Projetos Dynatest: BIM BR-116

Projetos Dynatest: BIM BR-116

Reconhecida no mercado, a Dynatest é referência em engenharia consultiva em projetos de grandes obras por todo o país. Entre os nossos cases de sucesso estão várias obras rodoviárias, como a do dispositivo do km 141 da rodovia BR-116/PR, desenvolvido em 2020 para a Concessionária Arteris.

O dimensionamento foi elaborado com base em estudos de alternativas de soluções, com desenvolvimento através da metodologia de Building Information Modeling (BIM), que possibilitou explorar digitalmente as principais características a partir de modelos 3D, com nível de detalhamento LOD 300, possibilitando a análise de diversos cenários possíveis de implantação.

Os projetos feitos através do BIM contêm uma grande variedade de elementos e informações gráficas e técnicas, que ajudam no processo de planejamento e dimensionamento. Assim, a Dynatest investiu no aprimoramento de suas atividades com uso dessa metodologia, que possibilitou a modelagem da condição pré-existente à obra, a melhor visualização do projeto e a análise de conflitos entre disciplinas.

No caso do projeto, a sistemática BIM permitiu uma concepção geométrica alinhada a situação atual do local, bem como auxiliou na verificação da sinalização projetada, assim como na análise de volumetria, na modelagem dos dispositivos de segurança e na avaliação da implantação das estruturas de concreto que serão usadas no novo dispositivo.

Ressalta-se que o presente projeto realizado pela Dynatest, foi desenvolvido e entregue antes de sua atual parceria contratual junto a ANTT.

Leia mais: Conheça a estratégia DynaBIM

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Projetos Dynatest: Restauração do BRT TransOeste no Rio de Janeiro

O Bus Rapid Transit – BRT é um sistema viário que proporciona ao tráfego urbano maior mobilidade com rapidez, conforto e eficiência, através da implantação e utilização de faixas exclusivas para ônibus, garantindo fluidez em sua operação.

Tendo em vista que, devido aos esforços causados pelo ônibus em tráfego sobre a BRT, ocorrem os desgastes das vias pavimentadas, podendo chegar à situação de fadiga dos materiais e camadas constituintes, tornando prejudicial à locomobilidade dos veículos. Faz-se necessário a realização de análise da situação atual e, posteriormente, a execução da reabilitação do sistema, objetivando elevar o desempenho operacional do sistema e garantir as condições ideais de conforto e segurança do usuário.

Levantamento de via degrada – BRT TransOeste

Visando apoiar a Prefeitura do Rio de Janeiro em tal desafio, em janeiro de 2022, a Dynatest entregou o estudo e projeto de reabilitação do corredor viário urbano, BRT TransOeste, buscando identificar e especificar soluções de restauração a serem aplicadas de forma imediata, contemplando o quantitativo dos materiais/equipamentos, bem como o plano de execução das obras, além da definição de atividades para desenvolvimento do ciclo de manutenção e avaliação técnica durante todo o período de vida útil, o qual foi considerado no projeto de 20 anos.

BRT TransOeste – km 0+480

O desenvolvimento do projeto teve duração de 4 (quatro) meses, oscilando o tempo entre a pesquisa de campo e a entrega das soluções de restauração/manutenção das estruturas de pavimento.

Inicialmente, o escopo do estudo contratado estaria apenas concentrado na reabilitação da BRT TransOeste, apresentando soluções de restauração das camadas superficiais e definições de ciclos de manutenção com maior viabilidade técnica, utilizando modelos de desempenho em ciclos de quatro a cinco anos, de acordo com a análise da Prefeitura do Rio de Janeiro.

Porém, após análise da equipe técnica da Dynatest, considerando sua experiência e expertise em projetos de pavimentação, o estudo foi desenvolvido além das expectativas, em que ao invés de utilizar modelos empíricos, através de um planejamento intensivo e uso de tecnologias de ponta, realizou a contagem e pesagem dos ônibus que trafegam no corredor, ao longo de sete dias por 24 horas, utilizando a balança dinâmica CM-PD com indicador eletrônico CSP-10 CI, obtendo assim o valor real da carga e do fluxo de tráfego local, sendo estes utilizados para embasar o dimensionamento e a proposição das soluções de pavimento.

Leia mais: Entenda como opera um Simulador de Tráfego (ATP)

Pesagem de ônibus

Utilizando como ferramenta o HDM-4 (Highway Development and Management), software desenvolvido pelo Banco Mundial para projetos e estudos de rodovias, foram compiladas e analisadas as informações e dados de caraterização do trecho da BRT estudo, o que possibilitou a definição e identificação das soluções que garantirão a maior viabilidade técnica e financeira.

O corredor viário da BRT Transoeste é constituído por uma via de pavimento heterogênea, com extensão total aproximada de 62 (sessenta e dois) quilômetros, onde para melhor desenvolvimento do projeto, foram divididos em 5 (cinco) lotes de análise.

Lotes de Projeto

Em destaque no lote 02, situado entre o km 23+100 (fim do túnel) e km 37+000 (Estação Pingo D’água), com extensão de quase 14 (catorze) quilômetros, anterior as análises de reabilitação dos pavimentos, foi realizada a avaliação da presença de solos compressíveis através de estudos geológicos e geotécnicos, prevendo possíveis soluções para se evitar recalques e afundamentos. Desta forma, foram realizados sondagens e ensaios para investigação, em que após análise, resultou na proposição de adequações geométricas do corredor, bem como na apresentação de soluções geotécnicas com o objetivo de tornar a via mais duradoura e segura aos usuários.

Veja também: Por trás de uma boa obra há um bom projeto: o que são projetos multidisciplinares

Lotes 02
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Entenda como opera um Simulador de Tráfego (ATP)

Entre os maiores desafios dos engenheiros de infraestrutura rodoviária está a tentativa de estimar de forma eficaz o desempenho e a vida útil das estruturas de pavimentos (novos ou a serem restaurados) das rodovias brasileiras. Com o objetivo de observar de forma acelerada e com índices reais o desempenho do pavimento a longo prazo, a Dynatest/Simular, contratada pelo DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), vem acompanhando o ensaio com utilização do Simulador de Tráfego em trecho rodoviário da BR-116/RS. A iniciativa e gestão são do diretor da Diretoria de Planejamento e Pesquisa (DPP/DNIT), engenheiro PhD Luiz Guilherme Rodrigues de Mello, com apoio do Exército Brasileiro.

Veja também: A influência da infraestrutura rodoviária para caminhoneiros

Historicamente, no Brasil, a primeira tentativa de utilizar o Simulador de Tráfego ocorreu na década de 1990, em programa de avaliação do comportamento do pavimento da Rodovia Carvalho Pinto SP-070. A iniciativa foi frustrada por conta da dificuldade de importação do equipamento.

Visita técnica ao simulador de tráfego

A utilização do simulador das condições previstas de tráfego tem como objetivo aprimorar os modelos de desempenho a partir do aumento de sua precisão, contribuindo assim para um melhor dimensionamento durante o desenvolvimento dos projetos de pavimentação.

O equipamento consiste em um semieixo rodoviário de rodas duplas com possibilidade de carga variável até 15 tf, cuja movimentação unidirecional ou bidirecional é capaz de produzir esforços de compressão e de tração nas camadas do pavimento da seção de teste e, desta forma, permitir a avaliação estrutural e funcional do pavimento com expectativas de vida útil.

Leia mais: Como funciona o FWD (Falling Weight Deflectometer)

O procedimento de ensaio inicia-se na instalação do equipamento sobre uma seção-teste de pavimento definida, onde são realizadas experimentações aceleradas no pavimento em escala real, a partir da aplicação controlada da carga de roda igual ou superior ao limite legal permitido, com velocidade que compatibilize ao período de projeto estimado.

Durante o ensaio, para obtenção dos parâmetros essenciais na determinação do desempenho, é realizada a monitoração da seção-teste através das medições periódicas de deflectometria, afundamento de trilha de roda, aderência, irregularidade longitudinal e defeitos de superfície. A partir das observações obtidas durante o ensaio e dados de monitoração, são realizadas análises que resultam na estimativa real da vida útil e curva de desempenho da estrutura analisada.

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A influência da infraestrutura rodoviária para caminhoneiros

Passar horas consecutivas na estrada é a função de muitos brasileiros todos os dias. Autônomos ou não, caminhoneiros precisam lidar com prazos curtos de entrega, trânsito, sono, cansaço e, muitas vezes, com vias precárias, pavimentos deteriorados e sem sinalização. Por isso, a  influência da infraestrutura das rodovias brasileiras é muito grande para os motoristas, interferindo em sua qualidade de vida e de trabalho.

Pavimentos danificados por efeitos do clima, falta de manutenção e desgaste podem encurtar a vida útil dos caminhões e também afetar a saúde dos caminhoneiros. Pistas esburacadas geram maior trepidação, o que contribui para o surgimento de sintomas como: perda do equilíbrio, lentidão de reflexos, taquicardia, vasoconstricção, alterações na liberação de enzimas e hormônios, dor localizada e difusa, dor de cabeça, mal estar, tonturas, alterações da frequência e capacidade respiratória, falta de concentração, distúrbios visuais e gastrintestinais, cinetose, degeneração de tecido neuromuscular e articular, desmineralização óssea e alterações cardiocirculatórias.

Leia mais: Verão nas estradas: o impacto do calor sobre pavimentos

Em relação aos caminhões, a trepidação causa desgaste prematuro dos amortecedores, como a perda de estabilidade em curvas, balanço excessivo em arranques e freadas, vazamento de óleo, barulhos anormais e dano nas rodas. Além disso, o eixo do veículo também fica comprometido, causando desalinhamento e instabilidade durante a direção. Tratam-se de consequências da má qualidade do pavimento que colocam em risco a segurança do motorista e dos demais passageiros da via.

Outro fator relevante ao trabalho dos caminhoneiros é a infraestrutura das rodovias. A falta de postos de gasolina, restaurantes, hotéis e pousadas ao longo das estradas dificulta o rendimento e entrega dos motoristas. Esse é também um fator de risco, já que a falta de descanso apropriado favorece a ocorrência de acidentes na via, assim como a má alimentação pode desencadear doenças crônicas como diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares. 

Veja também: Como funciona o FWD (Falling Weight Deflectometer)

Caminhoneiros são profissionais fundamentais para a sociedade e a economia do país. Investir na manutenção regular dos pavimentos e na infraestrutura rodoviária é necessário para que esses profissionais essenciais exerçam sua função plenamente. Assim, é possível garantir a qualidade de vida dos motoristas e do serviço que prestam.

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Verão nas estradas: o impacto do calor sobre pavimentos

Durante o verão, o fluxo nas estradas se torna muito mais intenso, principalmente devido ao período de férias. Esse fator, por si só, representa um motivo para cuidado redobrado nas estradas. Por outro lado, as condições climáticas da estação também são outros elementos a se observar nos primeiros meses do ano, uma vez que o calor e o regime de chuvas são mais intensos. Além dos motoristas, as próprias estradas também sofrem com essas interferências.

Revestimentos asfálticos são escuros e, por isso, absorvem muito calor – o pavimento chega a armazenar mais de 80% da energia proveniente da radiação solar. Assim como qualquer elemento, o asfalto dilata quando exposto a elevadas temperaturas e, no Brasil, há períodos e regiões em que a temperatura supera facilmente os 30ºC. Nesse processo de dilatação e contração, podem ocorrer fissuras e rachaduras que prejudicam o nível e o alinhamento do pavimento das vias.

Leia também: Como funciona o FWD (Falling Weight Deflectometer)

Depois dessas agressões causadas pelo calor, as chuvas, também comuns durante o verão, podem ter outros impactos no pavimento já fragilizado. As rachaduras favorecem a infiltração da água por baixo do asfalto, o que pode ocasionar um descolamento. Com o tempo, esse desgaste pode gerar outros tipos de patologia do asfalto, como buracos pequenos ou grandes crateras, caso não sejam realizados procedimentos adequados de manutenção.

Como evitar o desgaste e prolongar a vida útil do pavimento?

A durabilidade do pavimento de uma rodovia está diretamente ligada a três elementos principais, que dizem respeito sobretudo às fases de elaboração do projeto. O primeiro deles está ligado à qualidade da estruturação, que deve especificar quais camadas do pavimento são necessárias de acordo com as condições locais e com o volume de tráfego. Em segundo lugar, está a execução rigorosa das obras, com monitoramento adequado da qualidade dos serviços e materiais utilizados.

Veja mais: O que é CQP e qual sua importância?

Em terceiro lugar, está a necessidade de manutenção preventiva e corretiva do pavimento, essencial para evitar que uma patologia simples evolua para um problema estrutural, com custos de correção muito mais elevados. Uma maneira de aumentar a durabilidade do pavimento e reduzir o tempo de manutenção consiste no uso de selantes asfálticos, que impermeabilizam o pavimento e fornecem proteção contra os raios ultravioleta (UV).

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Brasil, um país de rodovias

O Brasil é conhecido por ser um país de investimentos contínuos no transporte rodoviário, sendo o principal modal utilizado para transportar cargas por toda a sua extensão territorial.

Atualmente, mais de 62% de todo o sistema de transporte brasileiro é rodoviário, e 58% das cargas que são transportadas utilizam o meio rodoviário, ou seja, o setor rodoviário brasileiro é especialmente importante pela grande participação que detém no transporte de cargas.

História das rodovias

O rodoviarismo no Brasil é uma aposta desde o início do século XX. Ainda em meados dos anos 1920, o então governador do Estado de São Paulo, Washington Luis, fez a seguinte afirmação: “Governar é fazer estradas”. Foi ele o responsável por projetar e modernizar estradas no interior do estado e para o litoral, em direção ao Porto de Santos.

Mas foi durante o governo de Juscelino Kubitschek (1956-1961) que o rodoviarismo foi implementado de maneira incondicional. A intenção do então presidente da república era, com a implementação da capital em Brasília, integrar o país de norte a sul por meio das rodovias.

A partir daí, o investimento em rodovias por todo o território nacional só cresceu. De 8.675 km em 1960, a malha rodoviária federal pavimentada cresceu para 47.487 km em 1980.

Grandes obras

O Rodoanel Metropolitano de São Paulo, chamado de Mário Covas, é uma das obras rodoviárias mais relevantes da América Latina, e um exemplo da importância das rodovias bem planejadas e executadas para o fluxo das estradas no país.

A obra, que é resultado de um Termo de Compromisso entre a união e o estado de São Paulo e o Consórcio Dynatest / Pacs, se destaca não só pela construção de alta complexidade, mas principalmente pelo impacto positivo na logística que beneficia a sociedade.

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Conheça o Heavy Vehicle Simulator, equipamento de avaliação do desempenho de pavimentos

Uma vez que um projeto rodoviário é concluído, o próximo passo é avaliar o desempenho do pavimento. No entanto, esta verificação pode levar até dez anos de espera, a paritir dos resultados de atuação do tráfego sobre a rodovia.

Porém, com a utilização de um “simulador de tráfego”, é possível reproduzir, num curto espaço de tempo, o tráfego previsto para os diversos trechos da rodovia. Esta é a principal função do Heavy Vehicle Simulator (HVS).

Esse tipo de técnica, com ensaios acelerados por simuladores de tráfego, vem sendo amplamente utilizada nas rodovias brasileiras, principalmente pela Dynatest. Ela funciona como ferramenta de apoio na tomada de decisões, não só em relação à conservação do pavimento, como também no teste de novos materiais.

A tecnologia do Heavy Vehicle Simulator é um utilizada para a aplicação das cargas associadas à ação do tráfego de forma acelerada. É capaz de simular 20 anos de deterioração nas rodovias em até três meses, além de possibilitar o entendimento dos mecanismos da deterioração causada pelo tráfego e, em até certo grau, por fatores ambientais.

O equipamento é operado hidraulicamente e os carregamentos podem ser aplicados em eixos com rodas simples ou duplas, que são movimentados para frente e para trás em um espaço de seis metros de comprimento do pavimento (em uma trilha com largura de 1,5m, dependendo do eixo utilizado). As sessões de teste podem ser trafegadas em duas direções, para maximizar a produtividade, ou em apenas uma direção, quando apropriado.

Influências ambientais, como variação de temperatura e umidade na estrutura do pavimento, podem ser simuladas através de um conjunto de acessórios especiais que incluem uma câmara de controle. Esta possibilidade permite aos pesquisadores interpretarem informações do Heavy Vehicle Simulator relativas ao desempenho dos pavimentos sobre o tráfego e condições ambientais reais.

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Como a engenharia consultiva pode beneficiar usuários de rodovias

A engenharia consultiva está presente em todas as fases de desenvolvimento, implantação e manutenções de obras rodoviárias. Ao contratar os serviços de uma empresa de consultoria para projetos rodoviários, os maiores beneficiados serão os cidadãos. Mas você sabe, afinal, como a engenharia consultiva pode beneficiar os usuários de rodovias?

Investir em uma boa infraestrutura de transportes é essencial para o desenvolvimento econômico de um país, uma vez que aproxima as distâncias entre regiões e fornece o acesso a bens e serviços pela população. No Brasil, um dos países com maior extensão territorial do mundo, o transporte rodoviário é o modal mais utilizado. Para aproximar os produtores e consumidores, o setor de transportes necessita de projetos estruturados, capazes de impulsionar o crescimento econômico e social do país.

E é aqui que entra a engenharia consultiva: um empreendimento civil, principalmente rodoviário, necessita de profissionais aptos a analisarem o panorama da obra. Os engenheiros consultivos devem garantir o cumprimento de prazos, o orçamento estabelecido e seguir normas técnicas e ambientais para assegurar o bom funcionamento da via. Além disso, a equipe tem a função de realizar estudos técnicos, ambientais e econômicos para a elaboração do projeto final da obra.

Um exemplo de pesquisa são os Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA), que reúnem informações obtidas em pesquisas de campo, coleta de dados e avaliações para um futuro projeto, além do diagnóstico de problemas e definição das melhores soluções para o contratante e os usuários. Veja abaixo os benefícios que os cidadãos podem obter do desenvolvimento, implantação e gestão corretas dos empreendimentos rodoviários:

Estruturação do projeto. A construção de estradas a partir de um planejamento estruturado, levando em consideração detalhes técnicos, sociais e ambientais, proporciona qualidade à obra, evitando quaisquer problemas durante a execução, como aditivos financeiros, atrasos ou acidentes. Além disso, pode proporcionar crescimento econômico e/ou mudanças na rotina da população no entorno do empreendimento.

Melhor execução e fiscalização da obra. O projeto da obra funciona como um guia de execução, indicando as etapas do serviço a ser realizado, prazos, prestadores envolvidos, compra de materiais etc. Os detalhes fazem com que a execução seja a mais assertiva possível, já que envolve as construturas, escritórios de engenharia, coordenadores e gestores responsáveis pela segurança dos profissionais envolvidos e do meio ambiente. E na hora da fiscalização, os profissionais representantes do órgão contratante realizam vistorias periódicas para acompanhar a qualidade dos trabalhos e materiais utilizados, assim como o monitoramento de normas ambientais previstas, benefício de usufruto de toda a sociedade.

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Manual para cair na estrada no fim do ano

O merecido descanso de fim de ano está chegando, época em que a família e os amigos se reúnem para viagens de Natal e Ano Novo. No entanto, sabemos que esse período é conturbado, com muito trânsito e maior risco de acidentes nas rodovias. Por isso, trouxemos dez dicas para curtir o caminho sem preocupações. Veja abaixo nosso manual para cair na estrada no fim do ano:

 Revisão no carro

A primeira dica é fundamental: faça uma revisão completa no carro antes de viajar. Confira os pneus, óleo, água e detalhes que fazem a diferença durante horas de viagem. Segurança vem em primeiro lugar!

Manter a documentação em dia

Cheque se a documentação do carro está em dia e se sua carteira de motorista está no prazo de validade. Além disso, não se esqueça dos documentos das crianças e animais de estimação.

Evitar horários de pico

Pegar a estrada após às 18h em uma sexta-feira pré-feriado pode ser uma grande enrascada, afinal, a maioria dos motoristas fará o mesmo. Opte por horários de tráfego menos intenso para fugir de engarrafamentos.

Prestar atenção na estrada

Preste atenção às placas e sinalizações na estrada e respeite os limites de velocidade mínimo e máximo. A atenção salva vidas!

Pesquisar o caminho antes de sair

Sempre pesquise o caminho que vai seguir no GPS com antecedência, para saber quais/quantos são os radares, tempo de chegada e condições da via – se há atraso devido a obras, engarrafamentos ou outros motivos.

Acomodar crianças e pets

Providencie as cadeirinhas adequadas às crianças, de acordo com sua faixa etária, e use sempre o cinto de segurança. E, se o animal de estimação for junto, lembre-se dos equipamentos necessários, como cinto, cadeiras ou caixas de transporte.

Revezar a direção

Se a viagem for longa, é importante revezar a direção com outro motorista para seguir viagem com atenção plena. Se for viajar sozinho, deixe as janelas abertas e coloque uma música animada para não pegar no sono.

Dormir bem

Esta dica é fundamental para uma viagem sem transtornos. Tenha uma boa noite de sono para estar descansado(a) e manter atenção total na estrada.

Levar lanchinhos e água

Viajar no fim do ano traz alguns desafios como tráfego intenso e horas de trânsito lento, portanto, nem sempre é possível fazer uma parada para comer alguma coisa. Para se prevenir, prepare alguns lanchinhos e água para os momentos de espera na rodovia.

Dirigir com cuidado

O último item do manual, mas não menos importante. Evite fazer ultrapassagens arriscadas e respeite os passageiros e demais usuários da via para manter a segurança. Cuidado nunca é demais!

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6 medidas de segurança na estrada em épocas de chuva

Chegamos à reta final do ano, época de tráfego intenso nas rodovias, já que as pessoas aproveitam o recesso entre Natal e Ano Novo para cair na estrada. No entanto, a estação mais quente do ano é marcada pelas chuvas, muitas vezes intensas, o que necessita cuidado extra dos motoristas.

Você sabe quais medidas de segurança na estrada pode tomar em épocas de chuva para garantir uma viagem tranquila? Veja abaixo 6 dicas para aproveitar a viagem sem preocupações:

Atenção redobrada

Manter a atenção total no trânsito é uma medida que vale para qualquer momento na via, porém, ela deve ser redobrada em situações de chuvas torrenciais ou tempestades, comuns durante o verão. Evite usar o celular, comer ou qualquer atividade que possa tirar a atenção completa do trânsito. Mantenha as duas mãos no volante o tempo todo e evite fazer ultrapassagens, uma vez que a pista molhada pode torná-las arriscadas.

Visibilidade

A visibilidade fica prejudicada durante chuvas fortes. Atente-se ao uso dos limpadores de para-brisa e desembaçadores. Além disso, mantenha o farol baixo nas rodovias, segundo lei do Código Brasileiro de Trânsito, uma vez que o farol alto pode prejudicar a visão dos demais motoristas da via.

Desacelere

A pressa pode ser inimiga de um trânsito seguro, por isso, respeite o limite de velocidade indicado nas placas, ou siga a recomendação de dirigir a 60km/h para evitar acidentes. Mantenha-se alerta ao trânsito e evite frear bruscamente, especialmente com a via molhada.

Distância segura

Um ponto muito importante para garantir a segurança na estrada durante chuvas fortes ou tempestades é manter uma distância segura entre um veículo e outro. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, para calcular a distância de segurança é preciso levar em conta o tempo médio de reação do condutor até o momento de pisar no freio, que é cerca de 1 segundo. Para carros a 60km/h, isso equivale a 18 metros antes de conseguir frear de fato. Além disso, é preciso calcular a distância de frenagem: a 60km/h, são 20 metros, em média. Ou seja, para essa velocidade, você deve manter uma distância de 38 metros do carro da frente para frear de forma segura, em caso de emergências.

Cuidado com a aquaplanagem

Ao sentir o carro deslizando sobre a água, o primeiro impulso é pisar o pé no freio. No entanto, muitas vezes isso pode fazer as rodas do carro travarem e ele patinar ainda mais. O mais indicado é tirar o pé do acelerador e mover levemente a direção, para que os pneus recuperem o contato com o asfalto.

Durante tempestades, espere

Por último, o mais seguro a se fazer durante uma forte tempestade é procurar um local seguro para parar o carro e aguardar. Sobretudo, evite ficar no acostamento, já que isso pode confundir outros carros e causar acidentes.

Agora que você já sabe o que fazer caso enfrente chuvas na estrada, aproveite a viagem com segurança!

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