e a realização de uma dinâmica com toda a equipe da empresa para falar sobre a inclusão desses profissionais.

 

DynaNews Março/Abril 2018

Mês da Mulher Dynatest: mulheres que fazem a diferença na engenharia

 

 

Em comemoração ao Mês da Mulher, a Dynatest entrevistou Luciana Ribeiro, a primeira engenheira contratada pela empresa, e Natália Bueno, engenheira civil na Dynatest há apenas três anos. O objetivo era saber como a representatividade feminina evoluiu internamente ao longo dos anos.  No atual quadro de colaboradores da Dynatest, 41% de todos os funcionários são mulheres. Nos cargos de nível gerencial, elas representam os mesmos 41%.

 

DynaNews Maio/Junho 2018

 Centro de calibração da Dynatest instalado em Jacareí, para equipamentos tipo Falling Weight Deflectometer (FWD)

 

 

Na DynaNews do 3º bimestre de 2018, a Dynatest evidenciou sua preocupação em garantir máxima qualidade na avaliação de pavimentos, com o anúncio da calibração de três equipamentos Falling Weight Deflectometer (FWD) no centro de calibração Dynatest estabelecido em Jacareí, na região metropolitana do Vale do Paraíba. As calibrações garantem a confiabilidade nos resultados dos levantamentos deflectométricos ao longo da vida útil do equipamento, pois a utilização contínua do equipamento FWD afeta a precisão na coleta de informações, prejudicando os resultados das avaliações.

 

DynaNews Julho/Agosto 2018

 Os acontecimentos que marcaram o Brasil e o mundo há exatos 30 anos

 

 

No mês em que a Dynatest completou 30 anos, foi preparada uma DynaNews especial, com novo layout e conteúdo especial sobre a trajetória, as políticas de gestão e as perspectivas de futuro para o setor de engenharia de transportes. Relembre os fatos que marcaram o Brasil e o mundo há exatos 30 anos, quando nascia uma das mais respeitadas empresas de engenharia consultiva do país.

 

DynaNews Setembro/Outubro 2018

Dynatest é destaque no Ranking da Engenharia Brasileira 2018

 

 

Em setembro anunciamos a publicação do 500 Grandes da Construção – Ranking da Engenharia Brasileira 2018, produzido pela Revista O Empreiteiro, em que a Dynatest ocupou a 4ª colocação em Projetos e Consultoria no quesito variação de receita, registrando uma variação de 52%. No ranking geral, a empresa subiu 13 posições e ocupa hoje o 20º lugar entre Projetistas & Gerenciadoras. Em São Paulo, a Dynatest ocupa o 5º lugar.

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Principais serviços desenvolvidos pela Dynatest em 2018

Este foi um ano intenso de serviços executados pela Dynatest. Para a última DynaNews do ano, a empresa destaca quatro projetos iniciados durante 2018, que incluem estudos de simulação de tráfego, codificação de rodovias com a metodologia iRAP, implementação de sistemas de gestão de rodovias e estudos de viabilidade técnica. Confira:

 

  • Estudo com Simulador de Tráfego em pista experimental da Concessionária Entrevias

(Heavy Vehicle Simulator – HVS)

Em fevereiro, a Dynatest iniciou a realização de ensaios de simulação de tráfego na Rodovia SP-333, no km 322 sentido norte, que cruza o município de Marília, interior de São Paulo. Os estudos, executados em três seções-teste construídas pela Entrevias, têm como objetivo coletar informações sobre os efeitos de cargas de roda em movimento na rodovia. Os resultados dessas análises serão posteriormente aplicados em obras de duplicação previstas pela concessionária.

O Heavy Vehicle Simulator (HVS), utilizado pela Dynatest no projeto, realiza a aplicação de cargas associadas à ação do tráfego de forma acelerada, simulando até 20 anos de deterioração das rodovias em um período de trabalho de até três meses. Além disso, um conjunto de acessórios especiais permitem simular ainda influências ambientais, como variação de temperatura e umidade na estrutura do pavimento.

 

  • Programa Internacional de Avaliação de Rodovias (iRAP) no DAER-RS

Outro projeto importante em que a Dynatest esteve envolvida em 2018 consiste na inspeção de 1498,60 km de rodovias gerenciadas pelo Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem do Rio Grande do Sul (DAER-RS). O plano de trabalho, em desenvolvimento desde agosto, inclui a codificação das rodovias de acordo com a metodologia iRAP, um programa que tem como objetivo modificar a maneira como se pensa sobre segurança rodoviária e, com isso, reduzir a incidência de acidentes nas estradas.

O papel da Dynatest consiste em coletar dados sobre acidentes, fluxo de tráfego, velocidade nas rodovias e seu entorno; produzir um arquivo com todos os atributos da estrada e dados coletados para entrada no programa VIDA, disponível no site do iRAP; compilar os resultados de classificação Estrela e gerar um plano de investimento para estradas mais seguras para indicar áreas de alto risco, moldando assim os futuros investimentos em segurança rodoviária; produzir relatório técnico detalhado de acordo com as especificações do iRAP; realizar treinamento da equipe do DAER-RS.

 

  • Inspeção, inventário rodoviário, desenvolvimento e implementação do Sistema de Gestão de Pavimentos da malha rodoviária boliviana

(Mapa da Red Vial Fundamental – RVF, Bolívia)

Na última DynaNews, anunciamos o contrato do consórcio Dynatest-Insitu com a Administração Rodoviária da Bolívia. Este é mais um dos grandes projetos iniciados pela companhia este ano. O trabalho prevê a criação de um inventário de 12.000 km da rede boliviana, sendo metade dessa extensão composta por estradas pavimentadas.

Será desenvolvido e implementado um Sistema de Gerenciamento Rodoviário (SGC) para a rede rodoviária fundamental da Bolívia. O SGV fornecerá informações atualizadas e confiáveis sobre as rodovias por meio de relatórios específicos e de canais de comunicação pré-determinados. Além disso, serão aplicados também uma equipe de auscultação, inventário da Rede Rodoviária Fundamental da Bolívia (RVF), levantamento da condição do pavimento das estradas pavimentadas da RVF, análise da rede rodoviária, atividades de propostas de conservação, bem como o treinamento de profissionais.

 

  • Elaboração de estudos técnicos para a AGRESE

(Início e fim do trecho analisado)

Para a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de Sergipe (AGRESE), em subcontrato com o Consórcio SANPAC/P4 Concessões/Kappex, a Dynatest iniciou a realização de estudos de viabilidade técnica, econômica e jurídica de trechos que somam 63,7 km de rodovias do estado de Sergipe. De toda a extensão, as análises tiveram como resultado a viabilidade para concessão do segmento localizado entre os km 8,3 e 63,7, o que totaliza um trecho a ser concedido de 55,4 km.

 

 

 

 

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