Conheça os 5 maiores aeroportos do mundo

Conheça os 5 maiores aeroportos do mundo

Viajar é uma das grandes paixões dos brasileiros, principalmente por morarmos em um país continental, onde em cada Estado vivenciamos uma cultura e sotaque diferentes. E esta também se torna uma das melhores partes do trabalho da Dynatest, uma vez que temos experiências diferentes em cada projeto aeroportuário que assinamos, com as particularidades de cada região.

Em tempos de pandemia, a forma de viajar também teve que mudar, com novos protocolos nos terminais, mas a vontade de explorar diferentes localidades continua a mesma. Por isso, veja abaixo quais os cinco maiores aeroportos do mundo para matar a saudade de voar:

  1. Aeroporto Internacional de Atlanta, EUA
Foto: Richard Lubrant, AtlantaPhotos.com

O maior aeroporto do mundo, Aeroporto de Hartsfield-Jackson, foi inaugurado em 1926 e recebe mais de 100 milhões de passageiros por ano. O terminal realiza, em média, 2.500 voos a cada 24 horas. A cidade de Atlanta está a uma distância de duas horas de 80% da população dos Estados Unidos, e é próxima da costa leste do país, o que favorece voos para a Europa e grande tráfego de pessoas, até mesmo maior que Nova Iorque.

2. Aeroporto Internacional de Pequim, China

Foto: AFP

O aeroporto da capital chinesa recebe 95 milhões de pessoas anualmente, foi inaugurado em 1958 e expandido em 2008, em virtude dos Jogos Olímpicos na cidade. É o maior terminal de todo o continente asiático.

3. Aeroporto Internacional de Dubai, Emirados Árabes

Foto: anba.com.br

O aeroporto de Dubai foi inaugurado em 1959 com a arquitetura moderna e exuberante que é característica da cidade. São 2,9 mil hectares de extensão e mais de 6 mil voos semanais. Ao todo, o terminal recebe 88 milhões de passageiros por ano.

  4. Aeroporto Internacional de Tóquio, Japão

Foto: Toshi Aoki – JP Spotters

O aeroporto de Tóquio possui 550 mil metros quadrados, estrutura com 5 andares e que atende 437 empresas aéreas do mundo todo. São 85 milhões de viajantes por ano e é o segundo mais antigo do top 5, inaugurado em 1931.

5. Aeroporto Internacional de Los Angeles – EUA

O quinto maior aeroporto do mundo é de Los Angeles, também nos Estados Unidos, e recebe 84 milhões de passageiros anualmente. É o único da cidade e onde é possível encontrar as estrelas de Hollywood. Foi inaugurado em 1929, sendo o mais antigo dos cinco. No entanto, possui o maior sistema imersivo audiovisual: são 7 telas multimídia enormes que exibem conteúdos artísticos e turísticos da Califórnia.

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Números do transporte brasileiro na pandemia

O setor de transportes têm sido um dos mais afetados pela pandemia do coronavírus. Desde o início da quarentena, em março de 2020, empresas apresentam quedas significativas em seus resultados. E os números do transporte brasileiro continua regredindo na pandemia.

No último mês, a Confederação Nacional do Transporte (CNT) divulgou os resultados da 4ª rodada Pesquisa de Impacto no Transporte Covid-19. Pelo quarto mês consecutivo, 74,6% das empresas de transporte reportaram diminuição da demanda em junho, sendo que 57,2% apontaram grande retração. E quase 80% das empresas preveem impactos negativos da crise pelos próximos quatro meses.

Das companhias entrevistadas, 26,4% afirmaram conseguir operar com recursos próprios por, no máximo, mais um mês e 21,3% já recorreram a financiamentos para complementar o fluxo de caixa e cobrir despesas de operação.

Em relação ao faturamento, 60,7% apresentaram queda e 41,8% anunciaram dificuldades em seguir com pagamentos. Como alternativa emergencial, 42,5% das empresas ouvidas suspenderam contratos de forma temporária, sendo que 42,7% delas decretaram redução de jornada e salários e 43,6% demitiram funcionários.

A isenção de impostos federais durante a pandemia é uma prioridade do setor para 50,8% das empresas, e para 50,7%, a disponibilização de crédito com carência estendida e taxas de juros reduzidas.

A pesquisa foi feita com 858 companhias de cargas e passageiros, em todos os modais de transporte, entre 9 e 15 de julho.

Referência: Diário do Transporte

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Supervisão de obras rodoviárias e a Dynatest

Fundada em 1988, a Dynatest Engenharia atua fortemente em todas as áreas de programas nas áreas rodoviária, aeroviária, portuária, ferroviária e viária urbana. Abaixo, conheça nossa atuação na supervisão de obras rodoviárias de pavimentação.

Tecnologia na avaliação de pavimentos

Desde o início da supervisão de obras públicas, a Dynatest já se destacou pelo pioneirismo na utilização de métodos dinâmicos de avaliação dos pavimentos com a introdução do Falling Weight Deflectometer (FWD), que simula o impacto de uma roda em movimento, utilizando aplicação dinâmica de cargas nos pavimentos.

Surge depois o Light Weight Deflectometer (LWD) , equipamento portátil e muito leve que também simula o impacto de uma roda em movimento, utilizando aplicação dinâmica de cargas nas camadas do subleito e infraestrutura do pavimento e fornece alternativa simples, efetiva e de baixo custo em comparação com os testes de placas de carga até então utilizados.

A estes equipamentos foram sendo agregados, com o tempo, outros com tecnologias novas como o Ground Penetrating Radar (GPR), dispositivo que fornece uma imagem 2D contínua ao longo do eixo de uma rodovia e permite uma determinação mais precisa dos subtrechos estruturais homogêneos.

O atrito entre os pneus de um veículo e o pavimento é de fundamental importância para garantir a segurança dos usuários desse meio de transporte e dos bens através dele transportados. A medição desse atrito é imprescindível para a garantia de condições satisfatórias de aderência entre pneu e pavimento (resistência à derrapagem), e, consequentemente, da prevenção de acidentes. É isso que o Grip Tester, outro equipamento disponibilizado pela Dynatest, faz.

O Perfilômetro Laser(RSP), outra tecnologia muito utilizada pela Dynatest, foi cuidadosamente desenvolvida para medir automaticamente e com alta precisão a irregularidade superficial e outros defeitos associados. O RSP obtém medidas contínuas, em velocidade de tráfego, dos perfis longitudinais e transversais, incluindo a irregularidade em tempo real – International Roughness Index (IRI).

O Pavement Scanner é um mecanismo fixado sobre um veículo que, num lapso de tempo, emite radiação a laser sobre a superfície do pavimento e captura as imagens do perfil transversal da camada de seu revestimento, avaliando seus defeitos e imperfeições.

Supervisão dos empreendimentos

Os equipamentos citados servem principalmente para verificar resultado final de uma obra de pavimentação ou para avaliar as camadas durante a construção, assim como para conhecer a condição de um pavimento em qualquer etapa da sua vida.

O início das obras de pavimentação é precedido da escolha das fontes de material e dos equipamentos adequados para alcançar o resultado desejado. A supervisão atua fortemente nesta etapa, verificando a qualidade dos materiais escolhidos (brita, areia, material fino, produtos betuminosos ou cimentos Portland e eventuais componentes químicos para melhoria da qualidade). A atuação da supervisão nas usinas de fabricação das misturas é de suma importância para impedir que misturas com falhas sejam lançadas nas pistas.

Contudo, numa construção rodoviária, para chegar à etapa da pavimentação é necessário construir a plataforma que suportará o pavimento – a etapa da terraplenagem, que é acompanhada pela drenagem, as obras de arte corrente e especiais e as obras complementares.

Todas essas fases também são objetos de supervisão, e a Dynatest realiza esses serviços com uma equipe altamente treinada e com os mais modernos equipamentos de laboratório e de medição. Os materiais que serão utilizados na terraplenagem são analisados desde a sua origem nas jazidas. O espalhamento em camadas e a adequada compactação são rigorosamente controladas até a camada que antecede a pavimentação. As obras de drenagem, obras de arte correntes e especiais e demais empreendimentos que complementam a construção da plataforma são verificados quanto ao posicionamento, à qualidade dos materiais e à execução.

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Novas regras de segurança sanitária para aeroportos brasileiros

O mundo mudou com a pandemia do novo coronavírus. As companhias aéreas (e o setor de aviação no geral) foram muito afetadas pela dinâmica de distanciamento social. Agora, passam por readaptações necessárias para a segurança das pessoas e a sobrevivência do setor.

Em 19 de maio de 2020, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) atualizou as regras de segurança sanitária em aeroportos brasileiros. As medidas vêm sendo implementadas pelo Grupo de Trabalho coordenado pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), a pedido do Ministério de Infraestrutura.

Aeronaves mais modernas já contam com um sistema tecnológico de filtragem de ar, o HEPA, que faz a captura de 99,7% de partículas e renova o ar a cada três minutos. No entanto, a cartilha criada pela ANAC é ainda mais rigorosa com as atuais recomendações de órgãos sanitários, como a higienização de aeroportos e aviões e o uso de equipamentos de proteção individual por funcionários e passageiros.

Abaixo, verifique quais diretrizes as empresas aéreas e aeroportos precisam adotar:

  • Utilização de EPI (Equipamentos de Proteção Individual) por funcionários e servidores públicos;
  • Incentivo as campanhas de comunicação visando a prevenção e combate ao Covid-19;
  • Divulgação de avisos sonoros nos voos, áreas de embarque e desembarque nacionais e internacionais;
  • Distanciamento de 2 metros entre pessoas no aeroporto;
  • Desestímulo a aglomerações nas praças de alimentação de aeroportos e em espaços de check-in de embarque e, especialmente, desembarque dentro das aeronaves;
  • Uso de máscara por passageiros e funcionários em geral;
  • Desinfecção de toda a área de movimentação de passageiros, pontes de embarque, aeronaves, ônibus e demais espaç​os de uso comum;
  • Organização criteriosa do procedimento de embarque de passageiros e especialmente desembarque da aeronave até o solo, orientando para que os passageiros permaneçam sentados na aeronave no pouso e informados que o desembarque será realizado por filas, iniciando pelos assentos situados mais à frente da aeronave; 
  • Recomendada a suspensão do serviço de bordo nos voos nacionais. No caso de manutenção desse serviço, priorizar alimentos e bebidas em embalagens individuais, higienizadas antes do serviço. Nos voos internacionais, deve ser priorizado alimentos e bebidas em embalagens individuais, higienizadas antes do serviço.

Com estes novos posicionamentos, a prioridade é a segurança de passageiros e tripulação para uma retomada nas atividades aéreas, que sofreram redução de 90% no mercado doméstico e quase 100% internacionalmente.

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A poluição no ar durante a pandemia

O novo modo de viver imposto pela pandemia do novo coronavírus trouxe inúmeros desafios. A forma como trabalhamos e convivemos socialmente teve de ser rapidamente alterada devido às políticas de distanciamento social. No entanto, os mais otimistas defendem os frutos positivos deste período intenso, como o estreitamento de laços, a possibilidade de autoconhecimento e os impactos ambientais positivos – sendo um deles a redução da poluição no ar nos últimos meses.

Com produção industrial e tráfego reduzidos, diminuiu-se a queima de combustíveis fósseis. Segundo dados da NASA e da Agência Espacial Europeia (ESA), os satélites de monitoramento de poluição detectaram reduções importantes de dióxido de nitrogênio (NO²) e CO² sobre a China. Abaixo, confira os índices de NO² na China de 1o a 20 de janeiro de 2020, antes da quarentena, e de 10 a 25 de fevereiro, durante o isolamento:

Fotos: NASA Earth Observatory com dados modificados do satélite Copernicus Sentinel 5P processados pela Agência Espacial Europeia.

Já no Brasil, dados de maio do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA) demonstram queda nos níveis de poluentes na atmosfera na região metropolitana de São Paulo. O nível de partículas inaláveis finas apresentou reduções significativas a partir da segunda quinzena de março deste ano.

Em contrapartida, os níveis de ozônio no período, na mesma localidade, são muito parecidos com os registros de anos anteriores. O ozônio é um poluente secundário, portanto, não é emitido diretamente da queima de combustíveis – sua formação ocorre a partir da combinação de outros poluentes e de condições atmosféricas específicas.

O que se pode concluir é que a qualidade no ar apresentou uma melhora significativa com a desaceleração da economia mundial. No entanto, a retomada das atividades pode fazer com que esse cenário volte ao habitual, segundo artigo do Instituto de Geociências da UNICAMP.

A sociedade já viveu períodos de redução de emissões de gases poluentes durante crises e recessões econômicas, como a de 2008. Porém, após a retomada das atividades, os esforços para retomada da economia fizeram com que os níveis de poluição fossem ainda maiores. O que determina a real diminuição dos impactos nocivos à natureza é a mudança nas decisões e estruturas de produção de bens e energia de modo global, a partir de novas leis e regulamentações.

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Retrospectiva DynaBlog: no mês do meio ambiente, confira 4 conteúdos sobre o tema

No dia 5 de junho comemoramos o Dia Mundial do Meio Ambiente, pauta relevante para a Dynatest, especialmente no momento atual: no primeiro trimestre de 2020, os índices de desmatamento da Amazônia aumentaram 63%.

Dentro da engenharia consultiva, garantir a preservação ambiental faz parte da legislação do setor, no qual as tecnologias sustentáveis são grandes aliadas. Abaixo, confira a retrospectiva do DynaBlog sobre sustentabilidade na engenharia consultiva:

1. A importância da sustentabilidade em obras de infraestrutura de transporte

A atenção aos aspectos ambientais durante a elaboração de projetos para a construção de rodovias, ferrovias e outras obras de infraestrutura viária é fundamental. No mês em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente, a Dynatest descreve as principais medidas tomadas em seus empreendimentos para que todos estejam de acordo com a legislação ambiental vigente, por meio de práticas sustentáveis de controle e mitigação de impactos.

2. Asfalto reciclado: mais um aliado à sustentabilidade

Formado a partir de derivados do petróleo, o plástico pode levar de 50 anos – no caso de copos plásticos – a 500 anos – sacolas plásticas, por exemplo – para se decompor. De forma semelhante, o asfalto, que também apresenta substâncias do petróleo em sua composição, é um tema de grande preocupação quando o assunto é degradação ambiental e sustentabilidade. Por essa razão, o uso de materiais recicláveis é extremamente interessante para a área de construção civil, e diversas iniciativas pelo mundo já empregam o chamado asfalto reciclado.

3. Tecnologia aliada à sustentabilidade no setor rodoviário

Pensar a sustentabilidade é garantir o futuro. Segundo estudo do Instituto de Energia e Meio Ambiente (IEMA), os automóveis são responsáveis por 72,6% das emissões de gases do efeito estufa, causadores da destruição da camada de ozônio e, consequentemente, pelo aquecimento global. Portanto, para assegurar às próximas gerações um planeta mais seguro de se viver, é necessário aliar a tecnologia à sustentabilidade no setor rodoviário.

4. Concessionárias de rodovias de SP investem em medidas de preservação ambiental

Uma preocupação constante em projetos rodoviários tem se ampliado em relação à segurança ambiental, além da segurança física de passageiros e profissionais na via. Tomar precauções ecológicas e buscar soluções sustentáveis vem sendo cada vez mais indispensável à engenharia consultiva.

Conte com a Dynatest para garantir soluções ambientais em obras de engenharia consultiva. Entre em contato para saber como podemos ajudar o seu projeto!

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Soluções em análise de pavimentos: conheça o ELMOD 6®

A Dynatest Engenharia possui amplo portfólio em tecnologias e serviços voltados para a engenharia consultiva. Reconhecida por seu empenho em apresentar soluções confiáveis em gerenciamento rodoviário e aeroviário, a empresa desenvolveu o ELMOD 6®, um dos mais modernos programas de análise mecanicista de pavimento disponíveis no mercado.

Visualização do software ELMOD 6®

O que é?

Diante da dificuldade de generalizar uma ampla gama de tipos de pavimentos, cargas e condições ambientais em modelos práticos, a Dynatest desenvolveu uma metodologia com o objetivo de reduzir a dependência de abordagens empíricas.

Em muitos métodos atuais de avaliação e restauração de pavimentos, o dimensionamento fundamenta-se quase exclusivamente em modelos empíricos. O ELMOD 6® disponibiliza módulos que permitem a análise de tensões atuantes em pontos críticos na seção de pavimento sob o efeito da solicitação de carga.

O software foi criado com base em pesquisas atuais com utilização do Heavy Vehicle Simulator (HVS) – equipamento utilizado para aplicação de cargas associadas à ação de tráfego, capaz de simular até 20 anos de deterioração das rodovias – e graças aos mais de 35 anos de experiência da Dynatest em consultoria mundial.

A partir dos dados obtidos pelo Falling Weight Deflectometer (FWD), o ELMOD 6® utiliza métodos de retroanálise para gerar um panorama estrutural do pavimento, levando em consideração o módulo de elasticidade de suas diferentes camadas, através de uma interface rápida e prática para o usuário.

Além disso, o programa permite definir a solução ideal de reabilitação e manutenção para uma seção de pavimento com base no módulo LCCA (Life Cycle Cost Analysis), e, ainda, um módulo para calcular os valores de ACN/PCN com base nos métodos utilizados pela ICAO (International Civil Aviation Organization) e pela FAA (Federal Aviation Administration).

Vantagens do programa

  • Compatibilidade total com arquivos gerados pelo Falling Weight Deflectometer (FWD);
  • Interface estrutural, com controle das características dos materiais aplicados;
  • Processamento de Ground Penetrating Radar (GPR) automático, inclusive com definições de seção;
  • Determinação das alternativas de reabilitação mais adequadas;
  • Consideração sobre a influência das condições ambientais locais nos materiais aplicados;
  • Determinação de efeitos de sobrecarga, facilitando a previsão de custos adicionais de manutenção e restauração;
  • Comparação de vários cenários de reabilitação em um período de 20 a 25 anos através do módulo LCCA¹;
  • Interação com parâmetros como as propriedades do material de pavimento, tráfego irrestrito e outro através do módulo PCN², que inclui uma base de dados de mais de 100 aeronaves (em casos do setor aeroviário).

Aplicação do ELMOD 6®

O programa computacional ELMOD 6® é um software específico para cálculos mecanísticos e avaliações estruturais, cujos dados de entrada são os arquivos de leitura do FWD, a estrutura do pavimento e os módulos de resiliência de cada camada (ou a relação entre os módulos das diferentes camadas).

Abaixo, confira algumas das telas do programa computacional:


Visualização do software ELMOD 6® (2)

Ficou com alguma dúvida ou gostaria de saber mais sobre as tecnologias e serviços oferecidos pela Dynatest? Entre em contato e saiba mais sobre a nossa operação.

¹ O módulo LCCA (Life Cycle Cost Analysis) permite ao usuário selecionar a solução ideal de restauração e manutenção para a seção do pavimento. Parâmetros de desempenho como rugosidade, profundidade de trilha de roda, aderência e condição visual de superfície podem ser incluídos na modelagem.

² O PCN (Pavement Classification Number) é um módulo adicional que utiliza os parâmetros de deformabilidade obtidas pelos equipamentos de FWD/HWD para calcular os valores ACN/PCN com base nos métodos utilizados pela ICAO (International Civil Aviation Organization) e pela FAA (Federal Aviation Administration). O método define o tipo de pavimento, resistência, pressão admissível e método de avaliação.

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Fluxo em aeroportos durante a crise e medidas de prevenção

O avanço do coronavírus (COVID-19) mudou radicalmente a sociedade que até então conhecemos. Em pouco tempo, fomos obrigados a reinventar a forma de nos relacionar, fazer negócios, trabalhar, estudar e socializar. Além das consequências na saúde, a pandemia trouxe diversas condições à humanidade.

O impacto da Covid-19 nos mais variados segmentos econômicos já é visível. No setor Aeroviário não é diferente: de acordo com dados da Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA), diante da crise ocasionada pelo coronavírus, a demanda em passageiros-quilômetros pagos transportados (RPK, na sigla em inglês) no último mês, apresentou queda de 52,9%, ante ao mesmo período em 2019. Com o resultado, houve um retrocesso no volume global de passageiros, comparado aos níveis de 2006.

Com um importante papel na sociedade, além de garantir a mobilidade urbana, o transporte aéreo é responsável pela movimentação de carga e mercadorias urgentes ou de alto valor, além da geração de empregos diretos e indiretos. Embora o setor esteja passando por momentos difíceis, já é possível notar uma mudança no cenário.

Como o fluxo de usuários diminui, algumas companhias aéreas estão transportando cargas (dentre elas medicamentos e máscaras) nos assentos que até então eram destinados aos passageiros. A operação emergencial foi autorizada pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), apenas enquanto estiver vigente o período de emergência da Covid-19.

Em 01/05, Dia do Trabalho, a companhia área Gol disse que aumentará a frequência de voos domésticos no Brasil.  Já a Azul, que até o mês de abril tinha em seu portfólio 25 destinos brasileiros, aumentou o atendimento em mais quatro cidades.

Combate

Para conter o avanço do vírus, principalmente durante os voos, muitas ações estão realizadas. Recentemente, 52 terminais se uniram e realizaram uma campanha educativa para alertar as pessoas sobre o impacto do novo coronavírus. Nas redes sociais, os aeroportos usaram a hashtag #aeroportosunidoscontraovirus e postaram a seguinte mensagem: “O voo mais importante da nossa história: juntos contra o vírus! Rodas no chão para depois decolarmos mais alto!” A ideia era mostrar que o setor está unido, e que neste momento, é importante reduzir os voos para conter a disseminação do vírus.

Na última sexta-feira (08/05), o Aeroporto Internacional de Florianópolis – Hercílio Luz passou por uma sanitização. Junto com a empresa que administra o complexo, Floripa Airport, militares do Exército brasileiro limparam o local. Em Três Lagoas (MS), o Aeroporto Municipal Plínio Alarcon também foi sanitizado. A ação aconteceu no dia 06 deste mês.

Na Bahia, os aeroportos de Porto Seguro, Vitória da Conquista e Ilhéus também tomaram medidas. Atualmente estão operando com capacidade reduzida, e a exemplo de outros equipamentos, estão realizando medição de temperatura dos passageiros dos voos nacionais vindos de São Paulo e Rio de Janeiro e internacionais de países com casos confirmados da Covid-19.

Os equipamentos fiscalizados pela Associação Nacional das Empresas Administradoras de Aeroportos (Aneaa) adotaram medidas mais energéticas, como a desativação de terminais e portões de embarque; ampliação dos cuidados com a limpeza e higienização dos ambientes; fechamento de pistas e ampliação de espaços para estacionamento de aeronaves; bem como medição de temperatura de passageiros e fornecimento de EPIs para colaboradores que ficam em contato próximo com os usuários.

Além das ações que visam proteger a saúde e o bem-estar de todos, pensando no impacto econômico, ainda, realizaram acordos com sindicatos do setor, que visam assegurar os postos de trabalho, minimizando os impactos nos salários dos colaboradores.

Como atores fundamentais, além de importantes para locomoção, os aeroportos brasileiros têm desempenhado um importante papel social no combate à proliferação do novo coronavírus.

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Rodovias concedidas: saiba quais são os benefícios ao utilizá-las

Segurança nunca é demais, principalmente quando o assunto diz respeito ao tráfego nas rodovias. Estradas esburacadas, sem manutenção ou mal sinalizadas prejudicam os usuários de diversas maneiras. O aumento do trajeto e da jornada de trabalho, no caso dos veículos utilitários, são um dos fatores que afetam toda a cadeia de negócio, trazendo grandes prejuízos econômicos. Uma rodovia mal pavimentada pode ser crucial no tempo de vida dos automóveis, pois causa desgaste nos veículos. Além disso, somados ao impacto na saúde física e mental dos motoristas e passageiros, a ocorrência de acidentes, em alguns casos, até mesmo fatais, são consequências da falta de planejamento.

De acordo com pesquisa da Confederação Nacional de Transporte (CNT), o Brasil registra 14 mortes por dia nas rodovias federais. A cada ano, são mais de 50 mil acidentes com vítimas, muitos deles com o envolvimento de caminhões. Dentre as principais causas estão problemas de infraestrutura rodoviária, além dos fatores humanos, como por exemplo condução inapropriada.

Por que usar as rodovias concedidas?

Neste cenário tão complexo, as rodovias concedidas, ou seja, as que são de responsabilidade privada por um determinado período, são benéficas pois oferecem vantagens aos que trafegam nelas, influenciando diretamente na segurança e bem-estar dos motoristas.

Além de fazer manutenção, sinalizar e operar as vias, as concessionárias que são fiscalizadas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) oferecem serviços aos usuários como estacionamento, banheiros, fraldários áreas de descanso, telefones públicos, socorro mecânico, guincho, troca de pneus e atendimento à veículos envolvidos em acidentes.

Por possuir Centrais de Controle Operacionais (CCOs) que dão suporte aos usuários 24h, as viagens tornam-se mais tranquilas e prazerosas. Utilizando painéis de
mensagens variáveis, as CCOs orientam e fornecem informações a respeito das condições de tráfego dos ativos. Estas centrais também coordenam e monitoram os recursos operacionais por meio de câmeras que captam imagens que são transmitidas em tempo real.

Com um importante papel, as unidades móveis das concessionárias atuam como “salva-vidas” nas rodovias concedidas, removendo os veículos afetados para locais seguros, e possibilitando que sejam adotados procedimentos adequados para a resolução dos problemas.

Em caso de acidentes, são utilizados dois tipos de socorro médico. Um deles é o resgate, destinado a urgências pré-hospitalares, com diversos equipamentos de salvamento e UTI Móvel; e inspeção de tráfego, ou seja, veículos que circulam no trecho concedido, com o objetivo de prestar auxílio.

Os que trafegam nas rodovias concedidas também são beneficiados com caminhões-pipa que tem o objetivo de combater possíveis incêndios. É válido destacar que tais ocorrências podem prejudicar a visibilidade da pista comprometendo o tráfego, até mesmo ocasionando acidentes graves. Outro auxílio realizado pelas concessionárias em tais vias é o resgate e proteção de animais, evitando que os transeuntes se acidentem.

Além dessas vantagens, os contratos de concessão preveem a realização de outras ações como as de cunho sociais, educacionais e ambientais.  Por meio dos benefícios ofertados, é possível garantir a segurança e a satisfação dos usuários que trafegam nas rodovias concedidas. 

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A influência da infraestrutura das rodovias para os caminhoneiros

Passar horas consecutivas na estrada é a função de muitos brasileiros todos os dias. Autônomos ou não, caminhoneiros precisam lidar com prazos curtos de entrega, trânsito, sono, cansaço e, muitas vezes, com vias precárias, pavimentos deteriorados e sem sinalização. Por isso, a  influência da infraestrutura das rodovias brasileiras é muito grande para os motoristas, interferindo em sua qualidade de vida e de trabalho.

Pavimentos danificados por efeitos do clima, falta de manutenção e desgaste podem encurtar a vida útil dos caminhões e também afetar a saúde dos caminhoneiros. Pistas esburacadas geram maior trepidação, o que contribui para o surgimento de sintomas como: perda do equilíbrio, lentidão de reflexos, taquicardia, vasoconstricção, alterações na liberação de enzimas e hormônios, dor localizada e difusa, dor de cabeça, mal estar, tonturas, alterações da frequência e capacidade respiratória, falta de concentração, distúrbios visuais e gastrintestinais, cinetose, degeneração de tecido neuromuscular e articular, desmineralização óssea e alterações cardiocirculatórias.

Em relação aos caminhões, a trepidação causa desgaste prematuro dos amortecedores, como a perda de estabilidade em curvas, balanço excessivo em arranques e freadas, vazamento de óleo, barulhos anormais e dano nas rodas. Além disso, o eixo do veículo também fica comprometido, causando desalinhamento e instabilidade durante a direção. Tratam-se de consequências da má qualidade do pavimento que colocam em risco a segurança do motorista e dos demais passageiros da via.

Outro fator relevante ao trabalho dos caminhoneiros é a infraestrutura das rodovias. A falta de postos de gasolina, restaurantes, hotéis e pousadas ao longo das estradas dificulta o rendimento e entrega dos motoristas. Esse é também um fator de risco, já que a falta de descanso apropriado favorece a ocorrência de acidentes na via, assim como a má alimentação pode desencadear doenças crônicas como diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares. 

Caminhoneiros são profissionais fundamentais para a sociedade e a economia do país. Investir na manutenção regular dos pavimentos e na infraestrutura rodoviária é necessário para que esses profissionais essenciais exerçam sua função plenamente. Assim, é possível garantir a qualidade de vida dos motoristas e do serviço que prestam.

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