A influência da infraestrutura das rodovias para os caminhoneiros

A influência da infraestrutura das rodovias para os caminhoneiros

Passar horas consecutivas na estrada é a função de muitos brasileiros todos os dias. Autônomos ou não, caminhoneiros precisam lidar com prazos curtos de entrega, trânsito, sono, cansaço e, muitas vezes, com vias precárias, pavimentos deteriorados e sem sinalização. Por isso, a  influência da infraestrutura das rodovias brasileiras é muito grande para os motoristas, interferindo em sua qualidade de vida e de trabalho.

Pavimentos danificados por efeitos do clima, falta de manutenção e desgaste podem encurtar a vida útil dos caminhões e também afetar a saúde dos caminhoneiros. Pistas esburacadas geram maior trepidação, o que contribui para o surgimento de sintomas como: perda do equilíbrio, lentidão de reflexos, taquicardia, vasoconstricção, alterações na liberação de enzimas e hormônios, dor localizada e difusa, dor de cabeça, mal estar, tonturas, alterações da frequência e capacidade respiratória, falta de concentração, distúrbios visuais e gastrintestinais, cinetose, degeneração de tecido neuromuscular e articular, desmineralização óssea e alterações cardiocirculatórias.

Em relação aos caminhões, a trepidação causa desgaste prematuro dos amortecedores, como a perda de estabilidade em curvas, balanço excessivo em arranques e freadas, vazamento de óleo, barulhos anormais e dano nas rodas. Além disso, o eixo do veículo também fica comprometido, causando desalinhamento e instabilidade durante a direção. Tratam-se de consequências da má qualidade do pavimento que colocam em risco a segurança do motorista e dos demais passageiros da via.

Outro fator relevante ao trabalho dos caminhoneiros é a infraestrutura das rodovias. A falta de postos de gasolina, restaurantes, hotéis e pousadas ao longo das estradas dificulta o rendimento e entrega dos motoristas. Esse é também um fator de risco, já que a falta de descanso apropriado favorece a ocorrência de acidentes na via, assim como a má alimentação pode desencadear doenças crônicas como diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares. 

Caminhoneiros são profissionais fundamentais para a sociedade e a economia do país. Investir na manutenção regular dos pavimentos e na infraestrutura rodoviária é necessário para que esses profissionais essenciais exerçam sua função plenamente. Assim, é possível garantir a qualidade de vida dos motoristas e do serviço que prestam.

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Retrospectiva: relembre os destaques de 2019

Em 2019, a DynaNews cumpriu a missão de informar os assinantes com notícias do setor de engenharia consultiva, além de estudos, projetos, eventos e ações internas da Dynatest. Falamos sobre estudos e equipamentos utilizados em levantamentos, os hobbies das nossas engenheiras, o cenário de privatização brasileiro e mais.

Perdeu algum conteúdo? Confira abaixo os textos de destaque da newsletter bimestral e atualize-se sobre o setor de transportes e engenharia consultiva brasileiro:

1. HWD é empregado em levantamento deflectométrico no Aeroporto Tom Jobim (Janeiro/Fevereiro)

Para assegurar a preservação do pavimento e garantir a aplicação eficiente dos recursos, a Dynatest disponibiliza equipamentos de alto desempenho e softwares com tecnologia avançada que permitem coleta de informações de parâmetros estruturais e funcionais dos pavimentos de forma automatizada. Uma aplicação dessa inteligência se deu no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro – RJ, com o levantamento deflectométrico do pavimento aeroportuário, utilizando o Heavy Weight Deflectometer (HWD).

2. Os hobbies das engenheiras da Dynatest (Março/Abril)

A presença de mulheres na engenharia é crescente nas organizações. No mês passado, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, conversamos com Aline Suzuki e Laís Ferreira, engenheiras da Dynatest, para saber um pouco mais sobre a sua trajetória profissional e, também, para conhecer quais são suas principais atividades nos momentos livres. Confira.

3. Entenda o cenário de privatização dos aeroportos brasileiros (Maio/Junho)

A privatização de aeroportos brasileiros é um movimento que vem avançando nos últimos tempos. Em março de 2019, o governo federal leiloou 12 aeroportos na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), divididos entre as regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. Leia o texto e saiba mais.

4. Novo leilão de rodovias acontecerá em 18 de setembro de 2019 (Jul/Ago)

O leilão das rodovias BR-364 e BR-365 foi marcado para o dia 18 de setembro de 2019, segundo edital da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), na sede da Bolsa de Valores B3, em São Paulo. O trecho leiloado possui 437 quilômetros de extensão e está situado entre as divisas de Minas Gerais e Goiás, ligando Uberlândia (MG) e Jataí (GO).

5. Presença internacional: Dynatest realiza levantamentos em pavimentos rodoviários da Bolívia (Setembro/Outubro)

A presença da Dynatest Brasil já é conhecida internacionalmente por serviços de consultoria rodoviária. No começo de 2019, a empresa encarou um novo desafio: realizar levantamentos em 12 mil quilômetros de rodovias bolivianas.

O consórcio formado pelas empresas Dynatest e InSitu, por meio de seu contrato assinado em agosto de 2018 com a Administradora Boliviana de Carreteras (ABC), tem como responsabilidade realizar o Monitoramento, Inventário Viário e desenvolvimento de Sistema de Gestão Viário para as rodovias da Rede Rodoviária Fundamental (RVF), que engloba maior parte da malha da Bolívia.

6. Dynatest mobiliza funcionários em campanhas de prevenção (Novembro/Dezembro)

Os meses de outubro e novembro são marcados pelas campanhas de conscientização contra o câncer de mama e de próstata, o Outubro Rosa e Novembro Azul, respectivamente. Durante este período, a Dynatest tem mobilizado seus profissionais com o objetivo de ressaltar a importância da prevenção e cuidados para manter a saúde sempre em dia.

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Rodovias pelo mundo: como dirigir fora do país?

Viagens de carro são sempre sinônimo de diversão e aventura, especialmente quando acompanhadas da família e amigos. E quando se viaja para o exterior, planejar um roteiro de carro é um ótimo jeito de conhecer diversos lugares sem gastar muito – além de apreciar belíssimas paisagens e adentrar a cultura do país.

Para os brasileiros é possível explorar as estradas estrangeiras com a Permissão Internacional para Dirigir (PID), documento emitido pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). A permissão só se torna obrigatória a partir de 180 dias de viagem, mas é válida e recomendada nos países signatários da Convenção de Viena ou que atendem ao Princípio de Reciprocidade.

Dentro desses países que fazem parte dos acordos, é possível viajar apenas com a CNH brasileira, desde que o documento esteja traduzido no idioma oficial do país. No entanto, possuir a PID facilita os procedimentos em casos de acidentes ou infrações de trânsito, no aluguel de veículos e ao acionar o seguro.

Anel Viário de Kerry, Irlanda

A PID é obrigatória em países da África, Oriente Médio, Austrália e Nova Zelândia. Já no Japão e na China, só é possível dirigir com a habilitação local, devido às restrições dos idiomas. Qualquer pessoa com a CNH dentro da validade pode tirar a PID, que tem validade de 3 anos ou até o prazo de validade da habilitação.

Lembre-se também de verificar qual a idade mínima permitida para dirigir no país destino. Nos Estados Unidos, Canadá, México e na maioria da Europa, estrangeiros precisam ter no mínimo 25 anos para poder conduzir.

Carretera Austral, Chile

Em caso de multas por excesso de velocidade ou outras infrações, é necessário agir com cautela, já que alguns países possuem fiscalização rigorosa. Ao ser parado por algum agente rodoviário, procure fazer o pagamento no ato da infração, dependendo do que for permitido dentro do país: seja por cartão de crédito, transferência internacional ou em uma agência de correio.

Por último, mas não menos importante: não se esqueça do seguro viagem internacional! Além de obrigatório, ele garante um passeio tranquilo e com segurança para a família e amigos que estarão com você na viagem.

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Pontes e a importância de manutenção e gerenciamento de qualidade

O desenvolvimento do projeto e a construção de obras de arte especiais como pontes e viadutos requer estudos minuciosos, profissionais capacitados e serviço de alta qualidade e tecnologia, a fim de garantir a segurança desses grandes empreendimentos.

Mas o cuidado precisa ir além do período de pesquisa, elaboração e finalização do projeto: grandes obras precisam de manutenção e gerenciamento para continuar oferecendo segurança e garantir a integridade física de seus usuários.

Não é difícil encontrar pontes e viadutos em estados de emergência pelo Brasil, e isso ficou evidente quando o viaduto da pista expressa da Marginal Pinheiros, próximo à ponte do Jaguaré, cedeu dois metros em novembro de 2018. Após o episódio, a Prefeitura de São Paulo organizou inspeções emergenciais em outras pontes com risco de colapso.

Esse caso evidencia a importância de manutenções frequentes e um gerenciamento de qualidade, a fim de corrigir eventuais problemas devido a fatores temporais e de uso que possam afetar a viabilidade da estrutura.

Gerenciamento de empreendimentos

Um dos serviços prestados pela Dynatest Engenharia envolve o gerenciamento de empreendimentos, feito de forma eficiente e a cumprir os objetivos de obras de infraestrutura do país. A Dynatest executa a implantação de uma estratégia produtiva que antecipa problemas e apresenta um plano de mitigação preventivo.

O alicerce ideal para o controle de qualidade na execução de um projeto compreende acompanhamento contínuo do cronograma sócio-financeiro e do fluxo de caixa da obra. São desenvolvidos softwares de gestão customizados para cada projeto, que tornam o gerenciamento mais efetivo.

A empresa também realiza supervisão de obras, que consiste no acompanhamento diário e local da construção. Nesta atividade, a empresa assegura que todas as etapas sejam contempladas de acordo com o projeto, por meio de fiscalizações com foco no cumprimento de prazos, especificações e na transparência durante todo o processo. Os laboratórios da Dynatest estão sempre presentes nas atividades de supervisão e fiscalização, com destaque para o uso de modernos equipamentos laboratoriais e avaliação estrutural, além de uma equipe com profissionais experientes, competentes e de elevado conhecimento técnico.

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Conheça o Programa para a Melhoria da Segurança Rodoviária

No Brasil, a cada uma hora, 5 pessoas morrem em acidentes de trânsito, segundo relatório divulgado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Em 2017, o número de pessoas mortas em acidentes de trânsito caiu 20% comparado a 2011, conforme dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde, no entanto, a taxa ainda continua alarmante.

Para diminuir cada vez mais os índices de mortalidade nas rodovias, existe uma série de iniciativas que buscam conscientizar motoristas e passageiros sobre práticas seguras no trânsito. Uma delas é a Década de Ação pela Segurança no Trânsito, da Organização Mundial da Saúde (OMS), lançado em 2011, com o objetivo global de reduzir pela metade o número de feridos e mortos em acidentes de trânsito até 2020, nos 110 países participantes.

No Brasil, além do Maio Amarelo – mês de conscientização sobre mortes no trânsito –, existe também o Programa para a Melhoria da Segurança Rodoviária (PSMR) por Intermédio do Tratamento de Segmentos Críticos, desenvolvido pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), a fim de minimizar cada vez mais a taxa de mortalidade nas rodovias.

Com o mote “Não existe ninguém que não faça falta para alguém”, o programa faz uma (1) coleta de dados sobre acidentes sem vítimas, com vítimas e com óbitos e identifica segmentos críticos* de acidentes, (2) propõe uma matriz de intervenções e (3) prioriza as ações com base em três valores: gasto por veículo, importância da rodovia e potencial de redução de severidade.


Etapa de identificação de locais críticos (1)
Matriz de intervenções (2)
Priorização (3)

*Segmentos críticos são quaisquer localidades que possuem um alto valor esperado de acidentes em comparação a lugares similares, devido a fatores de risco locais.

O PSMR é fundamental para a manutenção correta de rodovias e prevenção de acidentes, uma vez que incentiva serviços cada vez mais qualificados e seguros por parte das concessionárias de rodovias do país. Continue acompanhando o DynaBlog e saiba mais sobre os projetos de infraestrutura de transportes da Dynatest.

Fonte: G1.

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Conheça inovações tecnológicas em aeroportos pelo mundo

A tecnologia vem cumprindo muito bem sua função em otimizar processos do cotidiano, e é claro que os aeroportos não poderiam ficar de fora. Há cada vez mais soluções inteligentes para promover segurança e facilitar o fluxo de passageiros e o tráfego aéreo. Veja abaixo algumas dessas inovações nos terminais pelo mundo:

Aeroporto Internacional de Guarulhos

O Aeroporto Internacional de Guarulhos, após a inauguração do Terminal 3, apostou nos e-gates: portões eletrônicos automatizados que agilizam o processo de inspeção de passaporte realizado pela Polícia Federal. Em 30 segundos, o sistema checa as informações do documento pelo chip eletrônico, além de fazer o reconhecimento biométrico-facial do passageiro. Com a confirmação da autenticidade do passaporte, os portões se abrem para que os usuários acessem a área de embarque com o controle remoto da polícia.

Aeroporto de Brasília

O Aeroporto de Brasília conta com o Serviço de Automação de Bagagem, no qual as malas são classificadas sem contato humano, o que reduz erros, flexibiliza o processo e oferece maior precisão nos casos de inspeção. Equipamentos de raio-x integrados às linhas verificam as bagagens nas áreas de desvio de malas suspeitas.

Aeroporto Incheon Seul, Coréia do Sul

O Aeroporto Incheon é considerado um dos melhores terminais da Ásia e também do mundo, e utiliza o sistema ILS Cat-III, tecnologia que combina instrumentos que garantim aterrisagens precisas e seguras, até mesmo em situações de pouca visibilidade. O recurso dá o máximo de informações e sugestões de manobra à tripulação dos aviões durante o pouso.

Aeroporto de Detroit, Estados Unidos

Para diminuir o risco de acidentes e a alta emissão de gases poluentes, o terminal conta com um método diferente de abastecimento das aeronaves: em vez de apostar nos caminhões-tanque, que levam o combustível de um lado para o outro na pista, profissionais do aeroporto desenvolveram e instalaram hidrantes no perímetro de pouso e decolagem. O sistema abastece os aviões de forma mais prática e segura, sendo menos prejudicial ao meio ambiente.

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Como garantir a segurança dos trabalhadores em construções rodoviárias

Realizar serviços que influenciam no tráfego da rodovia, em um país onde a maioria do transporte logístico é realizado neste modal, muitas vezes, é um desafio. Devem ser seguidos protocolos rigorosos para garantir a segurança dos usuários, e provocar o mínimo de transtorno durante a realização dos mesmos. Abaixo, veja procedimentos necessários para garantir o deslocamento seguro de motoristas e a integridade de funcionários:

1. Planejamento de trânsito na região dos serviços

A prioridade durante os serviços é a segurança dos motoristas, passageiros e funcionários. A via deve estar livre de grandes impedimentos para não interferir ou interferir o mínimo possível na fluidez do tráfego rodoviário. Para isso, é necessário investimento em sinalizações e ações que facilitem o fluxo de veículos, especialmente em dias mais movimentados.

2. Sinalização clara e positiva

Sinalizações e advertências devem ser instaladas em uma distância adequada, antes do local a ser realizado determinado serviço, para que motoristas, ciclistas e pedestres sejam avisados com antecedência de alterações de rota ou obstáculos, evitando, dessa maneira, possíveis acidentes.

A comunicação deve ser positiva, indicando ao usuário como atravessar a zona do serviço de forma segura. São utilizados aparatos como placas, cones e painéis de mensagem. Outra forma de controle de tráfego são as equipes de sinalização, instruídas adequadamente e equipadas com roupas específicas e bandeiras para chamar a atenção dos usuários da via.

3. Capacitação dos profissionais

Este princípio é fundamental. O uso de dispositivos de segurança é indispensável, no entanto, o fator humano é de grande importância, uma vez que os funcionários precisam ser conscientizados sobre a necessidade em seguir e implantar os processos de segurança nos locais dos serviços a serem realizados. Além da conscientização, os responsáveis pelos serviços devem capacitar as equipes e assegurar que sigam corretamente os padrões de segurança estabelecidos pela Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho e Emprego NR 6, entre outras.

Todos os profissionais passam por treinamento adequado, incluindo o uso de equipamentos de proteção individual, os EPI’s. Essas ações têm como objetivo a redução de riscos de acidentes e prejuízos à saúde dos trabalhadores.

4. Boa comunicação

Para garantir a segurança dos trabalhadores e demais pessoas envolvidas, é recomendado emitir avisos antecipados e colaborar com os meios de comunicação interessados sobre as condições do trecho. O cronograma dos serviços informa detalhes sobre o início e previsão de término.

Continue acompanhando o DynaBlog para saber mais sobre o setor de engenharia consultiva e a atuação da Dynatest.

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Confira os destaques da atuação da Dynatest nos últimos três anos

Ao longo dos últimos 3 anos, a atuação da Dynatest Engenharia ampliou consideravelmente, tanto em termos de faturamento quanto em concessões e quilômetros de faixas avaliados – divididos entre a malha rodoviária e pavimentos aeroportuários. Atuando em diferentes setores de transporte, adquiriu novos clientes e fortaleceu parcerias já estabelecidas.

Os clientes incluem empresas privadas e empresas públicas, para os quais prestamos diversos tipos de serviço, tais como:

  • Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental – EVTEA;
  • Projetos de pavimento, drenagem, OAE, geometria, terraplenagem etc;
  • Gerenciamento de empreendimentos;
  • Monitoramento de pavimento;
  • Assessoria técnica;
  • Sistema de gestão de pavimento;
  • Consultoria;
  • Estudos;
  • Pesquisas;
  • Supervisão de obra;
  • Controle de qualidade/tecnológico;
  • Assessoria técnica;
  • Segurança Viária.

Tratando-se de quilômetros de pavimentos avaliados nos últimos 3 anos, foram 78.158,96 apenas sob responsabilidade de empresas privadas. Além dos aeroportos, públicos e privados, que totalizaram cerca de cem quilômetros.

Sendo a extensão do globo terrestre de aproximadamente 40.075 km, podemos afirmar que realizamos o equivalente a quase 2 voltas ao mundo em apenas 3 anos, dados que demonstram um grande crescimento e emprenho de nossas equipes e parcerias.

Segundo o Anuário CNT do Transporte 2018, o Brasil possui cerca de 1,7 milhões de estradas. Destas, apenas 221.820 são pavimentadas, logo, o crescimento das malhas rodoviárias da empresa possui um longo percurso, mas estará presente para alçar novos voos e cada vez mais voltas ao mundo em prol dos da segurança dos usuários.

Quais as metas para 2019?

Considerando todos os destaques dos últimos anos, vemos que a Dynatest Brasil vem percorrendo um caminho sólido e próspero, investindo na capacitação de sua equipe e garantindo a qualidade de seus projetos e concessões. Para este ano, as expectativas são ainda maiores, e continuam incluindo a conquista de novos parceiros e o fortalecimento da relação e atendimento dos clientes atuais.

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Fatores importantes na construção de pistas de pouso e decolagem

Viajar de avião no Brasil se tornou muito mais acessível nos últimos dez anos.  Segundo dados do Anuário do Transporte Aéreo, elaborado pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), foram registrados mais de 109 milhões de passageiros nos voos domésticos e internacionais em 2016.

Com aumento de demanda, aeroportos são modernizados e possuem um fluxo mais intenso a cada ano. Por isso, é necessário garantir a segurança de passageiros, tripulantes e funcionários desde a construção dos pavimentos dos terminais. Abaixo, saiba o que deve ser levado em consideração nas obras de pistas de pouso e decolagem dos aeroportos:

Composição

A composição das pistas de aeroportos bem movimentados, geralmente, inclui concreto ou asfalto. Em campos de aterrisagem menor ou em áreas isoladas, as pistas podem ser feitas com terra, pedras ou grama.

O pavimento de concreto tem a alta durabilidade como vantagem, no entanto, há um custo inicial e dificuldades de manutenção. Já o elemento asfáltico facilita a manutenção, porém necessita de fresagem e reforços estruturais mais prematuros.

Características gerais

Espaço nunca é demais: é imprescindível que as pistas de pouso e decolagem de aeroportos sejam longas e largas o suficiente para permitirem operações de aviões maiores e evitar acidentes e colisões.  Outra característica indispensável é que as vias sejam planas, sem inclinações ou com a mínima inclinação possível.

Existem cabeceiras das pistas de aterrisagem dos aeroportos que precisam ser livres de obstáculos ou objetos estranhos que dificultem ou ponham em risco a operação dos pilotos. Por isso, as linhas de tráfego aéreo devem ser distantes de torres e prédios. Há também as taxiways, pistas de auxílio que agilizam o tráfego de aeronaves no solo – após o pouso ou decolagem.

Fatores naturais

Outro ponto importante é que a construção das pistas precisa levar em conta o padrão dos ventos do local. Os ventos devem ser paralelos às pistas no mínimo 95% do tempo para assegurar a tranquilidade no pouso ou decolagem. Os ventos laterais são responsáveis pelas turbulências e até podem causar acidentes.

Seções


As pistas são divididas em seções por meio de marcações em branco ou amarelo

As pistas precisam de marcações, números e linhas centrais delimitando qual pista é utilizada em condições normais, e a área de escape, livre de obstáculos. As áreas marcadas em amarelo são os blast pads, destinadas aos pousos de emergência, com superfície menos resistente que a da pista principal. Os espaços antes da pista são as limiares deslocadas, utilizadas para taxiamento – e não recomendadas para impacto de pousos.

Iluminação

Outro requisito para a construção das pistas é a iluminação, para pousos noturnos e em dias de chuvas ou neve. Todos os aeroportos devem, obrigatoriamente, apresentar o conjunto de luzes abaixo:

•          REIL (Runway End Identifier Lights) – Luzes piscantes sincronizadas instaladas antes da pista;

•          End lights – Luzes que marcam o início da pista;

•          Edge lights – Luzes elevadas que marcam as bordas da pista;

•          RCLS (Runway Centerline Lighting System) – Luzes que marcam o meio da pista, são colocadas a 15m de distância uma da outra;

•          TDZL (Touchdown Zone Lights) – linhas compostas por 3 luzes brancas com intervalos de 30 e 60 metros, marcam a área de toque da aeronave;

•          Luzes de taxiamento – Colocadas na área de taxiamento da pista;

•          LAHSO (Land and Hold Short Lights) – Luzes piscantes que marcam o cruzamento de pistas;

•          ALS (Approach Lighting System) – Luzes que indicam aproximação da pista;

Para saber mais sobre assuntos do setor de transportes no geral, acesse o DynaBlog e acompanhe a Dynatest Engenharia no Facebook e no LinkedIn.

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Por trás de uma boa obra há um bom projeto: o que são projetos multidisciplinares

Para que um projeto seja concluído com sucesso, é imprescindível que todos os profissionais envolvidos estejam alinhados a respeito de seus papeis para garantir harmonia e equilíbrio em todas as etapas de desenvolvimento de um empreendimento. Como fazer com que áreas específicas se comuniquem e atuem de forma integrada para atender às demandas do cliente? O DynaBlog aborda hoje a definição de projeto de engenharia multidisciplinar, ponto chave para assegurar a viabilidade e qualidade de qualquer obra de engenharia viária.

Uma equipe multidisciplinar de trabalho envolve, além de uma equipe de engenheiros, arquitetos, planejadores, agrimensores, consultores de qualidade do ar e poluição sonora, entre outros. Cada uma dessas especialidades desempenha funções estratégias dentro de um projeto. Essa grande rede é essencial, uma vez que a construção de uma via interfere diretamente no tráfego de toda uma região, e pode impactar o movimento de pedestres, a funcionalidade do transporte público e, de modo geral, a maneira com que as pessoas se locomovem naquela região.

Por essa razão, contar com profissionais experientes em cada uma dessas muitas áreas é imprescindível. Nisso reside a essência de um projeto multidisciplinar de engenharia. Com a reunião dos dados coletados pelos diferentes profissionais assegura-se que qualquer estudo, decisão ou etapa do projeto ocorra sem interferências no resultado final do empreendimento. Uma boa operação reduz potencialmente os custos da obra e promove ainda mais segurança aos usuários.

Além de um time experiente, é importante que os membros trabalhem de maneira integrada. Uma estratégia aplicada pela Dynatest para garantir essa sinergia consiste no Building Information Modeling (BIM), ou Modelo de Construção da Informação, um novo conceito para projetos nas áreas de edifícios, infraestrutura, indústria e serviços. Essa metodologia permite incorporar dados obtidos por diversas disciplinas em um modelo de construção virtual, para que se possa acompanhar todo o processo executivo da obra, além de reduzir riscos e os custos totais do projeto.

A Dynatest atua em parceria com a Coordenação de Planejamento e Programação de Investimentos (CGPLAN) e o setor de Geotecnologias Aplicadas em estudos para estruturação e construção de uma metodologia operacional para implantação do BIM durante as fases iniciais de um empreendimento rodoviário.

Quer saber mais? Fale conosco: http://dynatest.com.br/contato

 

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