Saiba quais são os principais equipamentos para gestão de pavimentos rodoviários

Saiba quais são os principais equipamentos para gestão de pavimentos rodoviários

O processo de implementação, manutenção e conservação de uma rodovia requer a correta execução de uma série de metodologias. Além de interferirem diretamente na circulação de mercadorias e indivíduos, as intervenções nas rodovias envolvem investimentos que precisam ser aplicados de forma eficaz. Para garantir análises acuradas que alcancem o máximo aproveitamento dos recursos, a Dynatest realiza levantamentos de campo com a ajuda de diversos equipamentos. Conheça os principais deles:

  • Pavement Scanner

O Pavement Scanner consiste em um equipamento que utiliza linhas de projeção de laser e câmeras de alta velocidade para executar um escaneamento do pavimento de forma contínua. A radiação captura imagens do perfil transversal do revestimento e, com isso, permite avaliar seus defeitos e imperfeições. A análise dos dados e imagens coletadas pela tecnologia resultam em parâmetros de desempenho do pavimento, em conformidade com as normas do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT).

  • Falling Weight Deflectometer (FWD)

O FWD realiza estudos para conhecer a bacia de deflexão de pavimentos rígidos e flexíveis. Essa análise ocorre a partir da simulação do impacto de uma roda em movimento sobre o pavimento, a partir da aplicação dinâmica de cargas. Trata-se do equipamento mais utilizado atualmente para avaliar a estrutura dos pavimentos de forma não-destrutiva. A sua utilização em monitoramento de rodovias confere maior confiabilidade e economia.

  • Grip Tester, Pêndulo Britânico e Mancha de Areia

Estes estudos estão relacionados à avaliação da resistência da pista à derrapagens e à aderência entre os pneus dos veículos e a pista, elemento fundamental para garantir a segurança dos usuários. O Grip Tester consiste em um equipamento que avalia a microtextura do revestimento, simulando a pior situação de atrito entre pneu e pavimento, ou seja, com a pista úmida. Com ele, é possível determinar o coeficiente de atrito (Grip Number) do pavimento analisado.

O Pêndulo Britânico também executa ensaios de resistência de superfícies úmidas à derrapagem, a partir da simulação do deslizamento do pneu a uma velocidade aproximada de 50 km/h sobre o pavimento. Os ensaios de Mancha de Areia, por sua vez, determinam a macrotextura do pavimento a partir da distribuição de um volume conhecido de material sobre o pavimento, com o auxílio de um disco. Quando se torna impossível espalhar ainda mais o material, mede-se o diâmetro do círculo formado e, assim determina-se a altura média da “mancha de areia” – a macrotextura do pavimento.

  • Perfilômetro Laser (RSP)

O Perfilômetro Laser foi desenvolvido para obter medidas automáticas de alta precisão e para realizar testes rigorosos sobre a irregularidade superficial dos pavimentos. O instrumento é instalado a um veículo, o qual coleta medidas contínuas, em velocidade de tráfego, dos perfis longitudinais e transversais do trecho em análise.

A Dynatest disponibiliza às empresas o Sistema de Gerência de Pavimentos (SGP), uma ferramenta de armazenamento e análise de dados, como uma forma de gerenciar todas essas informações coletadas durante os estudos sobre as condições do pavimento e permitir que se elabore um plano estratégico de ação.

Quer saber mais? Fale com nossos especialistas: contato@dynatest.com.br.

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Conheça as principais obras de arte especiais brasileiras

Na área de engenharia rodoviária e ferroviária, construções desenvolvidas por artífices são denominadas obras de arte “especiais” (OAEs) por se oporem às construções comuns, como casas ou edifícios. Obras de grande importância, como pontes, viadutos, túneis e passarelas estão dentro dessa categoria.

As principais obras de arte especiais brasileiras são de grande valor à indústria de infraestrutura de transportes, destacando-se por características como tamanho, materiais usados ou pioneirismos. Abaixo, conheça algumas das principais construções especiais brasileiras:

Ponte Rio-Niterói (RJ)

A ponte Rio-Niterói, localizada na baía de Guanabara, liga a Ponta do Caju, no Rio de Janeiro, à Avenida do Contorno, em Niterói. É considerada a maior ponte de concreto protendido do Hemisfério Sul, e a sexta maior do mundo.

A obra possui 13,29 quilômetros de comprimento e 72 metros de altura no maior pilar, sendo a 11ª ponte mais extensa do planeta. A inauguração da ponte ocorreu em 1974, após seis anos de trabalho, com projeto idealizado por Mario Andreazza, ministro dos Transportes na época.

Atualmente, a ponte recebe mais de 150 mil passageiros em dias de fluxo normal, segundo a concessionária Ecoponte. São mais de 2.150 km de cabos em seu interior, e o vão central é o maior em viga reta contínua do mundo, com 300 metros de comprimento.

Ponte Rodoferroviária (SP/MS)

Créditos: Cacobianchi

A Ponte Rodoferroviária liga os estados de Mato Grosso do Sul e São Paulo sobre o Rio Paraná, unindo Aparecida do Taboado (MS) a Rubinéia (SP). Foi inaugurada em maio de 1998 e custou mais de 800 milhões de reais aos governos federal e do estado de São Paulo.

A estrutura possui quatro faixas de rolamento para veículos rodoviários na parte superior, duas em cada sentido, ligando as rodovias Euclides da Cunha (SP-320) e BR-158 – importante ligação entre as regiões Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Na parte inferior há uma via ferroviária. A extensão da ponte é de 3.700 metros, o que a configura como a maior ponte fluvial do Brasil. Cada vão possui 100 metros de comprimento.

Ponte Ayrton Senna (PR/MS)

Inaugurada em janeiro de 1988 como continuação da BR-163, a Ponte Ayrton Senna situa-se entre as cidades de Guaíra (PR) e Mundo Novo (MS). É a única ponte no mundo em curva na parte central com tobogã. Possui 2,8 quilômetros de extensão, 7,2 metros de largura e altura máxima no canal de navegação de 13 metros. O maior pilar da ponte possui 52 metros de altura.

Ponte do Rio Negro (AM)

Também conhecida como Ponte do Jornalista Phelippe Daou, é a maior ponte fluvial estaiada do país. Faz parte da Rodovia Manoel Urbano (AM-070), que liga Manaus a Iranduba, ambas no estado de Amazonas.

Inaugurada em outubro de 2011, é a primeira e única ponte que atravessa o trecho brasileiro do Rio Negro. Possui 11 km de extensão total, sendo 3,6 km sobre o Rio Negro, 2 km na margem esquerda e 5,5 km na margem direita. Trata-se da maior ponte estaiada em águas fluviais do Brasil, graças a seus 400 metros de seção suspensa por cabos.

Terceira Ponte (ES)

Com o nome oficial Ponte Deputado Darcy Castello de Mendonça, a obra liga os municípios de Vitória e Vila Velha, no Espírito Santo. Localizada na Baía de Vitória, ficou conhecida como Terceira Ponte por ser a terceira construção do tipo que liga as duas cidades.

Com 3,33 km de extensão, é a quinta maior ponte em extensão do Brasil. Seu vão principal tem 70 metros de altura, além de possuir 260 metros de distância entre os pilares, o que permite a navegação de embarcações de grande porte na baía.

Viaduto 13, Vespasiano Corrêa (RS)

Créditos: Pliniodemarco

Também conhecido como Viaduto do Exército, é o mais alto das Américas, e o terceiro mais alto do mundo, ficando atrás do viaduto Mala Rijeka, em Montenegro, e a ponte de Beipanjiang, na China. Inaugurado em 1978, faz parte da Ferrovia do Trigo, no trecho que conecta as cidades de Muçum e Vespasiano Corrêa, no Rio Grande do Sul.

A obra tem 143 metros de altura e 509 de extensão, com fundações de sapata corrida, enterradas a 21 metros abaixo do nível do solo. Quatro paredes de 80 centímetros de espessura formam os pilares do viaduto. Inaugurada em 1978, a denominação “13” decorre do fato de ser o 13º viaduto de uma sequência que se inicia no centro da cidade de Muçum, a “Princesa das Pontes”.

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Desafios para o setor de infraestrutura de transportes rodoviários em 2019

O setor de transportes enfrentou grandes adversidades no ano passado. A greve dos caminhoneiros desencadeada em maio de 2018 evidenciou a grande dependência do modal rodoviário para transporte e escoamento da produção no Brasil, com destaque para a alta dos preços de combustível.

O principal desafio para este ano diz respeito ao aprimoramento da infraestrutura das estradas, principalmente em território brasileiro, onde mais de 60% das cargas são transportadas por rodovias. E, segundo estudo do Joint Cargo Committee (Comitê de Transporte de Cargas do Reino Unido), o Brasil é um dos países mais perigosos para o setor de logística e transporte, ficando à frente de regiões em situação de guerra, como a Síria, Líbia e Afeganistão.

Estradas brasileiras ficam intransitáveis devido aos pontos críticos

De acordo com pesquisa realizada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT Rodovias), apontou que 57% das rodovias estavam em condições regulares, ruins ou péssimas em 2018, sendo que mais da metade dos 107.161 quilômetros de estrada apresentou algum tipo de problema. E, desses 107 mil quilômetros, 21,8% foram avaliados como ruins ou péssimos.

Os resultados de 2018 foram satisfatórios em comparação com o ano retrasado. Em 2017, 61,8% das rodovias foram avaliadas como regulares, ruins ou péssimas. No entanto, mesmo com a melhora nas avaliações, houve aumento do número de pontos críticos na extensão pesquisada. O estudo da CNT identificou 363 trechos com avarias em 2017, e em 2018, o número subiu para 454. Os pontos críticos abrangem situações da via que representam risco grave à segurança de passageiros, como a queda de barreiras, pontes caídas e grandes buracos.

A conclusão da CNT é que o aumento de sinalização de segurança, que inclui placas de limite de velocidade e faixas centrais, foi responsável pela melhora no estado do modal rodoviário, o que pode ser desafiador nos dias de hoje graças aos níveis de investimentos realizados em infraestrutura.

Para Tayguara Helou, presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de São Paulo (Setcesp), para melhorar a situação da infraestrutura rodoviária, é necessário mudar o planejamento logístico de toda a malha. Investimentos em tecnologia para melhorar a gestão do transporte rodoviário também se fazem essenciais para a virada dos índices de qualidade em 2019.

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Retrospectiva DynaBlog: reveja os destaques de 2018

O DynaBlog foi desenvolvido para apresentar e discutir as principais tendências do setor, além de compartilhar os últimos acontecimentos e expertise da Dynatest a respeito de metodologias, tecnologia e inovação relacionadas ao setor de infraestrutura de transportes. Nos últimos meses, divulgamos detalhes sobre alguns de nossos serviços, como supervisão e fiscalização de obras, estudos geológicos, análises de sustentabilidade e de pavimentos. Relembre sete destaques de 2018:

Por que contratar uma empresa de engenharia consultiva?

No início do ano, a Dynatest preparou um guia para destacar a importância de contar com uma empresa de engenharia consultiva em todas as fases do processo de implantação de um empreendimento. Foram elencadas vantagens como a redução de prazos e custos de execução, a otimização da qualidade e segurança do projeto para os usuários finais, a redução de riscos e impactos negativos e a potencialização da vida útil do projeto.

FastFWD: mesma precisão de análise do pavimento em 60% do tempo

O DynaBlog divulgou em março a chegada do FastFWD ao Brasil, equipamento desenvolvido para otimizar em 60% do tempo os levantamentos realizados pelo FWD convencional, com o mesmo padrão de qualidade. O início da operação da tecnologia no Brasil deu-se em abril, o que posicionou a Dynatest como a primeira empresa da América do Sul a empregar a tecnologia.

Dynatest propõe atualização de metodologia para estudos geológicos e geotécnicos

Em uma iniciativa que faz parte da trajetória de apoio e assessoramento técnico à CGPLAN/DNIT, a equipe técnica do contrato de Caracterização Topográfica, Consórcio Dynatest/SD, com a coordenação técnica do engenheiro cartógrafo da Dynatest, Verner Riebold, apresentou uma proposta de atualização da metodologia de geração de informações sobre diretrizes básicas para estudos geológicos e geotécnicos. Os detalhes também foram notícia no DynaBlog.

A importância da sustentabilidade em obras de infraestrutura de transporte

Em julho, mês em que se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente, o DynaBlog preparou um material sobre a atenção necessária aos aspectos ambientais durante a elaboração de projetos para a construção de rodovias, ferrovias e outras obras de infraestrutura viária. Reveja as principais medidas tomadas nos empreendimentos para que as obras estejam de acordo com a legislação ambiental vigente, por meio de práticas sustentáveis de controle e mitigação de impactos.

Cinco conceitos que tornarão as rodovias mais inteligentes

Preocupada em acompanhar as principais tendências do Brasil e no mundo do setor em que atua, o DynaBlog trouxe este ano uma seleção de conceitos que prometem tornar a experiência de dirigir mais segura, intuitiva e, acima de tudo, sustentável. Faixas de tinta que captam energia solar e brilham no escuro, asfalto que absorve a água das chuvas e carregamento wireless para carros elétricos na própria rodovia foram algumas das criações “futuristas” elencadas.

Carros autônomos: inovação e tecnologia para um tráfego potencialmente mais eficiente

Dez maiores rodovias do Brasil

Ainda no campo da inovação e da tecnologia, foram abordados os diferentes níveis de autonomia dos carros autônomos, uma das tecnologias mais promissoras da atualidade. O DynaBlog preparou até um infográfico que elenca os 20 países melhores preparados para receberem tecnologias desse tipo, a partir de dados de um estudo realizado pela KPMG, que levou em consideração os seguintes pilares: aceitação do consumidor; tecnologia e inovação; infraestrutura; política e legislação. O Brasil é o 17º colocado.

Conheça as 10 maiores rodovias do Brasil e suas peculiaridades

Você sabe quais são as dez maiores rodovias brasileiras? Com uma malha rodoviária que representa a quarta maior do planeta – atrás apenas dos Estados Unidos, Índia e China –, é de se esperar que haja uma série de curiosidades a respeito das grandes estradas longitudinais e transversais. Relembre algumas curiosidades sobre cada uma delas.

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Vai viajar no feriado? Saiba que cuidados tomar para garantir sua segurança nas estradas

Em feriados prolongados, o fluxo de veículos nas rodovias brasileiras aumenta consideravelmente. Por isso, é preciso que todos os motoristas – tanto novatos quanto os mais experientes – redobrem os cuidados e a concentração para garantir uma viagem segura e sem surpresas. Neste próximo feriado, a movimentação será ainda mais intensa por conta do feriado prolongado entre os dias 15 de novembro, Proclamação da República, e 20 de novembro, Dia da Consciência Negra.

Para cair na estrada com segurança, reunimos oito cuidados que você deve tomar:

1) Faça uma revisão prévia do veículo

Reponha a água do radiador e do para-brisa, verifique o óleo e calibre os pneus, incluindo o estepe. Uma boa medida é levar o carro a um mecânico de confiança alguns dias antes da viagem para verificar se o carro está em perfeitas condições. Cheque também se todos os equipamentos de segurança estão em dia: macaco, estepe, setas, luz de freio, faróis, para-brisa e documentações.

2) Verifique se as condições climáticas estão favoráveis

Dirigir com a luz do sol é mais indicado e seguro do que viajar durante a noite. Por isso, prefira sair pela manhã, aproveitando a claridade, após uma boa noite de sono. Além disso, cheque a meteorologia para assegurar que a viagem será feita com tempo bom. Se estiver chovendo, reduza a velocidade, aumente a distância dos veículos à frente, acenda o farol baixo, acione o limpador de para-brisas e o desembaçador. Em caso de neblina, mantenha os faróis acesos, abra um pouco os vidros e evite realizar ultrapassagens.

3) Em viagens longas, faça paradas periódicas para descansar

Evite fazer longos percursos sem paradas para descanso. Programe-se para realizar pausas a cada duas ou três horas de estrada.

4) Respeite os limites de velocidade e a legislação

Na hora de viajar, não ter pressa é primordial. Respeite as leis de trânsito para evitar acidentes ou multas. Lembre-se de manter sempre uma boa distância do carro à frente e, se precisar usar o acostamento, sinalize a saída e só depois reduza a velocidade. Se for necessário parar no acostamento, providencie a sinalização com triângulo e pisca-alerta.

5) Tome cuidado nas ultrapassagens

Mesmo que você seja um motorista experiente, evite arriscar-se em ultrapassagens. Lembre-se que as ultrapassagens devem ser feitas sempre pela esquerda, e nunca pela direita ou pelo acostamento.

6) Mantenha os vidros completamente abertos ou fechados

Quando se é ultrapassado por um veículo grande e pesado, a direção do carro pode se desestabilizar. Para evitar a perda de controle, deixe os vidros totalmente abertos ou fechados e reduza a velocidade. Se o ar entra por uma janela, mas não consegue sair pela outra por estar fechada, pode haver um desequilíbrio maior.

7) Estude o percurso a ser feito previamente

Um bom planejamento pode diminuir o risco de acidentes. Por isso, planejar a rota pode trazer mais tranquilidade durante o percurso. Verifique qual será a rota de viagem e esteja preparado para trechos em estrada de terra ou regiões com alta probabilidade de congestionamentos, por exemplo.

8) Tenha em mãos o número da seguradora e garanta um celular carregado

Mesmo com todos os cuidados, imprevistos podem ainda assim ocorrer. Nesses casos, assegure-se de ter o número de telefone da empresa seguradora do seu veículo e também um celular com bateria, caso precise acioná-la.

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Por trás de uma boa obra há um bom projeto: o que são projetos multidisciplinares

Para que um projeto seja concluído com sucesso, é imprescindível que todos os profissionais envolvidos estejam alinhados a respeito de seus papeis para garantir harmonia e equilíbrio em todas as etapas de desenvolvimento de um empreendimento. Como fazer com que áreas específicas se comuniquem e atuem de forma integrada para atender às demandas do cliente? O DynaBlog aborda hoje a definição de projeto de engenharia multidisciplinar, ponto chave para assegurar a viabilidade e qualidade de qualquer obra de engenharia viária.

Uma equipe multidisciplinar de trabalho envolve, além de uma equipe de engenheiros, arquitetos, planejadores, agrimensores, consultores de qualidade do ar e poluição sonora, entre outros. Cada uma dessas especialidades desempenha funções estratégias dentro de um projeto. Essa grande rede é essencial, uma vez que a construção de uma via interfere diretamente no tráfego de toda uma região, e pode impactar o movimento de pedestres, a funcionalidade do transporte público e, de modo geral, a maneira com que as pessoas se locomovem naquela região.

Por essa razão, contar com profissionais experientes em cada uma dessas muitas áreas é imprescindível. Nisso reside a essência de um projeto multidisciplinar de engenharia. Com a reunião dos dados coletados pelos diferentes profissionais assegura-se que qualquer estudo, decisão ou etapa do projeto ocorra sem interferências no resultado final do empreendimento. Uma boa operação reduz potencialmente os custos da obra e promove ainda mais segurança aos usuários.

Além de um time experiente, é importante que os membros trabalhem de maneira integrada. Uma estratégia aplicada pela Dynatest para garantir essa sinergia consiste no Building Information Modeling (BIM), ou Modelo de Construção da Informação, um novo conceito para projetos nas áreas de edifícios, infraestrutura, indústria e serviços. Essa metodologia permite incorporar dados obtidos por diversas disciplinas em um modelo de construção virtual, para que se possa acompanhar todo o processo executivo da obra, além de reduzir riscos e os custos totais do projeto.

A Dynatest atua em parceria com a Coordenação de Planejamento e Programação de Investimentos (CGPLAN) e o setor de Geotecnologias Aplicadas em estudos para estruturação e construção de uma metodologia operacional para implantação do BIM durante as fases iniciais de um empreendimento rodoviário.

Quer saber mais? Fale conosco: http://dynatest.com.br/contato

 

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Malha ferroviária: um caminho para a engenharia consultiva

O DynaBlog já trouxe diversas abordagens sobre a atuação da Dynatest e do setor de engenharia consultiva para a implementação de empreendimentos rodoviários. No entanto, a empresa abarca também a infraestrutura relacionada a outros modais de transporte, como é o caso das ferrovias. O post de hoje traz um panorama do sistema ferroviário brasileiro e explica como a engenharia consultiva pode atuar nesse setor.

Atualmente, as ferrovias no Brasil somam mais de 30 mil quilômetros de extensão e representam 15% da estrutura de transportes no País. No ano passado, o transporte de cargas por ferrovias brasileiras foi 6,9% maior que em 2016, de acordo com a Agência Nacional de Transporte Terrestre (ANTT). Foram transportados, em 2017, 538,8 milhões de toneladas úteis, 35 milhões a mais que no ano anterior e recorde nos últimos 12 anos.

Um pouco de História

Essa estrutura começou a ser instaurada por aqui a partir de capitais privados e estrangeiros – principalmente ingleses – com o objetivo de levar a produção agrícola e mineral do interior para os centros urbanos. Representou, por exemplo, o principal meio de escoamento da produção de café entre 1870 e 1930.

Efetivamente, a primeira ferrovia do Brasil foi inaugurada em 30 de abril de 1854, com 14,5 quilômetros de extensão. Intitulada Estrada de Ferro Mauá, o trecho ligava o Porto de Mauá, na Baía de Guanabara, a Raiz da Serra, na direção de Petrópolis. Já no período republicano, a Estrada de Ferro Central do Brasil, com quase 50 quilômetros de extensão, representou um dos principais eixos de desenvolvimento do país, por conectar o Rio de Janeiro a São Paulo, em 1877.

Na República Velha, a expansão foi tanta que a malha ferroviária alcançou 29 mil quilômetros, prioritariamente no estado de São Paulo. A desaceleração veio a partir do primeiro governo de Getúlio Vargas, quando os investimentos no setor dos transportes priorizaram o modal rodoviário. Nos anos 50, durante o governo Juscelino Kubitschek, esse processo de crescimento das rodovias foi intensificado.

Mas onde entra a engenharia consultiva?

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) estabelece normas e procedimentos para Estudos de Viabilidade de Ferrovias, de acordo com dois escopos. O primeiro diz respeito à construção de novas ferrovias, adequação e duplicação de linhas existentes, enquanto o segundo refere-se à solução de questões urbanas envolvendo a operação de ferrovias.

Tratam-se de diretrizes para a elaboração de Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEA), um dos serviços oferecidos pela Dynatest tanto para empreendimentos rodoviários como ferroviários. O EVTEA consiste em um estudo amplo que identifica as maneiras mais viáveis para executar uma determinada obra. Essa análise compreende uma série de estudos prévios ao projeto executivo, e reúne informações que permitem avaliar os impactos e benefícios sociais, econômicos e ambientais do empreendimento.

Fazem parte do EVTEA a coleta de dados de campo, estudos de tráfego, estudos ambientais, alternativas de anteprojeto, análise de quantitativos e custos e análise socioeconômica do projeto.

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Conheça as 10 maiores rodovias do Brasil e suas peculiaridades

A malha rodoviária brasileira é a quarta maior do planeta – ficando atrás apenas dos Estados Unidos, Índia e China. Não é por acaso que as estradas são responsáveis pela movimentação de mais de 60% das mercadorias e de mais de 90% dos passageiros, de acordo com o Anuário CNT do Transporte 2018, produzido pela Confederação Nacional do Transporte (CNT).

No post de hoje, saiba quais são as dez maiores rodovias nacionais e conheça algumas curiosidades sobre cada uma delas:

  1. BR-116

É a maior rodovia totalmente pavimentada do Brasil e corta o país de Norte a Sul. Com 4.660 km, a estrada passa por dez estados brasileiros, ao longo dos quais recebe várias denominações: Via-Serrana, Régis Bittencourt, Presidente Dutra, Rio-Teresópolis, Rio-Bahia e Santos Dumont. Um dos trajetos famosos da rodovia é a Rota Romântica, entre Porto Alegre e Nova Petrópolis, no Rio Grande do Sul. A BR-116 começa em Fortaleza (CE) e Termina em Jaguarão (RS).

  1. BR-101

O trecho mais famoso da BR-101 é a estrada Rio-Santos, imortalizada por Roberto Carlos na música “As Curvas da Estrada de Santos”. Não à toa, a rodovia é conhecida como o caminho mais bonito para percorrer longitudinalmente todo o litoral brasileiro. Com 4.482 km de extensão, começa na cidade de Touros (RN) e termina em Rio Grande (RS).

  1. BR-364

Antes da construção desta rodovia, só se chegava a Porto Velho, capital de Rondônia, de balsa ou de avião. A BR-364 começou a ser construída no início da década de 60 após uma negociação entre governadores dos estados do Norte e o presidente Juscelino Kubitschek, para ligar Cuiabá a Porto Velho e Rio Branco. O final de seus 4.309 km de extensão consiste no ponto mais ocidental do Brasil, na fronteira com o Peru. É o município mais distante em linha reta de Brasília. Começa em Limeira (SP) e termina em Mâncio Lima (AC).

  1. BR-230

BR-230 é a rodovia transversal conhecida como Transamazônica, inaugurada em 1972 sob o governo de Emílio Garrastazu Médici, durante o Regime Militar. O projeto previa que esta seria a maior rodovia do país, chegando ao município de Benjamin Constant (AC), trecho que não chegou a ser efetivamente construído. Possui 4.309 km, levando Cabedelo (PB) a Lábrea (AM). Por não possuir pavimentação em metade de sua extensão, é comum casos de atolamentos nos períodos de chuva.

  1. BR-163

Trata-se de uma rodovia longitudinal, que integra o Sul do país às regiões Centro-Oeste e Norte. Em seus 4.057 km de extensão, passa por seis estados produtores de soja. No Pará, a rodovia encontra uma das regiões mais ricas do país, marcada pela presença de importantes biomas, como a Floresta Amazônica e o Cerrado, bem como as áreas de transição entre eles. A BR-163 possui grande relevância para escoamento da produção do Norte e Centro-Oeste. No Mato Grosso, principal produtor nacional de grãos, representa a principal rota de distribuição da safra. Começa em Tenente Portela (RS) e termina em Santarém (PA).

  1. BR-153

Bastante conhecida pelo nome de Transbrasiliana, esta rodovia passa pelos estados do Pará, Tocantins, Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, totalizando 3.542 km de extensão. Trata-se da principal ligação entre o Meio-Norte do Brasil e o Centro-Sul, o que a torna um importante canal de escoamento da produção, além de principal rota para algumas regiões turísticas, como Caldas Novas (GO), Rio Araguaia, Jalapão (TO) e Chapada das Mesas (MA). Começa em Marabá (PA) e termina em Aceguá (RS).

  1. BR-158

A BR-158 é uma das poucas rodovias longitudinais brasileiras que não cruza nenhuma capital. Seu final está localizado no município de Santana do Livramento (RS), onde emenda com a Ruta 5, estrada uruguaia que leva a Montevidéu. A rodovia se inicia em Redenção (PA) e segue por 3.470 km, representando uma das principais rodovias do interior do Brasil.

  1. BR-174

Também conhecida como Manaus-Boa Vista, a BR-174 interliga longitudinalmente os estados do Mato Grosso, Rondônia, Amazonas e Roraima, em um percurso de 2.888 km. Esta é a única ligação terrestre entre Brasil e Venezuela, além de representar também a única ligação entre Roraima e o restante do Brasil. Entre Roraima e Amazonas, há um trecho da rodovia que passa pela reserva indígena Waimiri-Atroarí. O percurso tem 47 km e fica fechado entre 18h e 6h.

  1. BR-135

A BR-135 tem seu início em São Luís (MA) e segue um percurso longitudinal até Belo Horizonte (MG), passando pelos estados do Piauí e Bahia em 2.929 km de extensão. A rodovia dá acesso ao Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, em Minas Gerais, que abriga sítios arqueológicos milenares, cavernas de beleza impressionante e artes rupestres pré-históricas.

  1. BR-262

Essa é a rodovia transversal que interliga os estados do Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Seu início é em Vitória (ES), e o final é no município de Corumbá (MS), cidade turística que possui atrativos como passeios a cavalo, trilhas históricas e visitas ao Pantanal. Ao total, tem uma extensão de 2.191 km.

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Já ouviu falar em BIM? Saiba como esse modelo auxilia a implantação de um novo empreendimento

O Building Information Modeling (BIM) ou Modelo de Construção da Informação, em português, representa um novo conceito para projetos de construção nas áreas de edifícios, infraestrutura, indústria e serviços. A implementação da metodologia BIM permite que os dados envolvidos no gerenciamento ou na elaboração de um projeto sejam organizados de maneira ordenada, de forma que a representação do produto final seja muito mais fiel à realidade. Entenda como funciona essa metodologia e como a Dynatest atua para sua implementação no Brasil.

Por meio do conceito BIM, a modelagem de um empreendimento é realizada utilizando peças ou blocos em 3D que incorporam diversas disciplinas, em um modelo de construção virtual que permite o acompanhamento geral do processo executivo da obra, além de facilitar a mitigação de riscos e a redução de custos das obras. É como substituir, metaforicamente, o uso de mapas por maquetes mais completas e complexas.

A implementação dessa metodologia no Brasil é apoiada pelo Governo Federal, que, por meio do decreto nº 9.377, de 17 de maio de 2018, instituiu a Estratégia Nacional de Disseminação do BIM – BIM BR. Essa medida tem como finalidade oferecer diretrizes e promover um ambiente propício ao investimento em BIM no país.

A Dynatest participou recentemente de um workshop realizado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) para a disseminação das ações aplicadas pelo Governo Federal para implementação do BIM. Neste evento, ocorrido em Recife (PE), na Superintendência Regional do DNIT, foi instituído o Comitê Gestor da Estratégia BIM BR – CG-BIM, para implementar a Estratégia BIM-BR e gerenciar suas ações.

O DNIT, por meio da Diretoria de Planejamento e Pesquisa (DPP), está à frente da elaboração de um planejamento estratégico para a contratação de serviços que adotem o modelo BIM. Essa iniciativa visa a abrigar nesse método todo o processo de elaboração, construção, gerenciamento e manutenção dos empreendimentos rodoviários.

Como a Dynatest atua nesse processo?

Em parceria com a Coordenação de Planejamento e Programação de Investimentos (CGPLAN) e o setor de Geotecnologias Aplicadas, a equipe de caracterização topográfica da Dynatest estuda a estruturação e a construção de uma metodologia operacional para implantação do BIM durante as fases iniciais de um empreendimento rodoviário.

Na imagem abaixo é possível visualizar as fases de planejamento do BIM em estudos e projetos de empreendimentos rodoviários desenvolvidos pela Dynatest. A estratégia foi desenvolvida em consonância com o pensamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).

Durante o workshop do DNIT, Anderson Alvarenga, da DPP, Raphael Borges, do setor de geotecnologias aplicadas da CGPLAN, e Rodrigo Paranhos, da Dynatest, introduziram os conceitos básicos do BIM aplicados à infraestrutura de transportes rodoviária, apresentando resultados em disciplinas de geometria, terraplenagem e obras de arte especiais (OAE).

Na imagem acima é possível visualizar os níveis de detalhamento (Level of Detail – LOD) de um modelo BIM de infraestrutura de transportes. Os primeiros estudos da Dynatest a respeito do tema foram baseados na análise das documentações digitais de Estudos de Viabilidade Técnica, Econômica e Ambiental (EVTEAs), para construção de um modelo virtual inteligente, capaz de construir as intervenções propostas em estudo e evoluir em associação com os diversos módulos da infraestrutura de transportes nacional.

Veja abaixo algumas imagens que representam a prática de um modelo BIM, desenvolvido para a análise EVTEA da BR-080-251/GO/DF.

INTEGRAÇÃO BIM + GIS

(Compatibilização de dados geoespaciais e documentação Computer Aided Design – CAD)

O modelo compatibiliza o modelo digital do terreno com 30 metros de resolução e os alinhamentos horizontais da BR-080/GO. Podem ser observados o segmento federal existente e a alternativa de implantação aprovada.

CORREDOR RODOVIÁRIO

Criação do corredor rodoviário a partir do desenvolvimento e integração dos seguintes elementos: alinhamento horizontal, perfil de projeto e seção tipo. O corredor é formado para a definição da superfície de terraplenagem e para a extração de quantitativos de volume de massa.

MODELO BIM NO INFRAWORKS

Depois da conclusão da evolução do estudo de EVTEA, pode ser realizada a compatibilização do projeto com o ambiente BIM do software Infraworks, da Autodesk, para a visualização em um ambiente tridimensional.

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Carros autônomos: inovação e tecnologia para um tráfego potencialmente mais eficiente

Há poucas décadas, imaginar um veículo que trafegasse sem qualquer interferência humana seria fruto da imaginação ou objeto de obras de ficção. No entanto, ao longo dos últimos 30 anos, diversos experimentos ao redor do mundo tornaram o conceito de carros autônomos uma das tecnologias mais promissoras da atualidade. Graças a investimentos massivos em inovações deste tipo, já existem veículos capazes de identificar o ambiente e percorrê-lo sem qualquer interferência humana.

Debates ainda são travados para tentar estabelecer quais transformações socioeconômicas serão enfrentadas quando os veículos autônomos ganharem as ruas. O fato é que esses carros “futuristas” possuem grande potencial para reduzir a emissão de poluentes na atmosfera, a ocorrência de acidentes de trânsito, de congestionamentos e, consequentemente, aprimorar a segurança e a eficiência dos transportes – estima-se que, entre 2035 e 2045, 585 mil vidas poderão ser salvas. A transformação afetará também o setor de infraestrutura de transportes, que deve ganhar diversas soluções para tornar as rodovias mais adequadas a esse novo conceito.

(Dados provenientes de estudo realizado este ano pela KPMG, levando em consideração quatro pilares principais: aceitação do consumidor; tecnologia e inovação; infraestrutura; e política e legislação)

 

Níveis de autonomia

Para ajudar a entender os níveis de independência dos carros autônomos, a Society of Automotive Engineers (SAE International) elaborou um guia com seis categorias que ajudam a identificar em qual estágio de evolução a indústria automobilística se encontra em relação à automação dos veículos. O primeiro deles, denominado Nível 0, representa os veículos em que o motorista é responsável por toda a condução e aceleração.

O Nível 1 corresponde ao surgimento dos assistentes de frenagem que, apesar de permitirem algumas ações autônomas, ainda exigem que o motorista direcione o carro. Empresas com exemplos deste estágio são a Ford, cujo assistente desacelera o carro em aproximações bruscas, e a Nissan, que regula a velocidade nas curvas automaticamente.

Carros que regulam a condução e a aceleração em condições limitadas compreendem o Nível 2. Em 2014, empresas como Tesla, Cadillac e Volvo lançaram veículos que se mantêm em uma faixa mesmo que o motorista não segure o volante. Veja abaixo uma demonstração do veículo autônomo da montadora americana Tesla:

No Nível 3, o grande exemplo é o Audi A8, no qual o motorista pode tirar as mãos do volante a até 60 km/h. Além disso, o carro assume a direção nas estradas e é capaz de estacionar sozinho. Nesse estágio, o carro ainda precisa da atenção do motorista para assumir o controle quando necessário.

(Audi A8, que deve chegar ao Brasil ainda em 2018 | Foto: Divulgação)

Nível 4 e Nível 5 já se parecem mais com as obras ficcionais que estão muito perto de se tornarem realidade. No 4, o motorista pode esquecer o volante enquanto o carro está em movimento. Esses carros devem chegar ao mercado em 2021. No 5, em contrapartida, o veículo será capaz de tomar decisões como um motorista humano, ou até mesmo melhor. As projeções dizem que se alcançará este patamar em meados da década de 2020.

 

Tesla, Waymo, Uber e outras experiências em atividade

(Autônomo da Waymo | Foto: Divulgação)

Nos últimos anos, diversas iniciativas estão trazendo os carros autônomos para a realidade. A Fiat Chrysler Automobilis (FCA) anunciou recentemente que fornecerá unidades da minivan Pacifica para lançar o serviço de táxis sem motorista da Waymo, irmã do Google dentro da Alphabet, nos Estados Unidos. Além disso, Samsung e diversas montadoras como Volkswagen, Hyundai, Ford, GM, Nissan, Mercede-Benz e Toyota já possuem projetos na área.

A Waymo, que começou a trabalhar com veículos autônomos em 2009, está começando também a fazer testes para transportar clientes para lojas do Walmart, também nos EUA. Os carros da empresa já percorreram mais de 12 milhões de quilômetros em vias públicas. Além dela, a Uber também já realiza testes em vias públicas. No último mês, a empresa anunciou que colocará os seus modelos autônomos para rodar nas ruas de Pittsburgh. Os veículos vão rodar em modo manual e terão um segundo ocupante para tomar notas sobre eventos anormais.

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