Veja como funcionam os estudos e cálculos de PCN em pavimentos aeroviários

Veja como funcionam os estudos e cálculos de PCN em pavimentos aeroviários

Um dos serviços prestados pela Dynatest Engenharia são os estudos do PCN (Número de Classificação do Pavimento) em pavimentos aeroviários. Estes cálculos têm o objetivo de avaliar a condição estrutural das pistas de pouso e decolagem em aeroportos, para assegurar a integridade estrutural da pista e segurança operacional das aeronaves.

Os estudos técnicos são feitos através de levantamentos deflectométricos, nos quais o valor do PCN representa a capacidade de carga de um pavimento. O índice deve, então, ser comparado ao ACN (Número de Classificação da Aeronave), que expressa o efeito relativo de uma aeronave com determinada carga. Um avião só pode operar com o valor de ACN menor que o valor de PCN do pavimento. Essa é uma informação importante para garantir a funcionalidade das pistas do aeródromo.

O valor do PCN do pavimento, por sua vez, depende significativamente de três elementos:

  1. Mix de aeronaves no aeródromo;
  2. Estrutura do pavimento (espessuras e tipos de materiais);
  3. Número de passadas das aeronaves sobre o pavimento considerado.

Toda vez que há uma mudança significativa do pavimento ou do mix de aeronaves, é necessária uma nova avaliação do ACN/PCN por parte dos operadores de aeródromos.

Tecnologias como o Falling Weight Deflectometer (FWD) ou Heavy-Falling Weight Deflectometer (HWD), desenvolvidas pelas Dynatest, são as mais utilizadas neste tipo de levantamento das bacias de deflexão. A principal diferença entre os dois é a intensidade da carga aplicada ao pavimento, e sua escolha deve ser determinada em função dos tipos de aeronaves que operam no aeroporto, robustez da estrutura do pavimento e volume de tráfego do aeroporto. Além disso, o serviço deve ser realizados com a seguinte aparelhagem:

  • Reboque tracionado por veículo;
  • Sistema de registro de dados com hodômetro de precisão, GPS e laptop na cabine do veículo;
  • Deflectômetro de impacto tipo FWD ou HWD instalado no reboque (com placa de carga e barra de suporte dos sensores);
  • Sistema de aquisição de dados constituído por célula de carga, sensores, termômetros para temperatura do ar e do pavimento;
  • Os sensores de deslocamento (geofones) dispostos ao longo da barra de suporte, de modo a permitir a perfeita determinação da bacia de deflexões. O equipamento deverá possuir pelo menos 7 (sete) sensores.

Para o serviço, é necessário que haja, além dos levantamentos defletométricos, informações sobre o tipo e espessuras das camadas do pavimento, bem como do subleito de apoio, sendo indicada a execução de sondagens do pavimento e ensaios geotécnicos. Desta forma, os dados de deflexão poderão ser associados às sondagens do pavimento para se obter os módulos de elasticidade da estrutura, através de softwares específicos.

Após a execução do serviço, é realizado o processamento dos dados, análise e interpretação e os resultados são apresentados em formato de planilhas, gráficos e mapas indicando a capacidade estrutural do pavimento.  Na verificação da condição estrutural do pavimento, caso ela se mostre inadequada, sugere-se: (1) uma nova análise técnica e de segurança operacional, para avaliar ações de manutenção corretiva; (2) a proibição de sobrecarga do pavimento e restrição da operação e (3) a elaboração de um plano de restauração, indicando quais intervenções devem ser executadas.

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Conheça o Heavy Vehicle Simulator, equipamento de avaliação do desempenho de pavimentos

Uma vez que um projeto rodoviário é concluído, o próximo passo é avaliar o desempenho do pavimento. No entanto, esta verificação pode levar até dez anos de espera, a paritir dos resultados de atuação do tráfego sobre a rodovia.

Porém, com a utilização de um “simulador de tráfego”, é possível reproduzir, num curto espaço de tempo, o tráfego previsto para os diversos trechos da rodovia. Esta é a principal função do Heavy Vehicle Simulator (HVS).

Esse tipo de técnica, com ensaios acelerados por simuladores de tráfego, vem sendo amplamente utilizada nas rodovias brasileiras, principalmente pela Dynatest. Ela funciona como ferramenta de apoio na tomada de decisões, não só em relação à conservação do pavimento, como também no teste de novos materiais.

A tecnologia do Heavy Vehicle Simulator é um utilizada para a aplicação das cargas associadas à ação do tráfego de forma acelerada. É capaz de simular 20 anos de deterioração nas rodovias em até três meses, além de possibilitar o entendimento dos mecanismos da deterioração causada pelo tráfego e, em até certo grau, por fatores ambientais.

O equipamento é operado hidraulicamente e os carregamentos podem ser aplicados em eixos com rodas simples ou duplas, que são movimentados para frente e para trás em um espaço de seis metros de comprimento do pavimento (em uma trilha com largura de 1,5m, dependendo do eixo utilizado). As sessões de teste podem ser trafegadas em duas direções, para maximizar a produtividade, ou em apenas uma direção, quando apropriado.

Influências ambientais, como variação de temperatura e umidade na estrutura do pavimento, podem ser simuladas através de um conjunto de acessórios especiais que incluem uma câmara de controle. Esta possibilidade permite aos pesquisadores interpretarem informações do Heavy Vehicle Simulator relativas ao desempenho dos pavimentos sobre o tráfego e condições ambientais reais.

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A influência da infraestrutura das rodovias para os caminhoneiros

Passar horas consecutivas na estrada é a função de muitos brasileiros todos os dias. Autônomos ou não, caminhoneiros precisam lidar com prazos curtos de entrega, trânsito, sono, cansaço e, muitas vezes, com vias precárias, pavimentos deteriorados e sem sinalização. Por isso, a  influência da infraestrutura das rodovias brasileiras é muito grande para os motoristas, interferindo em sua qualidade de vida e de trabalho.

Pavimentos danificados por efeitos do clima, falta de manutenção e desgaste podem encurtar a vida útil dos caminhões e também afetar a saúde dos caminhoneiros. Pistas esburacadas geram maior trepidação, o que contribui para o surgimento de sintomas como: perda do equilíbrio, lentidão de reflexos, taquicardia, vasoconstricção, alterações na liberação de enzimas e hormônios, dor localizada e difusa, dor de cabeça, mal estar, tonturas, alterações da frequência e capacidade respiratória, falta de concentração, distúrbios visuais e gastrintestinais, cinetose, degeneração de tecido neuromuscular e articular, desmineralização óssea e alterações cardiocirculatórias.

Em relação aos caminhões, a trepidação causa desgaste prematuro dos amortecedores, como a perda de estabilidade em curvas, balanço excessivo em arranques e freadas, vazamento de óleo, barulhos anormais e dano nas rodas. Além disso, o eixo do veículo também fica comprometido, causando desalinhamento e instabilidade durante a direção. Tratam-se de consequências da má qualidade do pavimento que colocam em risco a segurança do motorista e dos demais passageiros da via.

Outro fator relevante ao trabalho dos caminhoneiros é a infraestrutura das rodovias. A falta de postos de gasolina, restaurantes, hotéis e pousadas ao longo das estradas dificulta o rendimento e entrega dos motoristas. Esse é também um fator de risco, já que a falta de descanso apropriado favorece a ocorrência de acidentes na via, assim como a má alimentação pode desencadear doenças crônicas como diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares. 

Caminhoneiros são profissionais fundamentais para a sociedade e a economia do país. Investir na manutenção regular dos pavimentos e na infraestrutura rodoviária é necessário para que esses profissionais essenciais exerçam sua função plenamente. Assim, é possível garantir a qualidade de vida dos motoristas e do serviço que prestam.

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Como a engenharia consultiva pode beneficiar usuários de rodovias

A engenharia consultiva está presente em todas as fases de desenvolvimento, implantação e manutenções de obras rodoviárias. Ao contratar os serviços de uma empresa de consultoria para projetos rodoviários, os maiores beneficiados serão os cidadãos. Mas você sabe, afinal, como a engenharia consultiva pode beneficiar os usuários de rodovias?

Investir em uma boa infraestrutura de transportes é essencial para o desenvolvimento econômico de um país, uma vez que aproxima as distâncias entre regiões e fornece o acesso a bens e serviços pela população. No Brasil, um dos países com maior extensão territorial do mundo, o transporte rodoviário é o modal mais utilizado. Para aproximar os produtores e consumidores, o setor de transportes necessita de projetos estruturados, capazes de impulsionar o crescimento econômico e social do país.

E é aqui que entra a engenharia consultiva: um empreendimento civil, principalmente rodoviário, necessita de profissionais aptos a analisarem o panorama da obra. Os engenheiros consultivos devem garantir o cumprimento de prazos, o orçamento estabelecido e seguir normas técnicas e ambientais para assegurar o bom funcionamento da via. Além disso, a equipe tem a função de realizar estudos técnicos, ambientais e econômicos para a elaboração do projeto final da obra.

Um exemplo de pesquisa são os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA), que reúnem informações obtidas em pesquisas de campo, coleta de dados e avaliações para um futuro projeto, além do diagnóstico de problemas e definição das melhores soluções para o contratante e os usuários. Veja abaixo os benefícios que os cidadãos podem obter do desenvolvimento, implantação e gestão corretas dos empreendimentos rodoviários:

Estruturação do projeto. A construção de estradas a partir de um planejamento estruturado, levando em consideração detalhes técnicos, sociais e ambientais, proporciona qualidade à obra, evitando quaisquer problemas durante a execução, como aditivos financeiros, atrasos ou acidentes. Além disso, pode proporcionar crescimento econômico e/ou mudanças na rotina da população no entorno do empreendimento.

Melhor execução e fiscalização da obra. O projeto da obra funciona como um guia de execução, indicando as etapas do serviço a ser realizado, prazos, prestadores envolvidos, compra de materiais etc. Os detalhes fazem com que a execução seja a mais assertiva possível, já que envolve as construturas, escritórios de engenharia, coordenadores e gestores responsáveis pela segurança dos profissionais envolvidos e do meio ambiente. E na hora da fiscalização, os profissionais representantes do órgão contratante realizam vistorias periódicas para acompanhar a qualidade dos trabalhos e materiais utilizados, assim como o monitoramento de normas ambientais previstas, benefício de usufruto de toda a sociedade.

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Entenda mais sobre tipos de pavimentos de aeroportos e suas características

Dentre os serviços prestados pela Dynatest em aeroportos estão inclusos levantamentos em pista tais como sondagens, inspeção por georadar, avaliação da condição estrutural do pavimento com deflectometros de impacto, avaliação da condição superficial do pavimento por escaneamento a laser, além de implementação de Sistemas de Gerênciamento de Pavimentos Aeroportuários (SGPA), avaliação da capacidade de suporte do pavimento pela metodologia ACN-PCN, avaliação da estratégias de manutenção e aplicação de recursos, análise de segurança operacional e projetos de pavimentos aeroportuários.  

Estes projetos requerem conhecimento técnico-normativo nacional e internacional no que rege as condições mínimas exigidas para uma operação segura e eficiente das aeronaves, equipamentos e softwares de última geração para permitir precisão e geolocalização espacial, planejamento e execução eficientes devido a complexidade dos tipos de pavimentos encontrados em cada área, cada qual com suas respectivas exigências e especificações.

Os principais tipos de pavimentos e suas aplicações nos aeroportos são:

1. Pavimento em concreto

Utilizado principalmente em pátios de estacionamento de aeronaves, mas também encontrado em menor quantidade em pistas de pouso e decolagem, taxiways e vias de serviço. Tem maior capacidade de suporte, no entanto, o custo inicial é alto e há dificuldades na manutenção, principalmente em pistas de pouso e decolagem, uma vez que deve-se isolar a área por alguns dias para permitir a cura do concreto.

2. Pavimento asfáltico

Amplamente utilizado em pistas de pouso e decolagem, taxiways e vias de serviço, encontrado em menor quantidade nos pátios de estacionamento de aeronaves.  Possui menor custo inicial e facilidade de manutenção com liberação rápida da pista, porém está mais sujeito a deformações plásticas exigindo manutenção mais frequente.

3. Pavimento em blocos intertravados

Utilizado apenas nas áreas de pouco tráfego como estacionamentos. As principais vantagens são a facilidade e rapidez de manutenção, liberação imediata do tráfego após colocação, e ser um pavimento permeável. As devantagens são o alto custo inicial a relativa facilidade de deslocamento dos blocos por trepidação o que pode causar a movimentação ao longo do tempo, por isso seu uso é restrito.

O pavimento de concreto ganhou força nos últimos anos, principalmente por seu custo tornar-se mais competitivo diante do aumento dos preços dos derivados de petróleo.

No Brasil, a maioria dos aeroportos de médio e grande porte possui pavimentos com estrutura de concreto simples nas áreas de pouso, decolagem e estacionamentos. Essas estruturas apresentam algumas limitações em relação ao tamanho das placas e controle de fissuração. No entanto, há muitas vantagens competitivas do pavimento de concreto (rígidos), como por exemplo:

  • Desempenho e durabilidade;
  • Grande resistência a deformações;
  • Distribuição eficaz das tensões;
  • Menor risco de aquaplanagem;
  • Redução das ilhas de calor;
  • Execução e controle de obra rigorosos;
  • Maior vida útil.

Já os pavimentos asfálticos (flexíveis) são mais comuns nos aeroportos de pequeno e médio porte. Apresentam benefícios como:

  • Flexibilidade e facilidade de execução;
  • Menor tempo de execução;
  • Alta automatização do processo de construção, com máquinas específicas;
  • Menor custo inicial.

Em países de temperatura média elevada, como o Brasil, o asfalto tende a amolecer e deformar, necessitando constantes atividades de manutenção, portanto sua eficiência no longo prazo é discutível.

Por fim, o pavimento em blocos intertravados (semi-flexível) incorpora características dos dois outros tipos de pavimentação. No entanto, seu uso é restrito às áreas de taxiamento e estacionamento nos terminais aeroviários. Possui pontos positivos como:

  • Facilidade e rapidez de manutenção
  • Permeabilidade;
  • Resistência à agentes químicos;
  • Baixa manutenção;
  • Maior aderência aos pneus;
  • Sem necessidade de cura, liberação imediata do tráfego.

Cada projeto deve levar em consideração diversos fatores antes de optar pelo pavimento mais adequado, como o tipo de subleito onde vai ser apoiado, número de solicitações do tráfego, previsões de aumento de operações, orçamento, necessidades específicas do cliente, exigências normativas e de fiscalização regulares. Além disso, deve-se garantir a eficiência no planejamento, manutenção, execução e segurança operacional.

Fontes: Estudo da Universidade de São Paulo, IBTS, Tetracon e Portal Itambé.

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Retrospectiva: relembre os destaques de 2019

Em 2019, a DynaNews cumpriu a missão de informar os assinantes com notícias do setor de engenharia consultiva, além de estudos, projetos, eventos e ações internas da Dynatest. Falamos sobre estudos e equipamentos utilizados em levantamentos, os hobbies das nossas engenheiras, o cenário de privatização brasileiro e mais.

Perdeu algum conteúdo? Confira abaixo os textos de destaque da newsletter bimestral e atualize-se sobre o setor de transportes e engenharia consultiva brasileiro:

1. HWD é empregado em levantamento deflectométrico no Aeroporto Tom Jobim (Janeiro/Fevereiro)

Para assegurar a preservação do pavimento e garantir a aplicação eficiente dos recursos, a Dynatest disponibiliza equipamentos de alto desempenho e softwares com tecnologia avançada que permitem coleta de informações de parâmetros estruturais e funcionais dos pavimentos de forma automatizada. Uma aplicação dessa inteligência se deu no Aeroporto Internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro – RJ, com o levantamento deflectométrico do pavimento aeroportuário, utilizando o Heavy Weight Deflectometer (HWD).

2. Os hobbies das engenheiras da Dynatest (Março/Abril)

A presença de mulheres na engenharia é crescente nas organizações. No mês passado, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, conversamos com Aline Suzuki e Laís Ferreira, engenheiras da Dynatest, para saber um pouco mais sobre a sua trajetória profissional e, também, para conhecer quais são suas principais atividades nos momentos livres. Confira.

3. Entenda o cenário de privatização dos aeroportos brasileiros (Maio/Junho)

A privatização de aeroportos brasileiros é um movimento que vem avançando nos últimos tempos. Em março de 2019, o governo federal leiloou 12 aeroportos na Bolsa de Valores de São Paulo (B3), divididos entre as regiões Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. Leia o texto e saiba mais.

4. Novo leilão de rodovias acontecerá em 18 de setembro de 2019 (Jul/Ago)

O leilão das rodovias BR-364 e BR-365 foi marcado para o dia 18 de setembro de 2019, segundo edital da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), na sede da Bolsa de Valores B3, em São Paulo. O trecho leiloado possui 437 quilômetros de extensão e está situado entre as divisas de Minas Gerais e Goiás, ligando Uberlândia (MG) e Jataí (GO).

5. Presença internacional: Dynatest realiza levantamentos em pavimentos rodoviários da Bolívia (Setembro/Outubro)

A presença da Dynatest Brasil já é conhecida internacionalmente por serviços de consultoria rodoviária. No começo de 2019, a empresa encarou um novo desafio: realizar levantamentos em 12 mil quilômetros de rodovias bolivianas.

O consórcio formado pelas empresas Dynatest e InSitu, por meio de seu contrato assinado em agosto de 2018 com a Administradora Boliviana de Carreteras (ABC), tem como responsabilidade realizar o Monitoramento, Inventário Viário e desenvolvimento de Sistema de Gestão Viário para as rodovias da Rede Rodoviária Fundamental (RVF), que engloba maior parte da malha da Bolívia.

6. Dynatest mobiliza funcionários em campanhas de prevenção (Novembro/Dezembro)

Os meses de outubro e novembro são marcados pelas campanhas de conscientização contra o câncer de mama e de próstata, o Outubro Rosa e Novembro Azul, respectivamente. Durante este período, a Dynatest tem mobilizado seus profissionais com o objetivo de ressaltar a importância da prevenção e cuidados para manter a saúde sempre em dia.

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Manual para cair na estrada no fim do ano

O merecido descanso de fim de ano está chegando, época em que a família e os amigos se reúnem para viagens de Natal e Ano Novo. No entanto, sabemos que esse período é conturbado, com muito trânsito e maior risco de acidentes nas rodovias. Por isso, trouxemos dez dicas para curtir o caminho sem preocupações. Veja abaixo nosso manual para cair na estrada no fim do ano:

 Revisão no carro

A primeira dica é fundamental: faça uma revisão completa no carro antes de viajar. Confira os pneus, óleo, água e detalhes que fazem a diferença durante horas de viagem. Segurança vem em primeiro lugar!

Manter a documentação em dia

Cheque se a documentação do carro está em dia e se sua carteira de motorista está no prazo de validade. Além disso, não se esqueça dos documentos das crianças e animais de estimação.

Evitar horários de pico

Pegar a estrada após às 18h em uma sexta-feira pré-feriado pode ser uma grande enrascada, afinal, a maioria dos motoristas fará o mesmo. Opte por horários de tráfego menos intenso para fugir de engarrafamentos.

Prestar atenção na estrada

Preste atenção às placas e sinalizações na estrada e respeite os limites de velocidade mínimo e máximo. A atenção salva vidas!

Pesquisar o caminho antes de sair

Sempre pesquise o caminho que vai seguir no GPS com antecedência, para saber quais/quantos são os radares, tempo de chegada e condições da via – se há atraso devido a obras, engarrafamentos ou outros motivos.

Acomodar crianças e pets

Providencie as cadeirinhas adequadas às crianças, de acordo com sua faixa etária, e use sempre o cinto de segurança. E, se o animal de estimação for junto, lembre-se dos equipamentos necessários, como cinto, cadeiras ou caixas de transporte.

Revezar a direção

Se a viagem for longa, é importante revezar a direção com outro motorista para seguir viagem com atenção plena. Se for viajar sozinho, deixe as janelas abertas e coloque uma música animada para não pegar no sono.

Dormir bem

Esta dica é fundamental para uma viagem sem transtornos. Tenha uma boa noite de sono para estar descansado(a) e manter atenção total na estrada.

Levar lanchinhos e água

Viajar no fim do ano traz alguns desafios como tráfego intenso e horas de trânsito lento, portanto, nem sempre é possível fazer uma parada para comer alguma coisa. Para se prevenir, prepare alguns lanchinhos e água para os momentos de espera na rodovia.

Dirigir com cuidado

O último item do manual, mas não menos importante. Evite fazer ultrapassagens arriscadas e respeite os passageiros e demais usuários da via para manter a segurança. Cuidado nunca é demais!

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Conheça alguns dos serviços prestados pela Dynatest através dos folders inovados

Em julho de 2019 completamos 31 anos de atuação no mercado brasileiro. Fundada em 1988, a Dynatest Engenharia Ltda. é pioneira no país na utilização de equipamentos e softwares de última geração, além de ser reconhecida pela participação em grandes projetos, oferecendo serviços de alta qualidade e equipe técnica altamente capacitada.

A empresa oferece sua expertise no planejamento, projeto, desenvolvimento, implementação e gerenciamento de programas nas áreas aeroviária, rodoviária, ferroviária, portuária e viária urbana.

A Dynatest é agente exclusiva da Dynatest Internacional, empresa presente em todo o mundo e com matrizes na Dinamarca e Estados Unidos. No Brasil, possui sede em São Paulo e filiais no Rio de Janeiro e Brasília.

Para entender melhor sobre alguns dos serviços realizados, softwares e tecnologia desenvolvidos ao longo de três décadas de atuação da Dynatest, clique aqui.

Institucional

– Folder institucional

Serviços

– Concessões

– Estudos e Projetos

– Gerenciamento de Empreendimentos

Softwares

– Elmod

– MSManager

– Sistema de Gerenciamento dos Pavimentos (SGP)

Tecnologia

– Falling Weight Deflectometer (FWD)

– Grip Tester

– Light Weight Deflectometer (LWD)

– Mobile Mapping System (MMS)

– Pavement Scanner

– Pêndulo Britânico e Mancha de Areia

– Perfilômetro Laser (RSP)

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Cinco rotas para uma viagem de carro inesquecível pelo Brasil

Além de atuar como uma das principais empresas responsáveis por gerenciar e supervisionar obras de pavimentação em cada canto do Brasil, a Dynatest é, sobretudo, uma grande apreciadora das estradas e rotas terrestres. Por isso, o DynaBlog traz hoje cinco opções de roteiros ideais para uma viagem de carro, com duas características em comum: belas paisagens e trajetos em que a própria estrada é uma atração turística.

Rota das Emoções

(Parque Estadual dos Lençóis Maranhenses. Foto: Destinos Imperdíveis)

A Rota das Emoções compreende três estados brasileiros: Maranhão, Ceará e Piauí. O percurso, que pode ser feito em um período de dez ou quinze dias, inclui dezenas de opções de paradas e atrativos, dentre os quais destacam-se Jericoacoara, Barra Grande, as ilhas do Delta do Parnaíba – o único delta em mar aberto das Américas –, São Luís – maior acervo de casarões coloniais do Brasil – e os Lençóis Maranhenses.

A rota foi criada em 2005 pelo Sebrae, empresários e governos locais para estimular o turismo da região. Hoje, inclui 14 municípios em seus quase 500 quilômetros de extensão. Para o percurso, alugar um carro é recomendado. Passageiros podem usufruir de uma estrada inaugurada em janeiro deste ano, que facilita o trajeto entre os Lençóis Maranhenses e a praia de Jericoacoara. O novo trecho pavimentado, que liga os municípios de Barreirinhas e Paulino Neves, encurta em 400 quilômetros o trajeto entre o Maranhão e os outros dois estados da Rota.

Estrada Real

(Glaura, vilarejo na rota da Estrada Real. Foto: Creative Commons/Wikimedia Commons)

Com uma extensão de 1.630 quilômetros, a Estrada Real é uma viagem pela História do Brasil, passando por 163 cidades de Minas Gerais, oito do Rio de Janeiro e oito de São Paulo. O projeto foi inaugurado em 2001 pelo Instituto Estrada Real, uma entidade civil e sem fins lucrativos criada para valorizar o patrimônio histórico-cultural e estimular a revitalização das rotas coloniais, surgidas no século XVII para transportar ouro e diamantes.

O trajeto pode ser percorrido por quatro caminhos principais:

– Caminho Velho (Estrada Velha): primeira via aberta oficialmente pela Coroa para tráfego entre o litoral fluminense e a região mineradora;

– Caminho Novo: liga o Rio de Janeiro a Ouro Preto, passando por Petrópolis, Juiz de Fora e Barbacena;

– Caminho dos Diamantes: liga Ouro Preto a Diamantina;

– Caminho do Sabarabuçu: liga Catas Altas (Minas Gerais) a Glaura, um distrito de Ouro Preto.

Linha Verde

(Praia do Forte, Bahia. Foto: Projeto Tamar)

Composta por uma grande extensão do litoral norte da Bahia, a Linha Verde abrange 12 praias: Guarajuba, Itacimirim, Praia do Forte, Jacuípe, Costa do Sauípe, Sítio do Conde, Costa Azul, Praia do Diogo, Arembepe, Jauá e Mangue Seco. A rota turística é também conhecida como Estrada do Coco e começa na divisa de Salvador com Lauro de Freitas, seguindo até a divisa da Bahia com Sergipe. O grande atrativo da região é a diversidade das praias, entre as quais se destaca a Praia do Forte, que abriga os projetos Tamar e Baleia Jubarte.

Estrada da Graciosa

(Portal de entrada da Estrada da Graciosa. Foto: Marcos Guerra)

Esse é o apelido da rodovia PR-410, estrada estadual com 40 quilômetros de extensão que liga Quatro Barras, em Curitiba, à Baía de Antonina. A rodovia foi inaugurada em 1873 e servia como rota de escoamento da produção de café, erva-mate e madeira do Paraná aos portos de Paranaguá e Antonina. Durante esse percurso, é possível atravessar o trecho mais preservado de Mata Atlântica do Brasil, além de desfrutar de sete recantos com estruturas de lazer. A região foi reconhecida pela Unesco com o título de Reserva da Biosfera da Mata Atlântica, em 1992.

Transpantaneira

(Transpantaneira. Foto: Bernard Dupont)

Uma das grandes atrações turísticas do Centro-Oeste brasileiro é uma estrada de 165 quilômetros de extensão entre os estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A viagem é feita pela MT-060, rodovia estadual popularmente conhecida como Transpantaneira, que passa à margem do Rio Cuiabá. No caminho, é comum observar diversas espécies da fauna local, como jacarés, cobras, garças, entre outros. Por essa razão, a rota é indicada a quem quer explorar a biodiversidade desse bioma, e também para quem gosta de aventuras: recomenda-se um 4×4 para atravessar a estrada de terra batida e as mais de cem pontes de madeira sobre pântanos.

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